quinta-feira, dezembro 15, 2016

Nike lança chuteira em homenagem a quarta bola de ouro de Cristiano Ronaldo...

Imagem: Nike


São apenas 777 unidades...

Sem preço definido.

Estou falando da chuteira Mercurial Superfly V ou CR7 Vitórias, que chegará ao mercado no dia 10 de janeiro...

A chuteira lançada pela Nike é em homenagem à conquista da quarta Bola de Ouro, prêmio da revista France Football, por Cristiano Ronaldo.

A parte superior da chuteira é prateada com um leve toque metalizado e sola possui detalhes em dourado.

Meninas: Atlético de Madrid x Barcelona...

Imagem: Pepe Andres/Diário AS

Usain Bolt: "Estou cansado. Já consegui tudo"...

Imagem: Autor Desconhecido


“Estou cansado. Já consegui tudo”...

Usain Bolt.

O homem mais veloz da história está cansado de manter o ritmo frenético de suas passadas.

Como prelúdio da despedida, o documentário 'I Am Bolt' retrata sua vertente mais indomável.

Álvaro Corcuera para o El País.

“Cada vez é mais duro para mim. Estou cansado. As pessoas me olham e pensam que é fácil o que faço... e não, não é. É difícil!”.

Usain Bolt (Sherwood Content, Jamaica, 1986) gesticula ao enfatizar a energia mobilizada para se transformar em um dos esportistas mais bem-sucedidos e carismáticos da história.

Desde que tinha 10 anos – quando começou no atletismo na zona rural de onde vem, no norte de seu país, aconselhado por seu treinador de críquete, o primeiro esporte ao qual se dedicou – até hoje, ele não parou de correr.

Com 30 anos, está a ponto de dizer adeus a uma época lendária nas pistas.

Desde 2008, Bolt dominou os 100 metros, os 200, os 4 x 100 – distâncias em que ostenta os recordes mundiais – tanto nos Jogos Olímpicos (Pequim 2008, Londres 2012 e Rio 2016) como nos mundiais (Berlim 2009, Daegu 2011, Moscou 2013 e Pequim 2015).

Das 21 medalhas possíveis nessas competições, ele levou 20 ouros.

Só falhou nos 100 metros de Daegu, quando foi queimou a largada e foi desclassificado.

“Uma vez perguntei a Michael Johnson (quatro ouros olímpicos e oito mundiais) por que ele havia se aposentado. Me disse: ‘Tinha conseguido tudo. Por que continuar?’ Creio que é um argumento válido. Eu tinha meus objetivos: queria ser campeão olímpico em atletismo e consegui. Tudo o que queria... já tenho”, diz Bolt com ar de despedida em Londres, cidade que visitou no final de novembro para conferir a estreia de um documentário sobre sua vida, I Am Bolt (Eu Sou Bolt).

Num hotel londrino, o atleta conversa com jornalistas do mundo todo em sessões individuais.

Quando seus quase dois metros de altura, vestidos com moletom preto, entram no quarto, ele saúda simpático e faz foto do repórter com seu celular:

“Gosto de me lembrar das pessoas com quem falo.”

O filme, que revela detalhes de sua preparação para os Jogos do Rio, explora também seu lado mais humano e a relação com seu círculo profissional e pessoal mais íntimo.

Aí está o Bolt que tem dificuldade de madrugar e começar a treinar.

“Já não é tão divertido como antes. À medida que envelheço, tenho que me sacrificar mais. Já não posso sair tanto para a balada. Já não é agradável e não sinto vontade de fazer coisas que não curto. Só penso em deixar isso, deitar tarde, relaxar, ser eu e me sentir humano.”

Mas I Am Bolt também mostra o atleta capaz de se animar a tempo, de levar seu corpo ao limite, de escutar seu treinador, Glen Mills; seu manager, Nugent Walker, NJ; seu agente, Ricky Simms; e seu massagista, Everald Edwards, Eddie.

São o seu círculo de confiança.

“Vamos, Usain, você tem que se esforçar. Só três meses e depois poderá fazer o que quiser com a sua vida”, dizia Simms antes da Olimpíada do Rio, onde Bolt virou lenda: foi o primeiro a conseguir três vezes o triplete olímpico em 100, 200 e 4 x 100.

“Adoraria ser lembrado como um dos melhores esportistas da história, como Muhammad Ali, Michael Jordan e Pelé. Mas também queria que se lembrassem de mim como uma pessoa agradável, relaxada, amorosa. Uma pessoa que inspira as outras”, diz ele sobre seu legado.

Curiosamente, Ali e Jordan interromperam suas carreiras para logo retomá-las, embora com diferentes resultados: o boxeador fracassou e o jogador de basquete triunfou nas duas vezes em que voltou após deixar as quadras.

Bolt diz que pensou bem sobre isso.

“Quando me aposentar... será para sempre. Voltar a competir após abandonar a pista é complicado.”

O jamaicano dará os seus últimos arranques numa grande competição em agosto, o Campeonato Mundial de Londres.

“Comenta-se muito que quero me aposentar antes que alguém possa me vencer”, diz Usain, reconhecendo que já não tem muito combustível.

“Se quisesse, se trabalhasse duro, provavelmente conseguiria competir no nível máximo por mais dois anos. Este ano, minha ideia é correr pelos fãs.”

E também pelo dinheiro.

Bolt receberá, por exemplo, 1 milhão de dólares (3,37 milhões de reais) para competir numa prova de exibição na Austrália em fevereiro de 2017.

O jamaicano ocupa o posto 32 na lista da Forbes dos atletas mais bem pagos do mundo, com uma renda de 32 milhões de dólares (108 milhões de reais).

Em comparação com o futebol, basquete, tênis e golfe, os velocistas recebem pouco.

A maior parte do que ele embolsa vem dos patrocínios: 30 milhões (101 milhões de reais) em 2016 (um terço da Puma).

“O dinheiro me dá liberdade para fazer o que quiser, mas nunca foquei nisso. Tampouco na fama. Acho que meus pais ficariam muito decepcionados se tudo isso me mudasse, se eu me transformasse num estúpido”, diz.

Bolt é um sujeito sorridente, dentro e fora da pista.

Tem sido assim desde pequeno, como recorda Nugent Walker, NJ, amigo íntimo desde os seis anos e agora seu manager.

“É sua personalidade”, afirma.

A julgar por I Am Bolt, Usain herdou a personalidade simples de Wellesley e Jennifer, seus pais.

Ele plantava café e ela era modista.

Eram e continuam sendo humildes, negando-se a abandonar a casa e o bairro onde moraram a vida toda.

“Não querem ir embora de lá: acredite, eu lhes ofereci!”, diz Bolt.

“Papai sempre foi o estrito, o disciplinado. Mamãe é mais relaxada e divertida”, conta em Londres.

“Eu me esforço ao máximo pelo que quero. Meu caminho não foi simples. Tive altos e baixos, sofri lesões, falta de motivação... e no entanto minha personalidade sempre se manteve igual: gosto de sorrir.”

E competir.

O público que comparece aos estádios para ver Bolt sabe que seu espírito, alegria e motivação são contagiantes.

Quem o vê vive uma espécie de catarse.

Especialmente em seu país, onde divide o altar dos maiores com Bob Marley, cujo filho mais velho, Ziggy, é amigo do velocista (Bolt tem também entre as amizades outros músicos da ilha, como Chronixx e Vybz Kartel).

A primeira vez que sentiu a energia de seus fãs foi em 2002.

“Lembro que saí do túnel e ouvi a galera gritando: Bolt! Bolt! Bolt! Instantaneamente, fiquei nervoso. Minhas pernas, minhas mãos, meu corpo... tudo tremia. Mas quando a corrida começou, senti um empurrão.”

Com 15 anos, Usain venceu a corrida dos 200 metros no Campeonato do Mundo Júnior, disputado em Kingston (Jamaica).

“Aquele foi o melhor momento da minha vida, a primeira vez que ganhei um ouro, diante de todos do meu país. Ali que tudo começou”, recorda.

Os cinco anos seguintes foram complicados; 2004 foi o primeiro como profissional.

“Passamos a temporada frequentando quiropraxia para tentar solucionar suas costas (sua postura na corrida não era a mais adequada) e seus isquiotibiais [conjunto de três músculos localizados na região posterior da coxa]”, diz Ricky Simms, seu agente.

“Houve um momento em que pensamos: ‘Ele vai confirmar o que prometia como juvenil?’ Até 2006 foi difícil. Mas em 2007 ele começou a mostrar consistência.”

Nos mundiais de Osaka daquele ano, Bolt conquistou duas medalhas de prata.

A explosão chegaria nos Jogos de Pequim 2008.

Sua contundente vitória nos 100 metros ficou para a história.

Bolt bateu o recorde mundial da época (9,69 segundos) enquanto golpeava o peito 20 metros antes de cruzar a linha de chegada, num gesto de comemoração.

“Poderia estabelecer uma marca ainda mais inalcançável, se não tivesse se deixado levar? Entre risos, ele reconhece que sim.”

“Entendo o que você diz. Mas eu era assim no início da carreira. Me ocorreu festejar daquele jeito. Quanto mais você amadurece, mais sabe que tem que correr de outra forma.”

Um ano depois, Bolt pulverizou o cronômetro no Campeonato Mundial de Berlim: 9,58 segundos nos 100 metros e 19,19 nos 200.

Desde então, ninguém superou essas marcas.

Nem mesmo ele.

 “Acho que eu teria conseguido se não tivesse lesões. Creio que havia espaço para melhorar”, lamenta.

Apesar de nunca ter perdido uma grande disputa devido aos problemas físicos, a verdade é que Bolt, especialmente desde 2012, sofre para chegar no tempo e no nível máximo nas corridas.

Ele atribui o mérito das façanhas ao treinador, Glen Mills, que o acompanha desde 2004 e que também treina Yohan Blake, o outro grande campeão jamaicano e candidato a sucessor de Bolt.

“Chegou a hora. Nada de festas. Acabaram as saídas porque o treinador está dizendo”, ordena Mills a Bolt no filme, meses antes da Rio 2016.

Não é fácil domar o velocista.

Ele tem ânsia de curtir a vida.

O atleta revela no documentário que, numa saída noturna em janeiro deste ano, deu um passo de mau jeito e torceu o tornozelo.

Um incidente que parecia menor, mas que o manteve dois meses parado.

E assustado.

“No princípio não contei a verdade ao treinador, não disse que havia sido numa festa”, reconhece agora, gargalhando.

O percalço alterou sua preparação.

Mas o problema maior chegou faltando um mês para a Olimpíada.

Durante as corridas classificatórias na Jamaica, ele teve uma lesão nos isquiotibiais e decidiu não arriscar.

Não carimbou o passaporte para o Rio na pista, mas a Jamaica lhe deu uma chance.

Não podia deixar de fora dos Jogos o homem que permanecia imbatível desde 2008.

Mas seu grande rival, o norte-americano Justin Gatlin, não gostou da manobra e acusou a Jamaica de tratamento a favor de Bolt.

Este, que curiosamente sofria de certa falta de motivação (“é difícil ter a mesma fome de ganhar que alguém que nunca ganhou”), encontrou naquele gesto o empurrão que faltava para continuar vencendo.

“Tudo mudou. Senti algo no estômago. Pensei: ‘Ah, é? Ele vai ganhar?’ Não. [Gatlin] não entende que o que mais me motiva é que fale o tempo todo. De modo que você mesmo, Justin...”, lança ele no documental olhando a câmera num quarto de hotel.

Dias depois, Bolt brilhou três vezes no Rio.

E agora?

“Há coisas que quero fazer. Continuarei ligado no atletismo de algum modo. Também quero incrementar meu trabalho com minha fundação [voltada aos jovens e às pessoas pobres]”, afirma.

“Também gostaria de jogar futebol [tem planos, através da Puma, de treinar com o Borussia Dortmund durante a próxima pré-temporada]. Talvez por minha personalidade, eu poderia me dedicar ao mundo da TV ou até mesmo ser ator, nunca se sabe. Gostaria de fazer diversas coisas.”

Inclusive se casar e ter filhos.

Só ele sabe se pedirá isso a Kasi Bennett, sua namorada desde 2014 – de quem pouco se conhece, além do fato de também ser jamaicana, ligada na moda e nas redes sociais.

Ela teve que ver imagens de Bolt com diferentes mulheres em atitudes sugestivas durante as comemorações de suas medalhas nos últimos Jogos.

O velocista prefere não comentar esse tema:

“Tento manter minha vida privada longe dos holofotes. Mas é difícil porque, cada vez mais, as pessoas querem saber o que faço.”

Bolt, assim como naquela final olímpica de 2008, pretende curtir o final da carreira olhando para todos os lados, sorrindo para os fãs.

“Dediquei minha vida inteira a ser o melhor no atletismo. Tentei ser uma lenda, um campeão imbatível. Para mim agora é triste, mas também liberador porque vai acabar. Esse capítulo termina e posso me relaxar, sair de férias. Posso simplesmente viver.”

quarta-feira, dezembro 14, 2016

Messi o herói do pequeno afegão...

Imagem: STR/AFP/Getty Images 

Murtaza Ahmadi, o menino apaixonado por Messi...

Vocês lembram do menino afegão que com um saco plástico fez uma camisa da Argentina com o nome Messi às costas? 

Seu nome é Murtaza Ahmadi. 

O pequeno Murtaza finalmente realizou seu sonho e conheceu Messi em Doha, no Catar... 

O encontro aconteceu no amistoso em que o Barcelona venceu por 5 a 3 a equipe do Al Ahli. 

Quando a oportunidade surgiu, o garoto ficou tão deslumbrado que não queria largar Messi nem para este jogar... 

 Acabou sendo retirado do gramado pelo árbitro.

 

Que vergonha...

Imagem: Jan Kruger/Getty Images

Bohemian Rhapsody With Footballers... The Exploding Heads.




Os ingleses do grupo Exploding Heads apresentaram, uma versão superdivertida de um dos maiores clássicos da música Bohemian Rhapsody, da banda britânica, Queen... 

Fundada em meados de 1970, era formada por Brian May (guitarra e vocais), Freddie Mercury (vocais e piano), John Deacon (baixo) e Roger Taylor (bateria e vocais). 

Na versão do Exploding Heads, a letra é substituída por nomes de jogadores, jogadoras, estádios e clubes do futebol do mundo inteiro... 

Porém a maioria dos citados jogou na Inglaterra. 

O trabalho é muito criativo e divertido... 

Vale a pena.

Mascote do Arsenal... Feio como quase todos os mascotes.

Imagem: Julian Finney/Getty Images

A média de público no Campeonato Brasileiro da Série A, foi de 15.251 pagantes... Imagine como vai ser nos modorrentos estaduais.

Imagem: Lucas Uebel


O blog do Juca Kfouri nos mostra que a média de público do Campeonato Brasileiro da Série A foi de 15.251 pagantes por jogo e ocupação de apenas 40% dos estádios...

Porém, Juca lembra que ainda assim foi mais que o dobro do campeonato estadual com melhor média, o Paulista, com 7.271 torcedores.

Pois é...

Em janeiro eles estão de volta com a maioria de seus times recém “acordados da longa hibernação” e seus “espetáculos” sem sal.

Bloquear e derrubar...

Imagem: Matthew Childs/Action Images

No Shakhtar Donetsk, Dentinho tira onda com Taison durante a partida em que o Internacional caiu para a Série B...

Ramiro Funes Mori...

Imagem: Paul Ellis/AFP/Getty Images

Jovem ciclista francês morre ao ser atingido por avalanche...

Imagem: Mathilde L’Azoul


O ciclista francês Etienne Fabre (recebendo o beijo de um companheiro de equipe), de 20 anos, estava treinando junto com sua equipe no último domingo, no Alpes do Bauges, no leste da França, quando foi atingido por uma avalanche, sofreu uma queda e morreu...

Fabre era uma das promessas do ciclismo francês e europeu.

Se falhar lhe tomam a bola...

Imagem: Peter Nicholls/Reuters

Surf só para mulheres...

Imagem: Las Olas


No ‘clube da Luluzinha’ do surfe, só mulheres têm vez

Por espnW

Imagine aprender a surfar depois dos 40 anos e, uma vez alcançado o objetivo, se dedicar a ensinar outras mulheres a se equilibrar sobre uma prancha.

É exatamente isso que a norte-americana Bev Sanders faz desde 1997, quando fundou a Las Olas.

E a empresa que completará 20 anos de fundação em 2017 tem como lema “transformar mulheres em garotas” através de surf safaris em um vilarejo do litoral mexicano.

Para isso, aposta na combinação de instrutoras experientes e alunas – todas mulheres – dispostas a descobrir uma nova vida.

O “safari” dura uma semana e além do surfe oferece outras atividades, como massagens, sessões de yoga, aulas de dança e pesca oceânica, festas e uma imersão na cultura e filosofia do esporte.

Sem a pressão e os pré-julgamentos tão presentes no universo masculino e apostando no aprendizado colaborativo, mulheres que nunca haviam subido em uma prancha podem relaxar, desenvolver confiança, fazer novas amizades e, acima de tudo, serem felizes.

As meninas do Barcelona...

Imagem: Pepe Andres/Diário AS

O Atlético Nacional de Medellín estreia daqui a pouco no Mundial de Clubes da FIFA...

Imagem: K. Mayama/EFE


Apoiado pelos brasileiros, o Atlético Nacional, da Colômbia, estreia nesta quarta-feira no Mundial de Clubes contra o Kashima Antlers, às 8h30, na cidade de Osaka, no Japão...

A partida será transmitida ao vivo apenas na TV fechada, nos canais Sportv e Fox Sports.

terça-feira, dezembro 13, 2016

Sai da frente bandeirinha...

Imagem: Rolex da La Pena/EPA

O quanto cada clube recebe na Série A e na Série B...

Imagem: Internet

Ex-presidente do Internacional, Fernando Miranda, agride radialista em programa de televisão... Perderam tudo, até a compostura.



Os dirigentes do Internacional que sempre nos pareceram à distância, homens competentes e equilibrados em suas ações, são na verdade cartolas como quaisquer outros... 

Bastou um tremor mais forte para que suas máscaras caíssem.

Fernando Miranda, ex-presidente do colorado, acaba de protagonizar mais um vexame... 

Durante o programa “Cadeira Cativa” da Ulbra TV, que é apresentado pelo jornalista Luiz Carlos Reche, agrediu o radialista Júlio Ribeiro, após discutirem.

O Botafogo em quem poucos acreditavam vai jogar a Copa Libertadores da América...

Charge: Mário Alberto

Cristiano Ronaldo ganha a Bola de Ouro da France Football...

Cristiano Ronaldo ganha a Bola de Ouro da revista France Football... 

O prêmio foi entregue pelo diretor da revista, Pascal Ferrér, na sala de troféus do estádio Santiago Bernabéu. 


As meninas do Atlético de Madrid...

Imagem: Pepe Andres/Diário AS

As oitavas de final da Champions League...

Imagem: Autor Desconhecido


Os cruzamentos da Champions League

As partidas serão disputadas a partir de 14 de fevereiro...

Manchester City x Mônaco
Real Madrid x Napoli
Benfica x Borussia Dortmund
Bayern de Munique x Arsenal
Porto x Juventus
Bayer Leverkusen x Atlético de Madrid
Paris Saint-Germain x Barcelona
Sevilla x Leicester

Os confrontos da Liga da Europa...

Imagem: UEFA


A Liga da Europa entra na fase mata-mata...

Athletic Bilbao x Apoel
Legia Varsóvia x Ajax
Anderlecht x Zenit
Astra Giurgiu x Genk
Manchester United x Saint-Étienne
Villarreal x Roma
Ludogorets x Copenhague
Celta x Shakhtar Donetsk
Olympiacos x Osmanlispor
Gent x Tottenham
Rostov x Sparta Praga
Krasnodar x Fenerbahçe
Borussia Mönchengladbach x Fiorentina
AZ x Lyon
Hapoel Be’er Sheva x Besiktas
PAOK x Schalke 04

Que tal uma partida de polo sobre elefantes?

Imagem: Prakash Mathema/AFP

Campeonato de pontos corridos multiplica rebaixamento dos grandes...

Imagem: Autor Desconhecido


Pontos corridos multiplicam rebaixamentos de grandes: Inter é o sétimo

Por Rodrigo Mattos

A introdução dos pontos corridos no Brasileiro é a principal responsável pelo aumento do número de rebaixamento dos grandes times.

Em 14 anos, o Internacional é o sétimo a cair para Série B entre os 12 maiores clubes do país.

Antes disso, com outros formatos, apenas Grêmio, Fluminense, Botafogo e Palmeiras tinham ido para a Segunda Divisão em 32 anos.

Desde 2003, quando foi implantado o sistema de pontos corridos, caíram para a Série B: Corinthians, Palmeiras, Vasco (3), Botafogo, Atlético-MG, Grêmio e Internacional.

Ou seja, no total, foram nove quedas de times grandes neste período.

Assim, a maioria das edições teve rebaixamento de algum deles.

Sobraram quatro times que nunca caíram à Segundona no Brasil: São Paulo, Santos, Cruzeiro e Flamengo.

Todos já estiveram ameaçados pela degola em uma ou mais edições dos pontos corridos.

Há duas explicações: o novo sistema tem uma maior justiça esportiva e o número fixo de 20 times.

Com exceção do tapetão de 2013, em que o Fluminense ficou com a vaga da Portuguesa na Série.

A graças à ação no STJD, o resultado de campo prevaleceu em relação a rebaixamentos.

Antes dos pontos corridos, eram comuns as mudanças de fórmulas e aumentos de campeonatos para preservar times grandes.

Foi o que aconteceu com Grêmio e Fluminense na década de 90, resgatados de divisões inferiores por viradas de mesa.

Além disso, com 20 equipes e quatro rebaixados, 20% das equipes são degolados ao final da temporada.

São 12 os grandes clubes do Brasil, ou 60% do total do Brasileiro quando estão todos na Série A.

Logo, é provável que exista um ou outro ameaçado com esse aumento de fluxo entre as divisões.

Para se entender a importância da justiça esportiva, times como a Chapecoense, por exemplo, que cresceram de baixo subindo série por série têm mais dificuldade para ascender quando há barreiras feitas pelos grandes.

Lembre-se que a CBF introduziu os pontos corridos em 2003 e já houve vários ataques ao sistema, assim como tentativas de viradas de mesa para inchar campeonatos.

segunda-feira, dezembro 12, 2016

Cai sim...

Charge: Mário Alberto

SC Internacional vai passar uma temporada na segunda divisão...

Imagem: Fabio Motta/Estadão


Apesar de todas as toscas tentativas de tentar sair de fininho e evitar o rebaixamento...

O que tinha que acontecer aconteceu.

O Internacional de Porto Alegre caiu para a Segunda Divisão...

E caiu com todo o merecimento.

Agora, desculpas e pedidos de perdão pipocam por toda parte...

“O torcedor não merecia isso, a instituição também não. A gente foi muito incompetente no campeonato. Ao longo do campeonato, foi isso. Desculpa é o mínimo. Agora temos que fazer com que esse torcedor tenha orgulho de ser colorado”...

“Estamos com vergonha. O clube mais vitorioso do século, um clube que viveu muitas glórias. Mostrou que só a camisa não vence. É preciso querer e buscar. Nada justifica. Teremos que reerguer a história desse clube. Pedimos perdão”...

As frases são de Alex e Danilo Fernandes respectivamente.

Belas frases, porém, vazias.

Demoraram a descobrir que eram incompetentes e não quiseram buscar quando ainda podiam...

Por fim, o agora ex-presidente, Vitorio Piffero, se despediu com uma velha e surrada declaração...

“Não sou arrogante. A culpa é toda minha. Errei pensado no melhor para o Internacional.”

Maarten Stekelenburg...

Imagem: Toby Melville/Reuters

Campeonato Brasileiro das Séries A, B, C e D de 2017...

Imagem: Autor Desconhecido


Acabou a temporada no Brasil...

Agora, férias e algum descanso.

Porém, não será por muito tempo...

Em janeiro começam os chatos, insossos e deficitários campeonatos estaduais.

Por sorte, não duram muito...

Logo acabam cedendo espaço para o futebol de “verdade”.

Pois bem...

Abaixo quem vai participar do que em 2017.

Campeonato Brasileiro da Série A

Atlético Goianiense/GO
Atlético Mineiro/MG
Atlético Paranaense/PR
Avaí/SC
Bahia/BA
Botafogo/RJ
Chapecoense/SC
Corinthians/SP
Coritiba/PA
Cruzeiro/MG
Flamengo/RJ
Fluminense/RJ
Grêmio/RJ
Palmeiras/SP
Ponte Preta/SP
Santos/SP
São Paulo/SP
Sport/PE
Vasco da Gama/RJ
Vitória/BA

Campeonato Brasileiro da Série B

ABC/RN
América Mineiro/MG
Boa Esporte/MG
Brasil/RS
Ceará/C
CRB/AL
Criciúma/SC
Figueirense/SC
Goiás/GO
Guarani/SP
Internacional/RS
Juventude/RS
Londrina/PA
Luverdense/MT
Náutico/PE
Oeste/SP
Paraná/PA
Paysandu/PA
Santa Cruz/PE
Vila Nova/GO

Campeonato Brasileiro da Série C de 2017...

Grupo A

 ASA/AL
Botafogo/PB                                                                                   
Confiança/SE                                                                                                           
CSA/AL                                                                                                              
Cuiabá/MT                                                                                                               
Fortaleza/CE                                                                                                            
Moto Club/MA                                                                                                        
Sampaio Correa/MA     
Remo/PA                                                                                                                 
Salgueiro/PE                   
                                                                                             

Grupo B

Botafogo/SP
Bragantino/SP
Joinville/SC
Macaé/RJ
Mogi-Mirim/SP
São Bento/SP
Tombense/MG
Tupi/MG
Volta Redonda/RJ
Ypiranga/RS

Campeonato Brasileiro da Série D

São Paulo
Audax
Ituano
Linense
Guaratinguetá
Portuguesa

Minas Gerais
Caldense
URT
Villa Nova

Rio de Janeiro
Boavista
Madureira
Portuguesa

Rio Grande do Sul
Caxias
Novo Hamburgo
São José
São Paulo

Santa Catarina
Brusque
Inter de Lages
Metropolitano

Paraná
J.Malucelli
Maringá
PSTC

Pernambuco
América do Recife
Central
Serra Talhada

Goiás
Anápolis
Aparecidense
Goianésia

Bahia
Fluminense de Feira
Galícia
Juazeirense

Ceará
Guarani de Juazeiro
Icasa
Uniclinic

Pará
Aguia de Marabá
São Francisco
São Raimundo

Alagoas
Murici

Mato Grosso
Araguaia
Sinop

Rio Grande do Norte
América de Natal
Globo
Potiguar

Maranhão
Maranhão

Paraíba
Campinense
Souza

Piauí
River
Altos
Parnahyba

Sergipe
Itabaiana
Sergipe

Acre
Atlético Acreano
Rio Branco

Amapá
Santos
Trem

Amazonas
Nacional
Princesa do Solimões

Distrito Federal
Ceilândia
Luziânia

Espírito Santo
Desportiva Ferroviária
Espírito Santo

Mato Grosso do Sul
Comercial
Sete de Dourados

Rondônia
Genus
Rondoniense

Roraima
Baré
Náutico

Tocantins
Palmas
Tocantinópolis

Stadium of Lights...

Imagem: Scott Heppell/Reuters 

Gabigol, decepcionou...

Imagem: Autor Desconhecido


Gabigol deixou o Brasil com destino a Itália como mais um brasileiro que encantaria a Europa...

A Internazionale de Milão pagou uma fortuna acreditando no “potencial” do jogador.

Parece que não funcionou como o esperado...

Gabigol não encantou.

O craque em 19 partidas oficiais jogou apenas 16 minutos...

Destas, em dez oportunidades sentou no banco de reservas, nove delas sem entrar um minuto sequer.

Com o Blog do Paulinho.

O hotel onde se hospeda o Real Madrid em Yokohama, no Japão...

 Imagem: Diário AS


 Imagem: Diário AS


Imagem: Diário AS

Coritiba lança Green Card para o Campeonato Paranaense...

Imagem: Autor Desconhecido


Coritiba lança Green Card para Campeonato Paranaense

Carnê, vendido como presente de Natal, dá direito a assistir todos os jogos do time como mandante no Estadual

Por Adalberto Leister Filho para o site Máquina do Esporte

O Coritiba lançou seu Green Card, um pacote de ingressos para o torcedor acompanhar o clube durante todo o Campeonato Paranaense.

O produto está à venda a partir desta sexta-feira (dia 9) no site do clube.

Na segunda-feira, o torcedor poderá adquirir o produto na Coritiba Store, na Central de Sócios e no Coritiba Experience ao preço de R$ 119,85.

O pacote dá direito a entrada em todos os jogos do Coritiba como mandante durante o Estadual.

Com o cartão, o torcedor terá acesso ao setor Mauá do estádio do Couto Pereira.

A iniciativa tenta melhorar a venda no setor durante o Paranaense. Em 2016, a área teve ocupação inferior a 20%.

“Identificamos que existe um número grande de torcedores querendo consumir o Coritiba e não possuem o mesmo interesse daqueles que viram sócios, que é uma condição com benefícios muito maiores que pacotes de ingressos”, afirmou Gustavo Hauer, diretor de marketing e comunicação do Coritiba.

“Com o Green Card, contemplamos consumidores bem específicos, além de promovermos a adesão em um torneio em que os números de ocupação dos estádios mostram pouco interesse dos torcedores”, acrescentou o dirigente.

Pelo valor do pacote, cada ingresso sai por menos de R$ 20, considerando apenas a primeira fase da competição.

Caso o Coritiba vá à final (algo que aconteceu em sete dos últimos dez Estaduais), o ticket médio cai para R$ 13.

Penando no período de Natal, o cartão vem em uma embalagem especial.

“O Green Card cumpre também uma função de mercado para o final de ano, pois é um ótimo presente de Natal. Ao final do estadual, quem tiver o Green Card poderá habilitar o cartão na central de sócios, com qualquer plano de sócios”, conta Hauer.

De posse do cartão, o torcedor também poderá aderir ao plano Sócio Campeão, com mensalidade de R$ 19,85 (o preço lembra o ano em que o Coritiba ganhou o Brasileirão).

domingo, dezembro 11, 2016

Vai... chuta logo.

Imagem: Craig Brough/Action Images

Club Atletico Nacional de Medellín chega ao Japão...

Imagem: Club Atletico Nacional de Medellín


O Atlético Nacional de Medellín desembarcou em Tóquio...

A equipe colombiana vai enfrentar o vencedor da partida programada para este domingo entre Mamelodi Sundowns, da África do Sul e o Kashima Antlers, do Japão.

Os colombianos estão sendo muito cuidadosos com os detalhes...

Os jogadores foram orientados em relação ao descanso obrigatório para uma melhor adaptação ao fuso horário, que é de 14 horas em relação à Colômbia.

Outro ponto importante foi a conversa com membros da embaixada colombiana no Japão sobre tatuagens...

Os japoneses consideram as tatuagens ofensivas por questões culturais e por associação a Yakuza, a temida Máfia japonesa.

O técnico Reinaldo Rueda explicou que os jogadores que possuem tatuagens foram instruídos a vestir camisas de manga comprida ou lycra, nos hotéis ou outros locais públicos...

“Não queremos causar embaraços ou constrangimento. Queremos conquistar a simpatia dos japoneses”, disse um dos funcionários da embaixada da Colômbia.

Também se tratou da observância de alguns protocolos do país, observância dos horários, das normas de comportamento pessoal e da disciplina...

Por fim, a embaixada colocou à disposição de María Alejandra Alzate, nutricionista da equipe, um chef de cozinha que cuidará do preparo das refeições da equipe.

Mais um gol com a assinatura de Lionel Messi...

Bola é na rede...

Imagem: Christopher Lee/Getty Images

Vardy detona o Manchester City de Guardiola...

Imagem: Tom Jenkins para o The Guardian


Ontem, diante do Leicester City, Pepe Guardiola deve ter percebido o quanto seus sempre bem montados esquemas precisam de talento...

De nada adiantou ter a bola durante 78% da partida e trocar passes às centenas, faltou aquele capaz de ser determinante.

Já o Leicester contou com a eficiência de Vardy e com precisão dos passes que colocaram o artilheiro em posição de marcar...

No fim o 4 a 2 deixou um claro recado para Guardiola – o City precisa de uma pitada de Barcelona e um punhado de Bayern de Munique.