sábado, novembro 23, 2013

São Caetano 2x2 América... E daí? Já estava tudo decidido mesmo.



Já vinha afirmando a algum tempo que o América já não corria riscos...

Adivinhação?

Especulação?

Vontade de agradar?

Não!

Observação...

Ou melhor, a constatação que os adversários não conseguiriam reagir.

O ASA, repentinamente, perdeu o folego...

Cansou, dobrou a coluna, apoiou às mãos nos joelhos e se entregou.

São Caetano, Paysandu e Atlético Goianiense, atolaram e ficaram patinando na lama.

O Guaratinguetá, nunca se decidiu e, agora, talvez pague o preço de sua indecisão.

Já Oeste, cumpriu seu papel...

Entrou na B e ficou.

Portanto, a confirmação da permanência rubra, não me surpreendeu.

Hoje, a partida contra São Caetano, perdeu o interesse com os resultados do período da tarde...

O América entrou em campo com sua vida decidida, classificado...

O São Caetano, rebaixado.

Claro que a partir daí, não se poderia esperar uma grande partida...

No América, alguns jogadores, aliviados, já entraram contando as horas para férias e outros, segurando o freio de mão...

Afinal, ano novo, contrato, novo...

Não valia a pena correr riscos num jogo sem nenhuma importância vital.

Já o São Caetano, nada tinha a fazer.

Depois que a bola rolou o América foi melhor...

Adriano Pardal fez 1 a 0 aos 17 minutos...

Perdeu outros.

Os rubros dominaram a primeira etapa, mas a pontaria de seus atacantes não permitiu que o placar fosse ampliado.

Na segunda etapa, o São Caetano cresceu...

Tomou o segundo gol aos 11 minutos...

Wanderson marcou para o América.

O São Caetano não se abateu e foi a luta...

Aos 21 minutos, Giancarlo de pênalti diminuiu...

Próximo do fim do jogo, aos 42 minutos, Pedro Carmona, empatou.

Não foi o resultado que o torcedor americano queria, mas foi justo.


Nós somos ótimos!!!

Imagem: AFP/Getty Images/Louisa Gouliamaki

ABC 1x0 Avaí... Ufa!!! Ficou!!!


O jogo ganhou contornos épicos...

O sábado foi logo batizado de o dia do fico.

No entanto, o futebol apresentado pelo ABC na primeira etapa não confirmou a pomposa denominação...

Parecia mais o jogo do talvez.

Em relação ao Avaí:

O discurso era previsível...

Papo de boleiro.

“Não temos mais chances de chegar a Série A, mas viemos para ganhar.”

Papo furado.

Vieram jogar...

O resultado; tanto fazia.

Aliás, comentar zero a zero, principalmente quando as equipes aceitam passivamente o resultado é duro, caro leitor.

Para mim, o fato mais notado, foi a atuação de Maurinho...

No primeiro tempo, o criticado Maurinho, criticou seus críticos, jogando fácil.

Fácil, mas sem o resultado esperado...

Até que aos 39 minutos, Bruno do Avaí estava com a bola...

Poderia ter feito com ela o que quisesse.

Preferiu inventar...

Fez besteira...

Eric Flores, não...

ABC 1 a 0.

Alívio...

Alegria...

Fim do primeiro tempo.

No segundo tempo, o ABC deixou de jogar...

Maurinho, sumiu...

Eric Flores, deu um tempo...

E o Avaí, que não estava a fim de suar, teve que jogar.

Lá para as tantas, o ABC acordou...

Pressionou, apertou, tentou...

Teve dificuldades em acertar o gol...

Chegou a bombardear com Rodrigo Silva e Alvinho, mas Tiago salvou...

Depois, amornou...

Aí, o árbitro apitou e confirmou a permanência na Série B...

No sábado do fico, o ABC ficou.

Um segundo antes e o gol seria evitado...

Imagem: Reuters/Eddie Keogh

Dedé e Vasco da Gama; a história de um amor verdadeiro...



Dedé pediu para não jogar hoje contra o Vasco.

Certamente muitos vão apontar seus indicadores em sua direção...

Não vão faltar críticas...

Acusações...

E até mesmo palavrões.


Dedé pediu para não jogar hoje contra o Vasco.

Dedé cumpriu sua missão...

Honrou a camisa de seu atual clube...

Fez o seu melhor...

Foi campeão.


Dedé pediu para não jogar hoje contra o Vasco.

Senti um aperto forte no peito...

Ontem, 36 anos se passaram desde que meu pai morreu...

O vascaíno que me levou pelo braço e me apresentou aquele seria um amor para todo sempre...

Meu amor, amor de meu pai...

Amor que consegui transferir para meu filho.

Amor que vejo brotar no coração de Dedé...

Tão forte como o amor que pulsa em meu coração.


Dedé pediu para não jogar hoje contra o Vasco.

Obrigado Dedé...

Mas, jogue...

Cumpra seu papel na vida...

Cair não será o fim...

Afinal, merecemos...

Nada foi feito para evitar a queda...

O Vasco dos meu tempos de menino agoniza...

Lentamente se esvai...

Roubado, vilipendiado, extorquido, sangrado até a última gota...

Jogue Dedé...

Jogue como sempre jogou...

Jogue por amor ao futebol, pois ao Vasco, você nada precisa provar...

Quem ama o Vasco, sabe o amor que você tem em seu coração.