Imagem: Getty Images - Alex Livesey
Este espaço não propõe defesa nem ataque a nenhum clube ou pessoa. Este espaço se destina à postagem de observações, idéias, fatos históricos, estatísticas e pesquisas sobre o mundo do futebol. As opiniões aqui postadas não têm o intuito de estabelecer verdades absolutas e devem ser vistas apenas como uma posição pessoal sujeita a revisão. Pois reconsiderar uma opinião não é sinal de fraqueza, mas sim da necessidade constante de acompanhar o dinamismo e mutabilidade da vida e das coisas.
quinta-feira, março 15, 2012
Como o presidente do Barcelona vê as categorias de base...
- “As crianças podem sonhar ao
verem que o Barcelona joga com nove jogadores formados em casa”.
Frase de Sandro Rosell sobre a
possibilidade de qualquer menino vir um dia a vestir a camisa do Barcelona.
Como Maradona vê a si mesmo...
- “Se Pelé é Beethoven, eu sou Ron
Wood, Keith Richards e Bono”.
Frase de Maradona depois que Pelé
se comparou a Beethoven.
quarta-feira, março 14, 2012
José Vanildo sei lá como, encontrou pontos positivos na gestão de Ricardo Teixeira...
Quando encontrar o presidente da
FNF – Federação Norte-Rio-Grandense de Futebol – vou passar meu braço a volta de
seu ombro e aproveitar a amizade que temos para lhe fazer uma pergunta bem
simples:
- Meu amigo, Zé Vanildo, onde
você achou algum ponto positivo na gestão do Ricardo Teixeira?
Em 23 anos de gestão, nossos
estádios foram sucateados, tanto é verdade, que não tínhamos nenhum capaz de
receber a Copa do Mundo...
A Copa do Brasil foi implantada
na gestão dele, mas a proposta foi da Pelé Sports e Marketing...
As duas copas que ganhamos
durante sua administração pode para alguns ter sido por causa dele, mas para
mim, ganhamos, apesar dele...
Ricardo demorou de 1989 a 2003
para aceitar o estatuto do torcedor...
Tentou de todas as maneiras, boicotar o campeonato de pontos corridos...
Abençoou todo tipo de
virada de mesa.
Na volta da copa dos Estados
Unidos, Ricardo Teixeira, a comitiva, a comissão técnica e jogadores foram
flagrados contrabandeando produtos comprados durante o evento...
Escapou de duas CPI’s graças ao
apoio de políticos parecidos com ele...
Foi humilhado pela justiça da
Suíça ao ter que devolver as propinas que ele e seu sogro, João Havelange,
receberam da ISL, como única maneira de parar o processo que ameaçava os
dois...
Por fim, entre tantas outras
coisas que agora me fogem, foi flagrado depositando dinheiro recebido da Ailanto Marketing,
responsável por organizar a partida entre as seleções do Brasil e Portugal
em Brasília, na conta corrente de sua filha menor...
Portanto, insisto meu caro
amigo...
O que você viu de positivo na
gestão de Ricardo Teixeira?
Mas, para que eu não pareça
radical, lhe dou um desconto...
A FNF é paupérrima, pobre, pobre
de marré, marré de si...
Portanto, seria difícil para
você, peitar o imperador da CBF, pois todos sabem que a dignidade e respeitabilidade
que você conseguiu dar a federação só foi possível, graças a sua vontade de
mudar e os 30 mil reais que eram depositados mensalmente pela confederação...
Brigar com Ricardo, seria fechar
a torneira e colocar pedras e espinhos no caminho dos nossos clubes...
Entendo sua declaração,
afinal você sabe que Marin é a continuidade...
Entretanto, discordo...
Entretanto, discordo...
O silencio ou uma saída pela
direita como faria o velho leão da montanha, ficaria melhor.
Timo Konietzka - morreu o jogador que marcou o primeiro gol da Bundesliga...
Imagem: Picture Alliance - Timo Konietzka é o jogador em segundo plano
Na segunda-feira passada, morreu
em Brunnen na Suíça, aos 73 anos, Friedhelm “Timo” Konietzka...
Konietzka ficou famoso por marcar
em 1963, no dia 24 de agosto, aos 58 segundos, o primeiro gol da então recém-criada
Bundesliga (formato atual do campeonato alemão) na partida entre o seu clube, o
BV Borussia 09 Dortmund e o SV Werder Bremen.
Nascido em Lünen em 02 de agosto
de 1938, Timo, trabalhou em sua cidade natal nas minas de carvão desde os 14
anos...
Nos períodos de folga, jogava
futebol do VfB Lünen 08, até ser descoberto aos 20 anos pelo jogador do
Borussia Dortmund, Helmut Bracht.
O apelido Timo, se deve a sua
semelhança com o Marechal soviético, Semyon Konstantinovich Timoschenko.
Konietzka foi campeão alemão pelo
BV Borrusia 09 Dortmund em 1963 e pelo Turn und Sportverein 1869 München em
1966.
Ao encerrar sua carreira, Timo
Konietzka treinou equipes suíças e foi tri campeão pelo FC Zürich – 1974, 1975
e 1976.
Em 1977 chegou as semifinais da
Taça dos Campeões da Europa e foi eliminado pelo Liverpool FC, então a equipe
dominante no continente europeu.
No ano de 1982, conquistou com o
Grasshoper Club Zürich mais um título de campeão suíço.
Entretanto, Timo Konietzka nasceu
para recordes...
Na temporada 1966/67, ainda jogando
pelo TSV 1860, agrediu o árbitro Max Spinnler e pegou a maior suspenção já
aplicada a um jogador alemão – 6 meses.
Dono de uma forte personalidade e
de um caráter reto e firme, Konietzka ao descobrir em 2010 que o câncer
diagnosticado no ducto biliar era incurável, afirmou diante das câmeras da
televisão suíça que estava se preparando para a morte...
Defensor da eutanásia, na
segunda-feira, dia 12 de março de 2012, com autorização das autoridades suíças
e com a ajuda da organização Exit International, entidade fundada pelo médico australiano
Philip Nitschke e especializada em eutanásia voluntária/ suicídio assistido, Konietzka
pôs fim a sua vida e ao seu sofrimento.
Konietzka, vivia em Brunnen com sua mulher Cláudia.
Há vida inteligente no futebol... mas, não muitas.
Com paciência, perseverança e dedicação,
é possível encontrar no meio dos jogadores de futebol, alguns cérebros...
Não serão muitos.
Porém, quem os encontrar vai
sentir uma enorme satisfação por constatar que em meio a tanto pagodeiro baladeiro
e religioso chato a reverberar clichês e frases feitas cunhadas por seus gurus
religiosos, existe um ou outro cuja massa cinzenta está apta a pensar.
Encontrei um navegando nas longas
madrugadas.
Chama-se Paulo André, é zagueiro e joga no Corinthians...
Que bom, ainda há esperança.
O Futebol brasileiro está
atrasado.
Por Paulo André - http://www.pauloandreoficial.com.br/site2/
Se dissermos que o jogo de
futebol se divide em três princípios básicos e deles, todas as variações são
possíveis, eu diria que:
tecnicamente sempre fomos muito
superiores a qualquer outra nação;
fisicamente, em algum período,
chegamos a ser inferiores;
e taticamente sempre sofremos com
a falta de disciplina na aplicação da estratégia porque éramos tão melhores
jogadores de bola que sempre achamos um jeito de vencer nossos rivais.
Assim sendo, inicialmente
decidimos resolver a discrepância física e incrementamos toda a cientificidade
oferecida pelos melhores estudos e artigos já produzidos para construirmos o
atleta ideal.
O intuito era nos equipararmos
aos europeus e para isso, quebramos inúmeras barreiras culturais introduzindo a
musculação e os treinos físicos específicos para jogadores de futebol.
Durante anos os especialistas na
área tinham vontade de vomitar ao escutar dirigentes, treinadores e
comentaristas dizendo que a musculação deixaria o jogador travado.
De qualquer forma e com certa
demora, evoluímos muito na qualidade dos treinos físicos e permitimos que a
ciência entrasse no futebol brasileiro.
Até aí, tudo bem.
Conseguimos igualar a valência
física e continuamos com a supremacia técnica.
Éramos então praticamente
imbatíveis.
Mas em algum momento da história
do futebol e da economia brasileira, os clubes se encontravam em péssima
condição financeira e não conseguiam gerar outro tipo de renda que não com a
venda de jogadores para o mercado europeu.
Demoramos muito para nos
estruturarmos, explorarmos o marketing e a paixão doentia do nosso torcedor,
gerando receitas que, aliadas aos direitos de TV, tornassem o clube autossuficiente.
Então, o único meio de
sobrevivência encontrado por dirigentes amadores e despreparados naquela época
era vender atletas à Europa para solver dívidas e contratar medalhões, ganhando
assim, o apoio popular.
Desde então, estamos produzindo
jogadores para os europeus, buscando selecioná-los e prepará-los de acordo com
o perfil de jogo que facilita essa negociação.
Pior que isso, o nosso erro foi
acreditar que o atleta ideal era aquele que existia na Europa.
Boa estatura, forte, sem muita
ginga (pois futebol já não era mais brincadeira), disciplinado, com bom jogo
aéreo e o mais importante, com nome e sobrenome.
Chegamos ao cúmulo de tirar até
os apelidos dos nossos meninos da base para que eles ficassem mais vendáveis
aos olhos e aos cofres do velho continente.
Em pleno século 20, ainda éramos
colônia, explorados pelos europeus que compravam barato e lucravam com o
desempenho e as futuras transferências daqueles “produtos” importados.
Apesar disso, nós brasileiros
estávamos felizes e pensávamos que essa “facilidade” de achar matéria-prima
abundante e vendê-la para o além-mar era a salvação da lavoura.
Não nos preocupávamos com o êxodo
de jogadores porque a renovação e o talento eram tão naturais do nosso povo que
a cada ano surgiam mais e mais jogadores de qualidade.
Se quiséssemos, montaríamos três
ou quatro seleções em condições de ganhar uma mesma Copa do Mundo.
Nesse período (e durante esse
processo), ainda mantínhamos a supremacia técnica e por isso demoramos anos
para perceber que o jogo também evoluiu.
O futebol passou a ser estudado e
analisado tanto quanto o organismo humano ou a economia mundial.
Também pudera, algo que gera
tantos bilhões de dólares e movimenta outros tantos bilhões de torcedores ao
redor do planeta não poderia ser deixado ao azar ou ao talento nato de seus
praticantes.
Então, enquanto nos dedicávamos
aos treinos físicos – com tiros de 1000m, 300m etc… – os europeus faziam tudo
dentro do campo, com a bola.
Trabalhos mais intensos e
disputados, mini jogos que exploravam especificamente um princípio de ataque ou
de defesa, tudo inserido ao jogo.
Cada treino tinha um objetivo e o
sincronismo dos movimentos de pressão ao adversário, de bloco alto (encurtar o
campo), de trocas de passes rápidas e com o menor número possível de toques na
bola se tornaram exigências do futebol contemporâneo.
A linha de 4 defensiva e a
tentativa de roubar a bola no campo adversário já eram praticadas muito antes
de eu chegar à Europa em 2006.
Estamos em 2012 e no Brasil tem
gente que ainda fala em ala, três zagueiros e volante de contenção.
A falta de visão, de
protecionismo, de estímulos para a manutenção de talentos e de desenvolvimento
do estilo brasileiro de se jogar futebol se revela hoje, duas décadas depois,
um grave problema.
Nos esquecemos de investir em
planejamento, estruturação e, principalmente, capacitação de profissionais para
darmos sequência à produção e consolidação da nossa hegemonia no futebol
mundial.
Nos preocupamos em vender a nossa
Seleção e esquecemo-nos de reinvestir o lucro nas futuras gerações.
Usamos os “produtos” produzidos e
formados pelos nossos clubes, mas esquecemos de retribuir o serviço com a
criação de campeonatos mais fortes e rentáveis, infraestrutura de qualidade
(estádios, gramados, etc…) e capacitação de pessoas em todas as áreas do
esporte brasileiro (gestores, técnicos, preparadores físicos, scouts etc…).
Estamos atrasados.
Quase não temos cursos
capacitantes que valham à pena.
O círculo do futebol brasileiro é
restrito, fechado e avesso a novas ideias.
Quase não temos estudiosos do
jogo, das variações táticas ou dos treinamentos específicos.
Nossa formação de base não ensina
para o futebol atual, mas, sim, para o futebol de outrora.
Insistimos em coisas do arco da
velha simplesmente porque a maioria dos nossos ex-jogadores (atuais treinadores)
não está preparada para formar novos atletas.
Falta conhecimento e
posteriormente a aplicação de ferramentas como a teoria do jogo, a psicologia e
a pedagogia aplicadas ao esporte para que possamos sair do marasmo em que nos
encontramos.
Precisamos abdicar de fórmulas
que um dia deram certo e que se tornaram tradicionais para chacoalhar os
estaduais, as divisões inferiores e os times “pequenos”, assim como um dia
passamos do sistema de mata-mata para pontos corridos, dando mais estabilidade
financeira aos clubes e atletas.
Talvez seja a hora de quebrarmos
outros paradigmas.
Admitir que o modelo está
ultrapassado e que precisamos mudar é o primeiro passo.
O problema é que poucas pessoas
estão preocupadas com isso.
Na verdade poucos enxergam o
atraso, só reclamam que a Seleção não está bem.
Novos valores e estudiosos do
jogo não conseguem se inserir no meio porque não jogaram futebol e não tem a
confiança do mercado.
A categoria de base da maioria
dos clubes brasileiros está jogada ao Deus dará.
Os cargos dentro dos clubes,
federações e confederações ainda são políticos e não técnicos. Isso tem que
mudar!
O Brasil se encontra em uma
encruzilhada.
Na verdade, estamos parados
diante dela há alguns anos, observando, com olhos fixos, a estrada que nos
trouxe até aqui.
Ela é repleta de flores, encantos
e conquistas.
Revendo o trajeto, nos
apaixonamos pela construção da nossa história e temos a certeza e o orgulho de
saber que os melhores times e os maiores jogadores que o planeta já viu foram
brasileiros.
Enxergamos também que ganhamos,
orgulhosa e merecidamente, o apelido de “País do futebol”, o maior exportador
de pé-de-obra que o mundo conheceu.
Dominamos o futebol mundial e
possuímos, por anos, estrelas em todos os grandes campeonatos nacionais do
velho continente.
Todos tinham medo da camisa
amarela e os brasileiros, encantados, paravam para ver a seleção canarinho
jogar.
Por tudo isso, passamos anos
desfrutando da beleza do nosso futebol e do avanço que tínhamos sobre os
demais.
Acreditamos que tudo era possível
ao país que tem no DNA de seu povo, o talento do futebol.
Hoje, olhando ao redor, mais
próximos da encruzilhada, ainda pelo caminho que construímos, vemos sonhos,
delírios e extravagâncias que desperdiçaram tempo e dinheiro e não se
transformaram em nada.
Um período sonolento em que a
falta de capacidade se justificou de inúmeras formas, especialmente pelo
passado esplendoroso que construímos.
Mas eis que recentemente,
atônitos e ainda parados na estrada, fomos despertados pelo barulho ruidoso dos
motores espanhóis, holandeses e alemães que passaram por nós sem pedir licença.
Aceleraram em tamanha velocidade
que ainda não conseguimos reparar quais as novas peças da engrenagem os fazem
acelerar tão de pressa.
E cá estamos nós, olhando
fixamente para a encruzilhada buscando dicas de para onde seguir ou qual o
melhor caminho a tomar.
terça-feira, março 13, 2012
Ricardo Teixeira renunciou...
Juca Kfouri é autor de uma das
mais bem humoradas e inteligentes frases sobre a longa permanência de Ricardo
Teixeira a frente da CBF...
“Tome chá de cadeira esperando a
queda de Ricardo Teixeira”.
A frase repetida incansavelmente
por Juca tornou-se célebre e por fim, realidade.
Ricardo Teixeira renunciou.
Podemos todos enfim, levantar da
cadeira e comemorar.
Infelizmente não foi bem uma
queda, não tão estrepitosa como desejaríamos...
Ricardo não se esparramou no chão
e lá permaneceu com cara de idiota...
Mesmo acossado e ciente que não
havia saída, armou uma armadilha para os ainda descrentes, quando anunciou que
permaneceria...
Reuniu seus meninos amestrados
numa reunião, onde mudou os estatutos da CBF, fez promessas, distribuiu uma
graninha e afirmou que ficaria até o fim de seu mandato em 2015.
Tudo teatro, Ricardo Teixeira já sabia
que não havia mais como se sustentar na CBF e no COL.
A presidente Dilma Rousseff deixou
claro que preferia encontrar o José Serra num inferninho e dançar a noite toda,
a cruzar com Teixeira...
Joseph Blatter antigo bom
companheiro deu-lhe as costas, enterrou sua sonhada candidatura à presidência
da FIFA e passou a flertar abertamente com Michel Platini, presidente da UEFA.
Os deputados da bancada da bola,
antes defensores ardorosos de Teixeira, começaram a pipocar...
Tiraram o pé das divididas e alegando
desconforto muscular, abandonaram o jogo...
Não havia mais o que fazer.
Ricardo Teixeira então fez o que
costumam fazer os brasileiros e brasileiros que flagrados num malfeito, fazem...
Escreveu uma “emotiva” carta
renuncia, onde alega precisar cuidar de sua saúde e estar mais perto da família...
Pediu ao seu sucessor que a
divulgasse e partiu para o “exilio” em Miami...
Lá, ficará imune, impune e
suficientemente rico para continuar “cagando montão”.
Porém, o pior de tudo isso é que sua
renuncia em nada muda a estrutura do futebol brasileiro...
Seu sucessor não é lá figura das
mais cheirosas e, olhando em direção ao horizonte, sou obrigado a concordar com
o jornalista Victor Birner que diz:
“Não vejo ninguém disposto a
comprar brigas importantes como a reformulação do calendário, cobrança de
responsabilidade financeira dos clubes, fiscalização das federações (várias
delas têm seus Ricardos Teixeiras)”…
Aos que lutaram pela queda de Ricardo Teixeira...
A saída de Ricardo Teixeira é uma
divida que temos para com todos aqueles torcedores que realizaram caminhadas de
protesto, tuitaços e todo tipo de demonstração de repudio a administração de
ex-presidente da CBF e do COL...
Inegavelmente, Juca Kfouri merece
o muito obrigado de todos nós...
Foram mais de 20 anos enfrentado
o ex-presidente da CBF...
Ninguém foi tão processado por
Teixeira quanto ele.
A cada denúncia do jornalista, um
novo processo era movido.
Entretanto, temos um enorme
divida com o jornalista britânico, Andrew Jennings.
Foi ele que com seu livro “Jogo
Sujo”, desvendou para o mundo as malandragens de João Havelange e seu genro,
Ricardo Teixeira.
Devemos o futebol aos britânicos
e agora, devemos a um deles, o fim de uma dinastia das mais maléficas.
Nem todo mundo vive de especulação e sensacionalismo...
Quando a notícia sobre a provável
renuncia de Ricardo Teixeira começaram a pipocar na imprensa do sudeste do
Brasil, não entendi como especulação...
Os jornalistas envolvidos, não
arriscariam sua credibilidade em busca de leitores, publicando conversa de
corredor ou informação de mesa de bar, a não ser que a fonte fosse potável e
cristalina...
Nenhum deles precisa de audiência
a qualquer preço.
Portanto, li e acreditei, mas
como é dever de todo aquele que informa, busquei com alguns amigos residentes
por aquelas bandas, um pouco mais informação e, diante do que ouvi, repercuti
no Fernando Amaral FC o foi publicado sobre Ricardo Teixeira e seu fim próximo.
Fiz bem, eles estavam certos.
Diga-me o que leu e quem leu, e
eu, saberei o que aprendeu.
segunda-feira, março 12, 2012
A terceira rodada do segundo turno do campeonato potiguar de 2012...
- No sábado em Goianinha o Palmeira
empatou com o Caicó, lanterna da competição e confirmou sua irregularidade...
A equipe com mais baixo que
altos, não consegue decolar.
Luciano Paraíba marcou para o
Caicó no primeiro tempo e na segunda etapa, Damião marcou o gol do Palmeira.
- No domingo, a terceira rodada do
campeonato potiguar de 2012 teve prosseguimento com o ASSU vencendo o Potiguar
por 1x0...
Magno marcou para o ASSU.
- Em Caicó, o Corintians com um gol
de Zé Maria saiu na frente, mas acabou cedendo o empate para o Santa Cruz...
O gol do Santa Cruz foi marcado
por Marcelo.
Assinar:
Postagens (Atom)












