quarta-feira, março 14, 2012

O substituto...



Charge: Gustavo Duarte

José Vanildo sei lá como, encontrou pontos positivos na gestão de Ricardo Teixeira...



Quando encontrar o presidente da FNF – Federação Norte-Rio-Grandense de Futebol – vou passar meu braço a volta de seu ombro e aproveitar a amizade que temos para lhe fazer uma pergunta bem simples:

- Meu amigo, Zé Vanildo, onde você achou algum ponto positivo na gestão do Ricardo Teixeira?

Em 23 anos de gestão, nossos estádios foram sucateados, tanto é verdade, que não tínhamos nenhum capaz de receber a Copa do Mundo...

A Copa do Brasil foi implantada na gestão dele, mas a proposta foi da Pelé Sports e Marketing...

As duas copas que ganhamos durante sua administração pode para alguns ter sido por causa dele, mas para mim, ganhamos, apesar dele...

Ricardo demorou de 1989 a 2003 para aceitar o estatuto do torcedor...

Tentou de todas as maneiras, boicotar o campeonato de pontos corridos...

Abençoou todo tipo de virada de mesa.

Na volta da copa dos Estados Unidos, Ricardo Teixeira, a comitiva, a comissão técnica e jogadores foram flagrados contrabandeando produtos comprados durante o evento...

Escapou de duas CPI’s graças ao apoio de políticos parecidos com ele...

Foi humilhado pela justiça da Suíça ao ter que devolver as propinas que ele e seu sogro, João Havelange, receberam da ISL, como única maneira de parar o processo que ameaçava os dois...

Por fim, entre tantas outras coisas que agora me fogem, foi flagrado depositando dinheiro recebido da Ailanto Marketing, responsável por organizar a partida entre as seleções do Brasil e Portugal em Brasília, na conta corrente de sua filha menor...

Portanto, insisto meu caro amigo...

O que você viu de positivo na gestão de Ricardo Teixeira?

Mas, para que eu não pareça radical, lhe dou um desconto...

A FNF é paupérrima, pobre, pobre de marré, marré de si...

Portanto, seria difícil para você, peitar o imperador da CBF, pois todos sabem que a dignidade e respeitabilidade que você conseguiu dar a federação só foi possível, graças a sua vontade de mudar e os 30 mil reais que eram depositados mensalmente pela confederação...

Brigar com Ricardo, seria fechar a torneira e colocar pedras e espinhos no caminho dos nossos clubes...

Entendo sua declaração, afinal você sabe que Marin é a continuidade...

Entretanto, discordo...

O silencio ou uma saída pela direita como faria o velho leão da montanha, ficaria melhor.


Cheguei galera...



Imagem: Ottmar Winter

Timo Konietzka - morreu o jogador que marcou o primeiro gol da Bundesliga...




Imagem: Picture Alliance - Timo Konietzka é o jogador em segundo plano



Na segunda-feira passada, morreu em Brunnen na Suíça, aos 73 anos, Friedhelm “Timo” Konietzka...

Konietzka ficou famoso por marcar em 1963, no dia 24 de agosto, aos 58 segundos, o primeiro gol da então recém-criada Bundesliga (formato atual do campeonato alemão) na partida entre o seu clube, o BV Borussia 09 Dortmund e o SV Werder Bremen.

Nascido em Lünen em 02 de agosto de 1938, Timo, trabalhou em sua cidade natal nas minas de carvão desde os 14 anos...

Nos períodos de folga, jogava futebol do VfB Lünen 08, até ser descoberto aos 20 anos pelo jogador do Borussia Dortmund, Helmut Bracht.

O apelido Timo, se deve a sua semelhança com o Marechal soviético, Semyon Konstantinovich Timoschenko.

Konietzka foi campeão alemão pelo BV Borrusia 09 Dortmund em 1963 e pelo Turn und Sportverein 1869 München em 1966.

Ao encerrar sua carreira, Timo Konietzka treinou equipes suíças e foi tri campeão pelo FC Zürich – 1974, 1975 e 1976.

Em 1977 chegou as semifinais da Taça dos Campeões da Europa e foi eliminado pelo Liverpool FC, então a equipe dominante no continente europeu.

No ano de 1982, conquistou com o Grasshoper Club Zürich mais um título de campeão suíço.

Entretanto, Timo Konietzka nasceu para recordes...

Na temporada 1966/67, ainda jogando pelo TSV 1860, agrediu o árbitro Max Spinnler e pegou a maior suspenção já aplicada a um jogador alemão – 6 meses.

Dono de uma forte personalidade e de um caráter reto e firme, Konietzka ao descobrir em 2010 que o câncer diagnosticado no ducto biliar era incurável, afirmou diante das câmeras da televisão suíça que estava se preparando para a morte...

Defensor da eutanásia, na segunda-feira, dia 12 de março de 2012, com autorização das autoridades suíças e com a ajuda da organização Exit International, entidade fundada pelo médico australiano Philip Nitschke e especializada em eutanásia voluntária/ suicídio assistido, Konietzka pôs fim a sua vida e ao seu sofrimento.

Konietzka, vivia em Brunnen com sua mulher Cláudia.


É drama... continua o jogo.



Imagem: Getty Images - AFP - Atta Kenare

Há vida inteligente no futebol... mas, não muitas.



Com paciência, perseverança e dedicação, é possível encontrar no meio dos jogadores de futebol, alguns cérebros...

Não serão muitos.

Porém, quem os encontrar vai sentir uma enorme satisfação por constatar que em meio a tanto pagodeiro baladeiro e religioso chato a reverberar clichês e frases feitas cunhadas por seus gurus religiosos, existe um ou outro cuja massa cinzenta está apta a pensar.

Encontrei um navegando nas longas madrugadas.

Chama-se Paulo André, é zagueiro e joga no Corinthians...

Que bom, ainda há esperança.



O Futebol brasileiro está atrasado.


Se dissermos que o jogo de futebol se divide em três princípios básicos e deles, todas as variações são possíveis, eu diria que:

tecnicamente sempre fomos muito superiores a qualquer outra nação;

fisicamente, em algum período, chegamos a ser inferiores;

e taticamente sempre sofremos com a falta de disciplina na aplicação da estratégia porque éramos tão melhores jogadores de bola que sempre achamos um jeito de vencer nossos rivais.

Assim sendo, inicialmente decidimos resolver a discrepância física e incrementamos toda a cientificidade oferecida pelos melhores estudos e artigos já produzidos para construirmos o atleta ideal.

O intuito era nos equipararmos aos europeus e para isso, quebramos inúmeras barreiras culturais introduzindo a musculação e os treinos físicos específicos para jogadores de futebol.

Durante anos os especialistas na área tinham vontade de vomitar ao escutar dirigentes, treinadores e comentaristas dizendo que a musculação deixaria o jogador travado.

De qualquer forma e com certa demora, evoluímos muito na qualidade dos treinos físicos e permitimos que a ciência entrasse no futebol brasileiro.

Até aí, tudo bem.

Conseguimos igualar a valência física e continuamos com a supremacia técnica.

Éramos então praticamente imbatíveis.

Mas em algum momento da história do futebol e da economia brasileira, os clubes se encontravam em péssima condição financeira e não conseguiam gerar outro tipo de renda que não com a venda de jogadores para o mercado europeu.

Demoramos muito para nos estruturarmos, explorarmos o marketing e a paixão doentia do nosso torcedor, gerando receitas que, aliadas aos direitos de TV, tornassem o clube autossuficiente.

Então, o único meio de sobrevivência encontrado por dirigentes amadores e despreparados naquela época era vender atletas à Europa para solver dívidas e contratar medalhões, ganhando assim, o apoio popular.

Desde então, estamos produzindo jogadores para os europeus, buscando selecioná-los e prepará-los de acordo com o perfil de jogo que facilita essa negociação.

Pior que isso, o nosso erro foi acreditar que o atleta ideal era aquele que existia na Europa.

Boa estatura, forte, sem muita ginga (pois futebol já não era mais brincadeira), disciplinado, com bom jogo aéreo e o mais importante, com nome e sobrenome.

Chegamos ao cúmulo de tirar até os apelidos dos nossos meninos da base para que eles ficassem mais vendáveis aos olhos e aos cofres do velho continente.

Em pleno século 20, ainda éramos colônia, explorados pelos europeus que compravam barato e lucravam com o desempenho e as futuras transferências daqueles “produtos” importados.

Apesar disso, nós brasileiros estávamos felizes e pensávamos que essa “facilidade” de achar matéria-prima abundante e vendê-la para o além-mar era a salvação da lavoura.

Não nos preocupávamos com o êxodo de jogadores porque a renovação e o talento eram tão naturais do nosso povo que a cada ano surgiam mais e mais jogadores de qualidade.

Se quiséssemos, montaríamos três ou quatro seleções em condições de ganhar uma mesma Copa do Mundo.

Nesse período (e durante esse processo), ainda mantínhamos a supremacia técnica e por isso demoramos anos para perceber que o jogo também evoluiu.

O futebol passou a ser estudado e analisado tanto quanto o organismo humano ou a economia mundial.

Também pudera, algo que gera tantos bilhões de dólares e movimenta outros tantos bilhões de torcedores ao redor do planeta não poderia ser deixado ao azar ou ao talento nato de seus praticantes.

Então, enquanto nos dedicávamos aos treinos físicos – com tiros de 1000m, 300m etc… – os europeus faziam tudo dentro do campo, com a bola.

Trabalhos mais intensos e disputados, mini jogos que exploravam especificamente um princípio de ataque ou de defesa, tudo inserido ao jogo.

Cada treino tinha um objetivo e o sincronismo dos movimentos de pressão ao adversário, de bloco alto (encurtar o campo), de trocas de passes rápidas e com o menor número possível de toques na bola se tornaram exigências do futebol contemporâneo.

A linha de 4 defensiva e a tentativa de roubar a bola no campo adversário já eram praticadas muito antes de eu chegar à Europa em 2006.

Estamos em 2012 e no Brasil tem gente que ainda fala em ala, três zagueiros e volante de contenção.

A falta de visão, de protecionismo, de estímulos para a manutenção de talentos e de desenvolvimento do estilo brasileiro de se jogar futebol se revela hoje, duas décadas depois, um grave problema.

Nos esquecemos de investir em planejamento, estruturação e, principalmente, capacitação de profissionais para darmos sequência à produção e consolidação da nossa hegemonia no futebol mundial.

Nos preocupamos em vender a nossa Seleção e esquecemo-nos de reinvestir o lucro nas futuras gerações.

Usamos os “produtos” produzidos e formados pelos nossos clubes, mas esquecemos de retribuir o serviço com a criação de campeonatos mais fortes e rentáveis, infraestrutura de qualidade (estádios, gramados, etc…) e capacitação de pessoas em todas as áreas do esporte brasileiro (gestores, técnicos, preparadores físicos, scouts etc…).

Estamos atrasados.

Quase não temos cursos capacitantes que valham à pena.

O círculo do futebol brasileiro é restrito, fechado e avesso a novas ideias.

Quase não temos estudiosos do jogo, das variações táticas ou dos treinamentos específicos.

Nossa formação de base não ensina para o futebol atual, mas, sim, para o futebol de outrora.

Insistimos em coisas do arco da velha simplesmente porque a maioria dos nossos ex-jogadores (atuais treinadores) não está preparada para formar novos atletas.

Falta conhecimento e posteriormente a aplicação de ferramentas como a teoria do jogo, a psicologia e a pedagogia aplicadas ao esporte para que possamos sair do marasmo em que nos encontramos.

Precisamos abdicar de fórmulas que um dia deram certo e que se tornaram tradicionais para chacoalhar os estaduais, as divisões inferiores e os times “pequenos”, assim como um dia passamos do sistema de mata-mata para pontos corridos, dando mais estabilidade financeira aos clubes e atletas.

Talvez seja a hora de quebrarmos outros paradigmas.

Admitir que o modelo está ultrapassado e que precisamos mudar é o primeiro passo.

O problema é que poucas pessoas estão preocupadas com isso.

Na verdade poucos enxergam o atraso, só reclamam que a Seleção não está bem.

Novos valores e estudiosos do jogo não conseguem se inserir no meio porque não jogaram futebol e não tem a confiança do mercado.

A categoria de base da maioria dos clubes brasileiros está jogada ao Deus dará.

Os cargos dentro dos clubes, federações e confederações ainda são políticos e não técnicos. Isso tem que mudar!

O Brasil se encontra em uma encruzilhada.

Na verdade, estamos parados diante dela há alguns anos, observando, com olhos fixos, a estrada que nos trouxe até aqui.

Ela é repleta de flores, encantos e conquistas.

Revendo o trajeto, nos apaixonamos pela construção da nossa história e temos a certeza e o orgulho de saber que os melhores times e os maiores jogadores que o planeta já viu foram brasileiros.

Enxergamos também que ganhamos, orgulhosa e merecidamente, o apelido de “País do futebol”, o maior exportador de pé-de-obra que o mundo conheceu.

Dominamos o futebol mundial e possuímos, por anos, estrelas em todos os grandes campeonatos nacionais do velho continente.

Todos tinham medo da camisa amarela e os brasileiros, encantados, paravam para ver a seleção canarinho jogar.

Por tudo isso, passamos anos desfrutando da beleza do nosso futebol e do avanço que tínhamos sobre os demais.

Acreditamos que tudo era possível ao país que tem no DNA de seu povo, o talento do futebol.

Hoje, olhando ao redor, mais próximos da encruzilhada, ainda pelo caminho que construímos, vemos sonhos, delírios e extravagâncias que desperdiçaram tempo e dinheiro e não se transformaram em nada.

Um período sonolento em que a falta de capacidade se justificou de inúmeras formas, especialmente pelo passado esplendoroso que construímos.

Mas eis que recentemente, atônitos e ainda parados na estrada, fomos despertados pelo barulho ruidoso dos motores espanhóis, holandeses e alemães que passaram por nós sem pedir licença.

Aceleraram em tamanha velocidade que ainda não conseguimos reparar quais as novas peças da engrenagem os fazem acelerar tão de pressa.

E cá estamos nós, olhando fixamente para a encruzilhada buscando dicas de para onde seguir ou qual o melhor caminho a tomar.




terça-feira, março 13, 2012

Ricardo Teixeira, antes e agora...



Charge: Mario Alberto


Charge: Mario Alberto

A estrela está solitária por que quer...



Imagem: Autor Desconhecido

Ricardo Teixeira renunciou...



Juca Kfouri é autor de uma das mais bem humoradas e inteligentes frases sobre a longa permanência de Ricardo Teixeira a frente da CBF...

“Tome chá de cadeira esperando a queda de Ricardo Teixeira”.

A frase repetida incansavelmente por Juca tornou-se célebre e por fim, realidade.

Ricardo Teixeira renunciou.

Podemos todos enfim, levantar da cadeira e comemorar.

Infelizmente não foi bem uma queda, não tão estrepitosa como desejaríamos...

Ricardo não se esparramou no chão e lá permaneceu com cara de idiota...

Mesmo acossado e ciente que não havia saída, armou uma armadilha para os ainda descrentes, quando anunciou que permaneceria...

Reuniu seus meninos amestrados numa reunião, onde mudou os estatutos da CBF, fez promessas, distribuiu uma graninha e afirmou que ficaria até o fim de seu mandato em 2015.

Tudo teatro, Ricardo Teixeira já sabia que não havia mais como se sustentar na CBF e no COL.

A presidente Dilma Rousseff deixou claro que preferia encontrar o José Serra num inferninho e dançar a noite toda, a cruzar com Teixeira...

Joseph Blatter antigo bom companheiro deu-lhe as costas, enterrou sua sonhada candidatura à presidência da FIFA e passou a flertar abertamente com Michel Platini, presidente da UEFA.

Os deputados da bancada da bola, antes defensores ardorosos de Teixeira, começaram a pipocar...

Tiraram o pé das divididas e alegando desconforto muscular, abandonaram o jogo...

Não havia mais o que fazer.

Ricardo Teixeira então fez o que costumam fazer os brasileiros e brasileiros que flagrados num malfeito, fazem...

Escreveu uma “emotiva” carta renuncia, onde alega precisar cuidar de sua saúde e estar mais perto da família...

Pediu ao seu sucessor que a divulgasse e partiu para o “exilio” em Miami...

Lá, ficará imune, impune e suficientemente rico para continuar “cagando montão”.

Porém, o pior de tudo isso é que sua renuncia em nada muda a estrutura do futebol brasileiro...

Seu sucessor não é lá figura das mais cheirosas e, olhando em direção ao horizonte, sou obrigado a concordar com o jornalista Victor Birner que diz:


“Não vejo ninguém disposto a comprar brigas importantes como a reformulação do calendário, cobrança de responsabilidade financeira dos clubes, fiscalização das federações (várias delas têm seus Ricardos Teixeiras)”…





No salão do automóvel em Genebra, não havia só carros para admirar...


Imagem: Marca

Aos que lutaram pela queda de Ricardo Teixeira...



A saída de Ricardo Teixeira é uma divida que temos para com todos aqueles torcedores que realizaram caminhadas de protesto, tuitaços e todo tipo de demonstração de repudio a administração de ex-presidente da CBF e do COL...

Inegavelmente, Juca Kfouri merece o muito obrigado de todos nós...

Foram mais de 20 anos enfrentado o ex-presidente da CBF...

Ninguém foi tão processado por Teixeira quanto ele.

A cada denúncia do jornalista, um novo processo era movido.

Entretanto, temos um enorme divida com o jornalista britânico, Andrew Jennings.

Foi ele que com seu livro “Jogo Sujo”, desvendou para o mundo as malandragens de João Havelange e seu genro, Ricardo Teixeira.

Devemos o futebol aos britânicos e agora, devemos a um deles, o fim de uma dinastia das mais maléficas.




A pedidos, Gloria Comerma a musa do Hockey espanhol está de volta...



Imagem: Manel Montilla

Nem todo mundo vive de especulação e sensacionalismo...



Quando a notícia sobre a provável renuncia de Ricardo Teixeira começaram a pipocar na imprensa do sudeste do Brasil, não entendi como especulação...

Os jornalistas envolvidos, não arriscariam sua credibilidade em busca de leitores, publicando conversa de corredor ou informação de mesa de bar, a não ser que a fonte fosse potável e cristalina...

Nenhum deles precisa de audiência a qualquer preço.

Portanto, li e acreditei, mas como é dever de todo aquele que informa, busquei com alguns amigos residentes por aquelas bandas, um pouco mais informação e, diante do que ouvi, repercuti no Fernando Amaral FC o foi publicado sobre Ricardo Teixeira e seu fim próximo.

Fiz bem, eles estavam certos.

Diga-me o que leu e quem leu, e eu, saberei o que aprendeu.




segunda-feira, março 12, 2012

Para de perder gol... eu não vou ser demitido por sua causa.



Imagem: Uwe Kraft

A terceira rodada do segundo turno do campeonato potiguar de 2012...



- No sábado em Goianinha o Palmeira empatou com o Caicó, lanterna da competição e confirmou sua irregularidade...

A equipe com mais baixo que altos, não consegue decolar.

Luciano Paraíba marcou para o Caicó no primeiro tempo e na segunda etapa, Damião marcou o gol do Palmeira.

- No domingo, a terceira rodada do campeonato potiguar de 2012 teve prosseguimento com o ASSU vencendo o Potiguar por 1x0...

Magno marcou para o ASSU.

- Em Caicó, o Corintians com um gol de Zé Maria saiu na frente, mas acabou cedendo o empate para o Santa Cruz...

O gol do Santa Cruz foi marcado por Marcelo.

Eu gosto tanto de você...



Imagem: Thorsten Baering