sábado, março 19, 2011

Universitária FM - 88,9 - 10 anos a serviço da boa música e do artista potiguar...

Cartaz: 88,9 FM


Imagem: Fernando Amaral


Imagem: Fernando Amaral


Não tem nada haver com futebol, mas tem muito haver com bom gosto e, por isso, toco no assunto.


Na terça-feira dia 22, às 19 horas, no Teatro Alberto Maranhão, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte/UFRN promove o show “Toca Natal”...


O show comemora os 10 anos da FM Universitária ou, simplesmente, a 88,9 FM.


Bem, não vou contar essa história, pois o espaço é pequeno e nem sei se tenho competência para tal, mas estive perto, bem perto daqueles que tornaram realidade o sonho de dar a UFRN a sua rádio.


Também não vou listar nomes, são muitos e todos de um enorme valor – não, seria injusto falar das pessoas de ontem e omitir as pessoas de hoje, mas podem ter certeza que cada um fez e faz o seu melhor...


Duvido que cada professor, cada funcionário e cada estudante que por lá passou, não tenha tatuado na alma os minutos e as horas dos primeiros dias...


Duvido que aqueles que hoje lá estão, não sintam orgulho do que fazem...


Pois bem, terça-feira, todos vão estar no Teatro Alberto Maranhão para curtir Ná Ozetti e o show “Balangandãs”, Valéria Oliveira e o show “No Ar”...


Além de ouvir Simona Tauma, Eduardo Taufic, o Grupo de Chorinho e ver o Grupo de Dança da UFRN.


Vá lá você também, a entrada é gratuita e o prazer de passar algumas horas na companhia da boa música é garantido.


Como eu disse no início, nada tem haver com futebol ou qualquer outro esporte, mas tem muito haver com bom gosto.


Ah, fiz questão de tocar no assunto aqui no blog, por duas razões: sou fã da galera da 88,9 FM por tudo o que eles fazem e sou fã dos meus leitores, pois sei que são os melhores leitores...


Forte abraço em todos vocês.



Se alguns goleiros soubessem saltar assim...

Imagem: Getty Images


O Mamão é caro...


Não foi a Tuna Luso Brasileira que impediu Felipe Mamão de vir para Natal...


A família do jogador não teria o menor problema em conseguir liberá-lo, assim com não tem para empregá-lo por lá...


A questão foi mesmo de grana e só.



Ainda por pura paixão...

Imagem: Oliver Lang


Levou o carro do treinador...


Prince Tagoe é ganês, joga como atacante e protagonizou na quarta-feira passada um fato no mínimo inusitado...


Sua equipe, o Partizan de Belgrado, jogou contra o Estrela Vermelha, seu maior rival pela Copa da Sérvia e, o treinador do Partizan, disse a Tagoe: “se você marcar dois gols contra eles, lhe dou meu carro de presente, mas só vale se nós vencermos”...


Tagoe, topou, marcou dois gols, o Partizan venceu e ele levou para casa o Renault Coupet do treinador Aleksandar Stanojevic...


Porém o melhor foi à declaração de Stanojevic ao entregar o carro a Tagoe: “no final, torci para o Estrela empatar, pois não queria perder o carro”...


Em tempo: Partizan e Estrela Vermelha voltam a se encontrar no jogo da volta.



Super Bowl - Festa como só eles sabem fazer...

Imagem: Picture Alliance


Que pena Dona Dilma...


Tinha alguma esperança, mas devo confessar, me faltava fé...


Infelizmente, minha falta de fé venceu e com isso, a cada dia que passa, mais e mais, me distancio da crença que esse país tenha solução.


A presidente Dilma Rousseff, sancionou a Lei de Moralização do Esporte, mas não vetou o artigo que retira dos dirigentes a responsabilidade de responder com seu patrimônio pessoal, caso endividem os clubes por eles dirigidos...


Isto é, a farra continua e o argumento da cartolagem em prol da baderna venceu mais uma vez.



sexta-feira, março 18, 2011

Os bastidores do futebol...

Imagem: Harald Otkke


O tiro no pé...


Em meio a tantos encontrões e empurrões, onde um tomba para cá e o outro tomba para lá: quem perde é o futebol do Rio Grande do Norte...


Afinal, quem deveria zelar pela sua boa imagem, faz questão de expô-lo ao ridículo publicamente...


Depois reclamam de perseguição, descriminação e outras baboseiras - se lembrem de que quem desmoralizou o Campeonato do Nordeste, foram os clubes nordestinos, com seus times meia boca e sua total falta de amor próprio.



Havia uma fita no meio do caminho...

Imagem: Matthias Hangst


Salve a Bahia...


Natal é mesmo o quintal da Bahia...


O Asa de Águia e o Chiclete com Banana, os “donos” do Carnatal, são baianos...


A OAS é baiana...


O Secretário de Esporte, Juventude e Laser do Município do Natal, Rodrigo Cintra é baiano.


E os caras ficam reclamando de meia dúzia de camisas de times de fora que uns e outros usam.


Fica mais um pouquinho...

Imagem: Achim Scheidemann


O Japão não é aqui...


Pensando bem, é provável que o Japão reconstrua toda a região atingida pelo tsunami e recomponha sua economia, antes que tenhamos construído o segundo estádio da Copa de 2014...


Ah, você ouviu falar de distúrbios e saques no país?


Ao que parece, mesmo com toda a influencia externa, os japoneses ainda tem o Bushido, o código de honra não escrito dos Samurais, bem vivo em sua memória...


“A honra é mais pesada que uma montanha, a morte, mais leve que uma pena”.


Depois, você coloca no Orkut e no Facebook...

Imagem: Sascha Fromm


Cerveja sem xixi...


Se a tal “preparação para o exame antidoping”, que a direção do Santa Cruz diz ter feito, for o que eu estou pensado...


Não creio que os jogadores do Santa Cruz tenham ficado chateados de ter que tomar compulsoriamente, umas duas ou três latinhas de cerveja para abrir passagem para o xixi exigido pela lei.

O amor é lindo...

Imagem: Harald Otkke


Mais um golpe dos clubes no bolso do torcedor...


Vem aí mais uma tungada no seu bolso, mas como é de lei, você não perceberá e alegremente irá contribuir.


Depois da “Timemania”, obra prima da enrolação, onde a maioria dos torcedores motivados por emoções baratas custeiam o ressarcimento ao governo de anos e anos de calote dos dirigentes dos seus amados clubes no o erário público...


Tchã, tchã, tchã, tchã...


Chegou mais um 171 futebolístico...


É, o “É Gol”!


Titulo de Capitalização administrado pela Caixa Econômica Federal.


Funciona assim: a partir de 6,00 reais, você adquire seu título de capitalização...


Deixa seu dinheiro rendendo, normalmente atrelado a um índice mixuruca por no mínimo um ano e, ainda concorre a prêmios semanais que variam de 50 mil a 500 mil reais...


Uia!


Agora, o melhor de tudo, é que ao comprar o título que virá com as cores de seu time e o reluzente escudo estampado; você estará imediatamente, concordando que no final do prazo, a Caixa Econômica, repasse 50% da grana investida para seu clube...


Viu que legal?


Você entra com 100%, ganha aí uns 10%, ou 12% em um ano e, recebe 50% de tudo...


Mas, como você é um apaixonado e todo mundo sabe que apaixonados não tem o menor problema em jogar dinheiro fora...


Você com o tal título em mãos, vai poder mostrar para todo mundo, nas discussões familiares ou entre amigos, o quanto você ama seu clube.


Que maravilha, não?



quarta-feira, março 16, 2011

Ricardo Teixeira manda e manda muito...

Charge: Gustavo Duarte


ABC 2x1 Santa Cruz...


ABC joga mal no primeiro tempo e perde por 1x0 com um gol de Marciano aos 19 minutos...


Na segunda etapa, o Santa Cruz recua, dá espaço, o alvinegro volta melhor, domina o jogo por completo e vira o jogo...


Leandrão aos 19 minuto e Ray aos 48 tiram a vantagem do Santa Cruz ao apagar das luzes e deixam o ABC bem perto do título do primeiro turno.


No final, o placar foi justo...


Entretanto, fica uma pergunta para a direção do Santa Cruz: fosse um árbitro local a dar 4 minutos de acréscimo o que diriam os senhores hoje, amanhã e depois?



Eles estão prontos para gerir o orçamento da Copa de 2014...

Charge: Gustavo Duarte


Ainda sobre o campo alagado em Itaperuna...


Oi Gabriel, vi sim – aliás, postei o vídeo e fiz um comentário que você pode ler mais abaixo...

Ah, sem nenhuma soberba, mas fui o primeiro!

Forte abraço.

Bye, bye Muricy...

Charge: Gustavo Duarte


Juca Kfouri em Natal...


No dia 05 de abril às 19 horas, no auditório Zila Mamede da biblioteca da UFRN, o sociólogo e cronista esportivo, Juca Kfouri, será o palestrante na aula inicial do curso de Comunicação.

Como desmoralizar um adversário...

Torcedor: esse ser educado e nobre, abre seu coração...

Correcaminos...

Imagem: Autor Desconhecido - Todos os Direitos Reservados


Dirigentes da Federação Brasiliense de Futebol são condenados por improbidade administrativa...;


O Presidente e o 1º Vice-Presidente da Federação Brasiliense de Futebol foram condenados por improbidade administrativa, destituídos das funções que ocupavam e proibidos de ocupar cargos administrativos na entidade por dez anos.


A decisão é do juiz da 6ª Vara Cível de Brasília e cabe recurso.


A ação foi proposta pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) contra o Presidente e o 1º Vice-Presidente da Federação Brasiliense de Futebol e a própria Federação.


O MPDFT afirmou que a instituição é uma associação civil sem fins lucrativos e, por isso, cabe a ele fiscalizar.


Segundo o MPDFT, em novembro de 2004, o Presidente da Federação protocolou na Secretaria de Esporte e Lazer do DF um plano de trabalho/projeto para desenvolvimento de atividade de interesse comum, que deveria se submeter às regras do Decreto 19.730.


Segundo o autor, os réus direcionaram os recursos repassados pelo Poder Público para apenas três clubes de futebol filiados à instituição: o Brasiliense Futebol Clube, a Sociedade Esportiva do Gama e o Centro de Futebol Zico de Brasília.


A partir de 2004, no entanto, o Brasiliense, que tem entre os sócios o primeiro réu, se beneficiou da quase totalidade dos recursos.


Além disso, a Corregedoria Geral do DF realizou auditoria em dois convênios firmados com o GDF (nº03/2004 e 08/2005), valorados em R$ 2.060.000,00 e R$ 1.160.000,00.


Várias irregularidades foram constatadas, como plano de trabalho inconsistente, pagamentos irregulares efetuados em datas anteriores, pagamentos não previstos no plano de trabalho, apresentação de notas fiscais inidôneas para comprovação das despesas, pagamento de despesas a empresas por meios impróprios entre outras.


Os réus sustentaram, preliminarmente, que o MPDFT seria ilegítimo para promover a ação, já que o pedido se fundamenta em norma da época da ditadura militar.


Além disso, alegaram que não houve irregularidades, pois o futebol deveria ser o principal foco de sua atuação, razão porque utilizou 92% de sua verba nessa atividade.


Quanto à destinação dos recursos a apenas três clubes, os réus afirmaram que esses eram os que estavam participando em competições nacionais.


Já quanto às irregularidades apontadas pela Corregedoria nos convênios, os réus alegaram meras falhas formais.


Na sentença, o juiz afirmou que o MPDFT tem a função de defensor dos interesses coletivos e difusos e, por isso, é legítimo como autor da ação.


"Não convence a afirmação dos réus de que o pedido fundamenta-se em norma editada à época da ditadura militar", afirmou o magistrado.


Para o julgador, o instrumento que, no passado, serviu para tirar a liberdade, pode servir na atualidade para as finalidades sociais, desde que tenha uma visão plural e siga o devido processo legal.


Segundo o juiz, o MPDFT provou que apenas três entidades foram beneficiadas com os recursos do DF para o patrocínio do futebol e que o Brasiliense obteve 77,38% de todo o valor do convênio nº 03/2004, sem nenhuma justificativa convincente para o privilégio.


"O financiamento de referidos clubes parece constituir um verdadeiro ciclo vicioso, na participação de campeonatos e na percepção de verbas públicas, seguindo critérios absolutamente pessoais dos dirigentes que abrigam interesses também pessoais", afirmou.


O magistrado questionou o fato de o Presidente da Federação ser também sócio do Brasiliense Futebol Clube e de o Secretário de Esportes que firmou o convênio ser antecessor do réu na Federação.


"Vejo, pois, nestes fatos, evidente direcionamento de recursos públicos em prol de interesses privados", concluiu o juiz.


Segundo o julgador, os recursos, que deveriam ir apenas para os programas definidos no plano de trabalho, serviram para pagar despesas normais das entidades, especificamente débitos previdenciários, o que fere o Decreto 19.730 e viola também a Lei de Improbidade Administrativa.


O juiz determinou o afastamento dos réus, desde já, das funções de dirigentes da Federação Brasiliense de Futebol.


Eles também estão proibidos de ocupar as funções por dez anos.


O magistrado nomeou, como administrador provisório, o advogado Miguel Alfredo de Oliveira Júnior, que deve prestar compromisso em juízo, no prazo de 48 horas, para desempenhar bem a função.


Os réus também foram condenados a pagar as custas processuais e os honorários advocatícios fixados em R$ 2.500,00.

Fonte: TJDFT

terça-feira, março 15, 2011

A bola entrou...

Imagem: Imago


É goleador sim...


Conversei com meu filho sobre Felipe Mamão – ambos jogaram na Tuna Luso em 2006 – e, Alexandre tem sobre ele, a melhor das impressões.


É rápido, habilidoso, se posiciona bem na área, sabe buscar o jogo e passa a bola com precisão...


Estas foram algumas qualidades que Alexandre fez questão de citar no antigo companheiro de equipe.


Disse a ele que algumas pessoas afirmam que Felipe é desligado e Alexandre riu e disse: “ainda bem, pois se fosse ligado o tempo todo, ou já tinham quebrado sua perna ou, ele marcaria um saco de gols por partida”...


Aproveitei e cutuquei com vara curta: e por que então, esse menino ainda não chegou a um grande clube?


Alexandre respondeu: “Pai ele já nasceu num grande clube; o avô dele é um austríaco que fez fortuna no Pará e a família é rica – ele não precisa de futebol: joga por que gosta e por que pode”.


- “O senhor sabe que o nome dele é Felipe Pullhuber”?


- “Mamão é o apelido do pai dele e aí, ele acabou herdando. Na verdade, ele nem gosta muito de ser chamado de Mamão”.


- “Ficava puto nos treinos, quando não marcava gols e eu, o Flamel, e o Preto Marabá, ficávamos dizendo que o Mamão estava podre”...


- “Agora, é gente boa, mas como não precisa da bola para nada, não atura muito desaforo não”.


- “Ah, não sei como ele está agora, pois já faz 5 anos que não o vejo, mas se ele continuar jogando o que jogava, pode acreditar que o América fez uma excelente contratação”.


Bem, essa é a contribuição que posso dar sobre Felipe Soares Pullhuber, o Mamão.


Na solidão do deserto de Atacama...

Imagem: Autor Desconhecido - Todos os Direitos Reservados


É assim que tratam o esporte mais popular do país...


O Brasil, nunca foi o país do futebol, foi sim, o país só do futebol e, talvez por isso, devesse cuidar desse esporte com mais carinho e melhor organização...


Infelizmente, não é isso que faz.


O vídeo abaixo mostra o descaso com o esporte, o desrespeito com quem o pratica e a total insensibilidade com que o assiste...


São coisas assim, que me fazem questionar o número excessivo de equipes profissionais (?) nesse país e, o valor das federações – em quase todo o mundo, são as ligas que cuidam do esporte e não, as federações.


Sobre o vídeo, informo que a narração é horrível: o narrador pouco ou quase nada conhece da função, mas mesmo sendo repetitivo com as palavras, faz seu trabalho e com isso, coloca diante de nossas caras, o futebol de mentira que é praticado em grande parte do Brasil.


Nesse caso, o bizarro pertence à Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, mas existe coisa bem pior por aí – procure, você acha com certeza.



A coreografia do futebol...

Imagem: Imago


Futebol não é um grande negócio...


Há algum tempo, publiquei uma matéria, onde um economista apaixonado pelo esporte mostrava que essa história de dizer que o futebol era um grande negócio, era mera falácia de gente que nada sabe de economia e pensa que sabe muito de futebol...


Repercussão zero...


Afinal, quem vai repercutir contra si mesmo?


Agora, Oliver Seitz do site http://www.universidadedofutebol.com.br/, publica uma nova matéria sobre o assunto, que Juca Kfouri reproduziu e eu, pego carona.


Por Oliver Seitz


Não interessa quanto de dinheiro um clube ganha. Porque quanto mais ele ganha, mais ele efetua gastos.


Alguém disse um dia que o futebol é um grande negócio.


Um monte de gente acreditou.


Esse alguém e esse monte de gente, infelizmente, estão errados.


Futebol não é um grande negócio.


É um negócio mediano.


Energia, alimentação, automóveis, extração, jogos de azar e construção são grandes negócios.


Futebol não.


Não chega nem perto.


Nem aqui, nem na Europa e muito menos na China.


Mas no fundo, isso pouco importa, afinal o futebol independe do dinheiro que ele gera.


Não é isso que faz a máquina funcionar.


Se o futebol gera 10 milhões ou 10 bilhões de reais, a diferença, especialmente pro mercado brasileiro, é muito pequena.


Isso acontece porque a cadeia de valores do futebol funciona de uma maneira bastante peculiar.


Diferente de cadeias normais, onde o processo de produção é baseado essencialmente no processo financeiro, o futebol se baseia no processo esportivo, independente do financeiro.


Basicamente, a ideia da cadeia é a seguinte: times existem para ganhar partidas; times com jogadores mais talentosos ganham mais partidas; existem muito mais demanda do que oferta de jogadores talentosos; jogadores talentosos tendem a escolher o clube por conta da proposta financeira; quanto mais dinheiro um clube tem, mais chance de contratar jogadores talentosos ele possui e, portanto, ele terá mais chances de obter vitórias.


Só que o valor de um jogador talentoso não é baseado em uma tabela fixa, mas sim no preço atribuído por outros clubes que competem pelo mesmo talento, independente do quanto for isso.


Clubes de futebol do mundo inteiro tendem a gastar em média uns 80% daquilo que arrecadam com salários e transferências e apenas 20% com outros custos, como estrutura de estádio e centro de treinamento.


Esses últimos, porém, são gastos com valores determinados pelo mercado em geral, o que faz com que apenas essa parcela represente um ganho real de receita.


Para esses valores, mais dinheiro de fato significa algo positivo.


O resto, porém, é uma draga: quanto mais você ganha, mais você gasta.


Ou seja, não interessa quanto de dinheiro um clube ganha.


Porque quanto mais ele ganha, mais ele gasta.


O que interessa é que ele ganhe mais dinheiro do que os outros clubes.


Se você analisar os números, na verdade você chega à conclusão que isso acontece de verdade: apesar das receitas dos clubes brasileiros terem aumentado significativamente ao longo da última década, os gastos aumentaram muito mais.


Isso porque a competitividade por talento é quase que uma disputa bélica, e o único jeito de acabar com isso é justamente o jeito com que EUA e Rússia conseguiram frear o espiral de gastos da guerra fria: chegaram a um acordo de corte de gastos conjunto.


Clubes não deveriam se unir para descobrir um jeito de ganhar mais dinheiro.


Deveriam se unir para descobrir um jeito de gastar menos.


Para interagir com o autor: oliver@universidadedofutebol.com.br


Banho de cerveja... Tenho alguns amigos que iriam adorar.

Imagem: Cathrin Müller


Campeonato Estadual perde audiência em São Paulo...

Matéria copiada do blog do Juca Kfouri e que mostra a decadência dos campeonatos estaduais.


Nesse caso, o tão decantado futebol paulista.


Por Keila Jimenez da Folha de São Paulo.


Futebol paulista cai 30% na Globo...

Na disputa pelos direitos de transmissão do Brasileirão 2012, a Globo amarga uma das piores audiências do futebol em São Paulo.


Em 2004, 17 partidas do Campeonato Paulista registraram na emissora média de 25,6 pontos.

Em 2006, o mesmo número de partidas registrou 24,6 pontos.

Neste ano, o total de 16 partidas exibidas marcou média de 18 pontos de audiência.

Uma queda de quase 30% em relação a 2004.

Mesmo com a reta final do campeonato por vir, dificilmente essa média alcançará patamares muito maiores.

Cada ponto corresponde a 58 mil domicílios na Grande São Paulo.


domingo, março 13, 2011

Uma mordidinha de leve...

Imagem: Getty Images


Santa Cruz e ABC, decidem o primeiro turno...

Terminou o primeiro turno: Santa Cruz e o ABC decidem em dois jogos, quem leva para casa a taça...


Nada de anormal, pois ambas as equipes tiveram uma participação muito mais efetiva que seus adversários – leiam com atenção: falei em efetividade e não, em marcante superioridade.


O América, terminou em terceiro lugar, distante 7 pontos do Santa Cruz e 6 do ABC...


No fundo do poço, o Centenário de Pau dos Ferros com apenas dois pontos é franco favorito a voltar para a segunda divisão.


Já que levou o tranco, aproveitou para cabecear...

Imagem: Picture Alliance


Corintians 0x1 ABC...


ABC e Corintians jogaram (?) em Caicó e não fosse à obrigação de comentar a partida, teria ido dormir.


O primeiro tempo se gravado, pode ser usado como castigo para crianças mal educadas ou adolescentes rebeldes – um horror.


Já no segundo, a coisa ficou bem pior...


O Corintians resolveu partir para cima e teria sido melhor, não ter feito: pois, a falta de qualidade de sua equipe, ficou ainda mais latente.


Ah, o ABC venceu por 1x0, gol de Leandrão – aliás, com a colaboração da zaga e do goleiro Mauro.


Agora, o ABC enfrenta o Santa Cruz e aí, vamos saber quem é quem.



Sandstorm...

Imagem: Autor Desconhecido - Todos os Direitos Reservados


América 1x0 Palmeira de Goianinha...


No Machadão, Osmar aos 24 minutos do segundo tempo, salvou as aparências e deu ao América os três pontos que pareciam estar perdidos...


Já o Palmeira de Goianinha, dizem, merecia sorte melhor, mas faltou atenção para sair de Natal levando na bagagem um pontinho – aliás, o empate seria bem mais justo.


Quem deixou o gramado cheio de certezas foi Flávio Lopes, o novo treinador da equipe...


Certeza um: o time é doído...


Certeza dois: ou contrata ou nada...


Certeza três: nem Dado, nem ele e nem ninguém pode fazer qualquer coisa com um elenco tão frágil assim.


A serenidade britânica de Lewis Hamilton...

Imagem: Jürgen Tap


Santa Cruz 3x1 Centenário de Pau dos Ferros...


O Santa Cruz terminou em primeiro lugar: nada mais justo e nada mais correto...


A equipe do Trairi marcou 25 pontos dos 27 possíveis...


Concluiu invicta sua participação no primeiro turno e vai para a decisão do título com o ABC levando a vantagem de jogar a última partida em seu território...


Ah, e o Quirino, ao marcar os três gols sobre o Centenário, termina como artilheiro da competição.


Sobre o Centenário de Pau dos Ferros que ainda marcou um gol através de Nino Potiguar, só posso dizer que o seu destino parece mesmo ser a segunda divisão.



Se a bola consegue fugir, o atacante, não...

Imagem: Picture Alliance


Alecrim 2x1 Baraúnas...


Pelo que andei ouvindo, Alecrim e Baraúnas fizeram o melhor jogo da rodada...


Espere, tenha calma; não foi nada de fantástico...


Entretanto, se comparado com as outras partidas, excetuando-se a partida jogada em Santa Cruz, Alecrim e Baraúnas correram mais, lutaram mais e buscaram muito mais a vitória.


Para o Alecrim, os pontos conquistados aliviam o ambiente pesado e calam os corneteiros de plantão, mas para o Baraúnas, a derrota volta a lançar dúvidas sobre a capacidade da equipe de chegar a lutar pelo título.


João Paulo abriu o marcador para o Alecrim, Aílton ampliou e o veterano Helinho, diminuiu para o Baraúnas.



Velocidade e equilíbrio...

Imagem: Lars Baron


Potiguar de Mossoró 0x1 ASSU...


O Potiguar de Mossoró perdeu em casa para o ASSU e encerra sua participação no primeiro turno do estadual com uma campanha bem aquém do esperado.


A derrota dos mossoroenses veio com o gol marcado por Carlinhos aos 19 minutos do segundo tempo.



Uma defesa de gente grande...

Imagem: Picture Alliance


Francisco Diá na rádio Globo, vou perder... que pena!


Por força da insônia que me faz hoje, leitor voraz e “amante” fiel dessa maquininha chamada Personal Computer, fatalmente vou deixar de ouvir a entrevista do treinador Francisco Diá, concedida a Santos Neto e Pedro Neto, da rádio Globo, no programa “Esportes em Debate”...


Infelizmente, o horário torna impossível minha presença ao pé do rádio.


No entanto, Pedro Neto em seu blog, adiantou duas perguntas que foram feitas a Diá e as resposta dadas por ele.


Antes de comentar, publico o texto colado do blog do Pedro.


Agora, entre as várias perguntas feitas ao técnico, duas merecem destaque.

1) Você se considera um técnico de série A?

Diá – “Sim me considero. Posso treinar qualquer equipe da série A. Se eu tivesse a mídia de Wanderley Luxemburgo e Felipão faria bonito igual a eles”.

2) Caso fosse dono de um clube como Rivaldo é do Mogi Mirim quem seria sua diretoria?

Diá – “Meu presidente seria Paulinho Freire. Meu vice-presidente de futebol Flávio Anselmo e meu superintendente de futebol seria Gilberto de Nadai. Teria ainda como diretores João Maria Belmont e Ricardo Moraes”.


Muito bem, vamos por partes...


Primeiro não tenho absolutamente nada contra Diá – sempre me tratou bem e até prova em contrário, nunca fez nenhum comentário desairoso em relação a mim.


Segundo, todas as vezes que toquei em seu nome, o fiz, pensando exclusivamente no treinador e jamais no homem...


E, sempre para me posicionar contrário aos excessos cometidos por alguns, ao tentar transformar bons feitos, em feitos extraordinários... coisa que Diá não tem culpa.


Levar o Alecrim por 90% do caminho que fez a equipe chegar a Série C, e evitar a queda do América da Série B, é sim, algo que merece destaque...


Porém, o que sempre me incomodou, é que ao invés desses feitos serem tratados como um meio para se chegar ao fim – uma estrada a ser palmilhada em direção a patamares mais altos – foram logo taxados, como o fim em si; isto é, transformaram indícios latentes de qualidade, em qualidade já pronta e acabada.


Era contra essa posição impositiva que sempre me insurgi, nunca contra a pessoa de Francisco Diá e nem tão pouco contra o técnico, pois assim como acho que os feitos citados acima não são condizentes com o excesso, tão pouco poderia desmerecê-los.


Pois bem, não vou ser hipócrita e dizer que não tenho uma opinião formada sobre Diá: tenho sim e é a seguinte.


Como treinador, acho que Diá tem qualidades, mas precisa a meu ver de mais bagagem, tanto do ponto de vista teórico, quanto prático...


Como observador do jogo, acho que Diá tem sim uma visão bem objetiva, mas as duas coisas que faltam em sua bagagem, fazem falta aqui também.


No mais, aponto com seu defeito principal, a logorréia que o leva a perder-se num mar de afirmações banais e julgamentos simplistas.


E, é isso que ele faz ao responder a Pedro Neto, a primeira pergunta.


Ao se considerar um técnico de Série A, Diá exerce o direito sagrado de se achar em condições de ser o que quiser, mas não explica os porquês...


Ou melhor, cai no simplismo e diz que o que lhe falta são os holofotes da mídia...


Chega a dizer que se tivesse o mesmo espaço de um Luxemburgo ou de um Felipão, faria “bonito igual a eles”.


Esquece Diá, que tanto Luxemburgo, quanto Felipão, não tiveram os holofotes da mídia sobre si, sem mais nem menos – foi preciso correr milhas e milhas antes de brilhar.


Luxemburgo começou sua carreira como assistente no América do Rio de Janeiro, em 1981, depois foi para Vasco da Gama com a mesma função: passou pelo Campo Grande do Rio e o Rio Branco do Espírito Santo, onde ganhou o campeonato capixaba de 1983...


Voltou ao Rio para treinar o Friburguense, viajou para a Arábia Saudita em 1984, para exercer a função de assistente no Al Ittihad e depois, assumiu o posto de treinador principal...


No retorno para o Brasil, Luxemburgo comandou o Democrata de Governador Valadares, retornou ao Rio para treinar a equipe sub-20 do Fluminense, treinou o novamente o América do Rio e, mais uma vez foi para a Arábia Saudita, treinar o Al Shabab...


Somente em 1989, Luxemburgo volta ao Brasil, assume o Bragantino, ganha a Série B e em 1990, ainda no Bragantino, vence o campeonato paulista.


Vejam bem, foram oito anos de altos e baixos e de carne de pescoço, até ver sua carreira decolar no Bragantino.


Já Felipão, deu o start em sua carreira, treinando o CSA de Alagoas, onde conquistou o título de 1982...


Em 1983, passou pelo Juventude, depois foi para o Brasil de Pelotas, Al Shabab da Arábia Saudita, Pelotas e em 1987, voltou ao Juventude para ser o campeão gaúcho daquele ano...


Vencer o campeonato gaúcho lhe rendeu um contrato com o Grêmio, mas como o sucesso não se repetiu, Felipão arrumou as malas e foi para o Goiás e de lá, seguiu para o Al Qadisiya dos Emirados Árabes, onde foi campeão da Copa do Emirado.


Vencedor nos Emirados Árabes Unidos, Felipão aceitou o comando da seleção do Kuwait e ganhou seu primeiro título internacional: campeão da Copa da Ásia de 1990.


Em 1991, volta ao Brasil, assina com o Criciúma de Santa Catarina e vence a Copa do Brasil e só então, passa a receber os afagos da mídia esportiva.


Portanto, não fosse Diá um homem simplório, onde o lugar comum faz morada, sua resposta seria a seguinte:


“No dia em que passar pelo que Luxemburgo e Felipão passaram e ganhar o que eles ganharam, terei a mídia a meu lado e aí, garanto que posso chegar aonde eles chegaram”.


Mas o fato de ter dado a resposta errada, não desqualifica Diá, apenas o coloca no seu lugar devido, sem as glórias que lhe querem imputar, mas também sem os fracassos que muitos querem ver...


Na segunda resposta, Diá mostra lealdade a quem sempre lhe estendeu a mão e isso, é uma qualidade que deve ser enfatizada.


No mais, vou perder e entrevista, o que é uma pena.



sábado, março 12, 2011

Passeio na lago...

Imagem: Autor Desconhecido - Todos os Direitos Reservados


Comunicado Oficial do ABC FC... 1 e 2

Comunicado Oficial


A diretoria do ABC Futebol Clube vem a público esclarecer os motivos da saída de Bruno Giovanni da vice-presidência Social e de Promoções.


Bruno resolveu deixar o cargo para se dedicar à projetos pessoais, como ele mesmo justificou através de seu perfil em uma rede social. "Tenho vários projetos no momento que precisam do meu empenho, tenho o crescimento da ILUMINAR para tocar, o Projeto do Blog do Bruno e vou voltar a realizar e fazer shows."


O ABC agradece e reconhece o trabalho realizado por Bruno Giovanni durante todo o período que o mesmo esteve compondo a diretoria alvinegra, como vice-presidente Social e de Promoções.


Por enquanto, ainda não há definições de nomes para ocupar o cargo.


A direção



Comunicado Oficial


A Diretoria do ABC vem a público esclarecer os motivos da saída de Bruno Giovanni da Vice-presidência Social e de Promoções.
Bruno resolveu deixar o cargo para se dedicar à projetos pessoais, como ele mesmo justificou pelo Twitter.


"Tenho vários projetos no momento que precisam do meu empenho, tenho o crescimento da ILUMINAR para tocar, o Projeto do Blog do Bruno e vou voltar a realizar e fazer shows."

O ABC agradece e reconhece o trabalho realizado por Bruno Giovanni.


Por enquanto, ainda não há definições de nomes para ocupar o cargo.


Emmily Virgílio

Gerente de Comunicação.



sexta-feira, março 11, 2011

Eles está usando uma camisa azul... e aí, vai encarar?

Imagem: Julia Rahn


Luciano, você está correto e eu, errado... meus leitores são o máximo!


Meu caro leitor Luciano,


Obrigado pelo “carão” e pela correção, eu preciso disso vez por outra, pois só assim, posso me tornar melhor...


Você está coberto de razão e eu, vou retirar a postagem...


No mais, permita apenas uma explicação: apoiei-me na ajuda de um amigo e esse, talvez sem tempo ou já de saco cheio dos meus pedidos, errou...


Você sabe, quando um amigo é amigo de fé, costumamos acreditar nele e então, se ele escorrega, caímos...


Assim que li seu comentário, liguei para ele, soltei meus pastores alemães, pit bulls, rottweillers e até um pincher metido a macho que costuma habitar minha alma quando irritadiça.


Porém, ele, nada disse, ou melhor, com a maior cara de pau falou: você pode me desculpar?


Respondi: claro sua anta – afinal os amigos servem para que?


Espero que você se satisfaça com essas explicações e continue sempre atento para corrigir os erros aqui cometidos.


Um forte abraço e obrigado por dedicar seu tempo a esse espaço.



Pô, deve ser hepatite...

Imagem: Getty Images


Essa foi a razão do pedido de afastamento de Bruno Giovanni da direção do ABC...


Achei estranha saída de Bruno Giovanni do ABC, parecia que ia bem e que tinha ainda espaço para ampliar dentro do clube...


Mas, minha experiência com o assunto renuncia: cartas, bilhetes, comunicados e até o silencio dos renunciantes, me fez duvidar da versão apresentada por Bruno em seu Twitter e aí, não resisti ao desafio de descobrir os verdadeiros motivos, e fui à luta.


Disquei para alguns números e não encontrei ninguém do lado de lá da linha, mas insisti e acabei encontrando alguém disposto a falar, desde que a fonte fosse preservada.


Concordei, pois a pessoa em questão está acima de qualquer suspeita e tem um caráter reconhecidamente sólido e honesto.


Como tinha um palpite, fui direto ao assunto...


- E aí, o que aconteceu para o Bruno deixar a equipe que dirige o ABC?


- Foi a Ypióca?


Fonte: Bom dia Amaral... quem te contou isso?


- Ninguém, eu estou dando um chute, mas esse chute, com certeza vai em direção ao gol (risos).


Fonte: Está bem... vou lhe contar o que aconteceu.


Essa história começou com a negociação entre os clubes, a TV União e a FNF...


Devo confessar Amaral, que fui contra...


- Com assim?


Fonte: Na negociação, os clubes ficaram obrigados a abrir espaço nos jogos cujo mando de campo fosse seu, para placas de exposição das marcas dos parceiros e, um deles é a Ypióca.


- Acontece que o ABC já tinha um contrato com a Pitu e esse contrato foi renovado por mais um ano, mas como a FNF tinha necessidade dessa cota e a utilizaria para arcar com algumas despesas do campeonato, todo mundo assinou e o assunto foi dado por encerrado.


- E qual foi à reação da Pitu?


Fonte: Pois é, eles não gostaram, mas o Presidente Rubens Guilherme convocou o Alan Oliveira para resolver a questão – você conhece o Alan, ele é sensato e habilidoso quando o assunto requer jogo de cintura...


Pois bem, Alan procurou a direção da Pitu e explicou a eles que o contrato com a Ypióca teria duração de apenas 40 dias e que esse contrato só abria espaço para a exposição da marca e não acarretaria nenhum prejuízo a Pitu, pois essa, continuava tendo exclusividade na venda do seu produto no interior do Maria Lamas Farache...


Alan aproveitou para oferecer a Pitu como compensação, mais uma ou duas placas sem que ocorresse nenhum acréscimo ao contrato e que essa, ou essas placas, ficariam até o fim do estadual.


A direção da Pitu foi sensível aos argumentos do Alan e achou por bem, não romper com uma parceria promissora...


E assim, ficou acertado que para não prejudicar nem o ABC e nem a FNF, as duas marcas de água ardente, conviveriam pacificamente até o último jogo do nosso campeonato.


- Mas onde entra o Bruno nessa história?


Fonte: Olha, não sei se o Bruno estava ou não a par das conversas de Alan com a Pitu, mas como ele, não concordava com o contrato...


- Mesmo sabendo que o ABC tinha assinado?


Fonte: sim... permita-me concluir.


- Ok, desculpe interromper seu raciocínio...


Fonte: sem problema...


Como eu ia dizendo, como Bruno não concordava com as placas da Ypióca no Maria Lamas Farache e uma de suas funções era organizar as coisas dentro do estádio, ele mandou retirar as ditas placas antes do jogo com o Alecrim...


Aí, foi à vez de a Ypióca pular e exigir o cumprimento do contrato... a direção da Ypióca chegou a ameaçar romper o contrato e exigir as devidas reparações...


Acontece que nessa altura, como a direção do ABC já sabia que Alan havia solucionado o problema junto a Pitu, as placas retiradas por Bruno foram devolvidas aos seus lugares...


Recorde que no jogo de ontem, as placas da Ypióca estavam no mesmo lugar de sempre.


- É verdade.


Fonte: ao ver as placas de volta, Bruno se sentiu desprestigiado e não gostou e aí, na manhã dessa sexta-feira, ele se encontrou com o Rubens Guilherme, explicou seus motivos e pediu o boné.


- Então foi essa o motivo?


Fonte: Foi sim...


- Viu, meu chute entrou no ângulo (risos).


Fonte: Amaral amigo, não desejo entrar no mérito da questão, creio que você me entende...


- Claro que entendo; e nem eu, pretendo julgar quem quer que seja, mas se você me permite, esse era um assunto que poderia ter tido um final menos dramático, concorda?


Fonte: Sim, mas como disse, não quero entrar no mérito da questão.


- Concordo com você...


- Ah, obrigado pela atenção e por me ajudar a estabelecer a verdade dos fatos.


Fonte: Por nada amigo.


- Pode ficar tranquilo, vou publicar apenas o que você disse e não farei nenhum comentário extra (risos).


Fonte: Valeu amigo, abraço...


- Abraço amigo e felicidades.


Pronto, essa é toda a história.



quinta-feira, março 10, 2011

Strike...

Imagem: Getty Images


ABC 6x1 Alecrim...


Goleada não se discute...


Não explica...


Goleada é algo tão acachapante que o melhor é baixar a cabeça, reconhecer o fracasso e partir em silencio.


Ferdinando Teixeira não silenciou, mas também não buscou desculpas esfarrapadas...


Segundo Ricardo Silva, repórter da rádio Globo, Ferdinando reconheceu o resultado como justo e eximiu o árbitro de qualquer responsabilidade, mesmo tendo expulsado dois jogadores de sua equipe.


Fez o certo.


Já o ABC jogou para vencer e venceu facilmente.


Ederson teve sua noite de pop star, marcou 4 gols e poderia ter marcado outros tantos...


Cascata marcou dois gols e mostrou que está pronto para voltar a ser o jogador que encantou a torcida alvinegra na temporada passada.


Agora, é viajar para Caicó, vencer o Corintians e forçar uma final contra a boa equipe do Santa Cruz.


Ah, o gol do Alecrim foi marcado por Nego.



Caraca velho, você furou feio...

Imagem: Picture Alliance