domingo, janeiro 25, 2015

A Bundesliga pressiona a Premier League...



A Bundesliga tem o que comemorar...

Diferente da visão que se tem no Rio Grande do Norte, onde vagas para competições maiores são o ouro dos tolos e a presença de público é vista como um detalhe, lá, o lucro vem com o público nos estádios...

A temporada 2013/2014 terminou com um faturamento recorde de € 2,45 bilhões (R$ 7,41 bilhões...)

Um aumento de 12,9% em relação ao campeonato anterior.

Porém, o que mais impressiona é que segundo relatório divulgado em Frankfurt pela direção da Bundesliga, esse é décimo ano seguido que o futebol alemão obtém aumento na arrecadação...

 Para coroar, 13 dos 18 clubes da primeira divisão da Alemanha conseguiram lucro...

Um a mais que em 2012/2013...

Portanto, apenas cinco equipes ficaram de fora.

Logo abaixo, a segunda divisão do país também colheu sucesso...

A Bundesliga 2, obteve um montante recorde, com faturamento de € 458 milhões (R$ 1,384 bilhão).

“Neste ano, é quase certeza de que iremos superar a marca de € 2,5 bilhões pela primeira vez”, disse Christian Seifert, gerente da liga alemã.

Os novos números colocam a Liga Alemã, atrás apenas da Premier League da Inglaterra, que arrecadou € 3 bilhões (R$ 9,07 bilhões)...

A Alemanha está à frente de Espanha, Itália e França.

Em relação a presença de público nos estádios, a Bundesliga lidera o ranking mundial, com média de 42.609 torcedores por partida, o que representa mais de 90% de ocupação dos assentos.

Ah...

A Bundesliga também classifica suas equipes para torneios continentais importantes.

Dois contra um...

Imagem: AFP/Bay Ismoyo

As mulheres mesmo derrotadas na justiça, conseguem algumas vitórias...



Mulheres retiram processo contra gramado artificial na Copa, mas conseguem algumas vitórias

Por: Bruno Bonsanti

As mulheres aceitaram a derrota no processo que moviam contra a Fifa e a Federação Canadense por discriminação de gêneros e retiraram o processo que haviam aberto em um tribunal de Ontário, mas não deixaram o campo de batalha sem algumas vitórias importantes. 

Além das conquistas palpáveis, mostraram a quem organiza o futebol feminino que não vão aceitar um tratamento inferior ao dos homens sem gritaria.

O imbróglio começou quando as principais jogadoras do mundo ficaram sabendo que toda a Copa do Mundo de 2015, no Canadá, com início marcado para 6 de junho, seria disputada em gramados artificiais, inclusive as semifinais e a decisão. 

Lideradas pela americana Abby Wambach, dezenas de atletas enviaram uma carta à Fifa e à FCF pedindo direitos iguais aos dos homens, que nunca precisaram jogar as suas principais partidas em nada que não fosse grama muito bem cuidada. 

Diante da insistência, entraram na justiça baseando-se em uma lei canadense que proíbe qualquer tipo de discriminação de gênero.

Mesmo com o apoio de boa parte do público, e de estrelas como Tom Hanks e Kobe Bryant, os acusados usaram táticas jurídicas para vencer esse primeiro round. 

Não aceitaram um julgamento expresso, fizeram de tudo para atrasar o processo legal e ainda ameaçaram algumas jogadoras por trás da ação, segundo os advogados das mulheres. 

As jogadoras alegam que a mexicana Teresa Noyola e as francesas Camille Abily e Elise Bussaglia receberam ameaças de represálias se não retirassem seus nomes do processo, inclusive de serem barradas das seleções nacionais, como no caso de Noyola. 

De fato, as três desistiram da ação legal em dezembro.

Mas o processo rendeu algumas garantias. Primeiro, o terrível gramado artificial do BC Place, palco da final, será trocado por um muito melhor. 

A tecnologia da linha do gol será utilizada durante a Copa do Mundo e a edição de 2019 será realizada em gramados de verdade, até porque as candidaturas da França e da Coreia do Sul, as favoritas, não mencionam campos artificiais.

Com algumas exigências cumpridas, decidiram retirar o processo para definir de uma vez o tipo de campo que será usado no Canadá e iniciar os treinamentos. 

Um boicote nunca foi cogitado. 

Como disse a ex-jogadora da seleção canadense Carrie Serweetnyk, as mulheres jogariam “em um campo de vidro e agulhas” pela Copa do Mundo. 

“As jogadoras estão fazendo o que a Fifa e a Federação Canadense provaram-se incapazes de fazer: colocando o futebol à frente de tudo”, afirmou o advogado das mulheres Hampton Dellinger.

O principal foi a mobilização entre praticamente todas as grandes atletas do esporte contra uma situação injusta e discriminatória. 

Mostraram que não aceitarão qualquer coisa, como se a Fifa estivesse lhes fazendo um favor, sem fazer barulho e fizeram Joseph Blatter passar vergonha às vésperas de uma eleição presidencial. 

Segundo Wambach, foi apenas o começo. 

“Nossa ação legal terminou, mas tenho a esperança que a vontade das jogadoras para combater um campo de jogo discriminatório marque o começo de mais ações que assegurem o tratamento justo do esporte feminino”, afirmou.  

sábado, janeiro 24, 2015

A Super Copa Maranhão...






Sabe aquele torneio que a Federação Maranhense de Futebol organizou para comemorar a inclusão do Estado na Copa do Nordeste?

Começou...

E, começou bem.

Ontem, dois jogos foram realizados pela Super Copa Maranhão – é assim que denominaram o evento...

No primeiro jogo, os convidados, Náutico de Recife e Vitória da Bahia, se enfrentaram...

Deu Náutico...

2 a 1.

Na partida principal, os clubes de São Luís, Sampaio Correa e Moto Clube jogaram uma partida para lá de disputada...

Deu Sampaio Correa...

2 a 1.

Amanhã, Sampaio Correa e Náutico decidem quem será o campeão do torneio...

O vencedor leva além do troféu, 100 mil reais...

O segundo colocado, 80 mil e, o terceiro e o quarto colocados, 60 mil.

Isso sem contar que todas as despesas dos clubes durante o evento foram bancadas pela Federação Maranhense de Futebol...

Detalhe, em todos os jogos foram cobrados meia entrada.

Pela Copa da Ásia, o Iraque eliminou nos pênaltis o Iran - 7 a 6, depois de um 3 a 3 no tempo normal... O Japão também foi eliminado - Caiu nos pênaltis para os Emirados Árabes - 5 a 4, depois de um 1 a 1 nos 90 minutos.

Imagem: Trivela