quinta-feira, julho 19, 2012

Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, já deveria ter tomado uma atitude...



Do jornalista Elio Gaspari em O Globo.

A cada dia que passa e o estádio olímpico do Engenhão continua com o nome de João Havelange, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, confirma as palavras dos advogados da FIFA no processo que tratou do capilé de US$ 14 milhões recebidos pelo doutor e por Ricardo Teixeira: “Pagamentos de subornos pertencem ao salário recorrente da maioria da população na América Latina e na África”.





quarta-feira, julho 18, 2012

Etapa chilena do Rally Dakar...

Imagem: AP/Natacha Pisarenko

ABC 2x2 Criciúma...





A fase é medonha...

Começar cheio de personalidade diante do líder da competição, ter um pênalti logo nos minutos iniciais, perder esse pênalti, sofrer um gol, ficar com a vantagem de um homem a mais, conseguir virar e depois, sofrer um gol quando o tempo se extinguia é de tirar o sono...

Pois exatamente isso que aconteceu ontem no Maria Lamas Farache...

O ABC começou de peito inchado...

Cheio de vontade.

Assustado o Criciúma que não esperava tanto, cometeu um pênalti e o Washington que chegou aqui como o maior artilheira da história da humanidade, perdeu.

Foi um balde de água fria...

Fria, não...

Gelada.

A coisa foi tão inesperada que até as nuvens espantadas com tanta displicência, descarregaram uma pesada chuva sobre a cidade.

Cabisbaixos os jogadores alvinegros cederam espaço e ceder espaço para um líder é mortal...

Fransérgio, que não estava nem um pouco preocupado com o beiço da torcida do ABC, aos 9 minutos, arriscou de longe e mandou a bola para o fundo das redes de Andrey que aceitou...

Ao contrário do que se poderia esperar, o ABC não se abateu, voltou à briga e deu trabalho a zaga do Criciúma...

No final do primeiro tempo, aos 42 minutos, Jerson que andava esquecido no almoxarifado do ABC, resolveu arriscar um chute de fora da área e acertou o canto direito, empatando o jogo.

No segundo tempo o ABC com um homem a mais e com a entrada de Leo Gamalho, outro que foram buscar no almoxarifado, melhorou e aos 15 minutos, Adriano Pardal virou o jogo, depois de receber um cruzamento que passou na frente de dois zagueiros catarinenses até chegar aos seus pés.

Tudo parecia que ia terminar como os filmes da sessão da tarde...

O ABC fora da zona de rebaixamento e todos felizes...

Mas não foi bem assim...

Aos 46 minutos, uma bola vinda do “céu”, vadia e sem pretensão, desceu sobre a entrada da área do ABC...

Todo mundo falhou...

E ela, acabou sobrando livre, leve, solta e feliz para Zé Carlos...

O artilheiro da Série B então aconchegou a bola em seu peito, deu um leve toque e quando Andrey saiu atrasado e errado, tocou por baixo do goleiro para empatar o jogo e deixar a chuvosa noite natalense ainda mais tristonha.

Resultado:

O ABC voltou para a zona de rebaixamento e no próximo jogo, vai a Bragança Paulista enfrentar o Bragantino, que agora, é seu adversário direto na luta para fugir da tão temida zona.


Tudo para ver a Fórmula 1...


Imagem: EFE/Valdrin Xhemaj

Paraná 1x0 América...





A palavra equilíbrio define melhor o jogo entre América e Paraná durante a primeira etapa...

Na segunda, o Paraná foi melhor no início, marcou através de Arthur logo aos 8 minutos e depois, soube segurar o melhor desempenho dos rubros.

O resultado poderia ter sido melhor, mas infelizmente os atacantes americanos voltaram a desperdiçar chances claras de gol.

Porém, o pior é que a tão decantada “gordura” acumulada pelo clube nas primeiras rodadas, já não tem mais serventia...

Agora, qualquer tropeço pode levar o clube a deixar a zona de classificação e colocá-lo na incomoda posição de ter que ficar esperando escorregões alheios.

Com 20 pontos, o América ao ser derrotado ontem, permitiu ao Criciúma colocar 6 pontos a sua frente e que Vitória e América de Minas Gerais se desgarrassem, ampliando para 5 pontos a vantagem...

Entretanto, o pior é que São Caetano e Goiás colaram no retrovisor com 19 pontos...

Um pouco mais atrás, Joinville e Paraná, avançam com 18...

E o Atlético Paranaense com 17, já é uma ameaça que não pode ser desconsiderada.

Por sorte, o próximo jogo do América será em Goianinha contra o último colocado da competição e, convenhamos, o Ipatinga hoje, não mete medo em ninguém.

Porém, um simples tropeço pode significar a saída da zona de classificação.

Um adendo:

Dizer que o Paraná “achou” o gol é muita patriotada...

Será que esse povo não sabe que uma hora depois, os lances estão postados em vídeo para quem quiser ver?

O Arthur estava sozinho, recebeu um cruzamento que foi quase um passe de costas para o gol, deu um toque na bola, girou e bateu sem deixar a bola cair e ainda dizem que foi um gol achado...

Caraca!!!


terça-feira, julho 17, 2012

Um tempo onde os estádios abrigavam multidões... Fla-Flu nos anos 60.


Imagem: Autor Desconhecido

Quem deve ser organizado, é o clube e não sua torcida...


No Brasil, salvo um ou outro incidente no interior dos estádios, elas, as torcidas organizadas, mudaram a estratégia.
Aprenderam que no ambiente fechado do estádio, antes, durante ou mesmo no fim do jogo, são alvo fácil da polícia...
Não existem rotas de fuga.
Amontoados num determinado lugar, sob o olhar atento da polícia, entoam cânticos agressivos, disparam palavrões, fazem gestos obscenos e pulam como símios ou primatas com objetivo de criar um apelo psicológico para si mesmos e através da “dança” agressiva, intimidar o oponente.
Por outro lado, quando provocam distúrbios, o fato de covardemente buscarem sumir na multidão ao misturar-se aos demais torcedores, dificilmente impede a ação do batalhão de choque ou do efetivo convencional.
Fatalmente, serão identificados, perseguidos e finalmente presos.
Mesmo que saibam que vão passar poucas horas numa delegacia e que se processados, nada vai lhes acontecer, a maioria procura evitar mal estar provocado pelo gás de pimenta e o desconforto posterior causado pelas bordoadas das tonfas dos policiais, cansados de brincar de gato e rato.
A policia, no entanto, demorou um pouco, mas como sempre, aprendeu a lidar com essa gente...
No interior dos estádios, através da prevenção, da observação, da infiltração, da presença ostensiva e intimidante de seus homens especializados e treinados nos “pontos quentes”, o policiamento conseguiu diminuir sensivelmente a ação dessas facções.
Por esta razão, os confrontos ou acontecem antes da entrada no estádio ou então, depois, quando os organizados formam grupos nos arredores ou no trajeto de volta para casa, com o objetivo cassar ou confrontar grupos “inimigos”.
A atuação da polícia, por si só, apenas remenda o processo, não o extingue.
É preciso dar um basta nisso tudo, é preciso que essa estupidez tenha um fim, é preciso encontrar em algum lugar, homens com envergadura moral e autoridade para de uma vez por todas, quebrar a cultura da permissividade e da impunidade.
Até quando, esses idiotas vão extrapolar o direito de protestar?
Até quando, desequilibrados mentais com baixa escolaridade e nível intelectual de uma ameba, vão ter a liberdade de decidir para quem, eu, você ou qualquer um vai torcer?
Destruir o patrimônio, ferir ou matar pessoas em função de uma derrota, de uma má campanha ou de um rebaixamento de um clube de futebol é algo compreensível, racional, aceitável?
Será que o Estado pretende acabar criando alguma cartilha ou enviar algum educador, com pachorra suficiente para sentar com esses recalcados e didaticamente, esclarecer que não existe nenhum nenhuma equipe de futebol ou de qualquer outro esporte que nunca perca?
Às vezes penso que tal bizarrice corre o risco de ser implantada...
Afinal, o nonsense e o bizarro fazem parte de nosso arcabouço cultural.
Que esse país tem apodrecido ultimamente é inegável, o cheiro pútrido toma conta de quase todas as instituições, tudo sob a complacência patética da população e o inestimável apoio de uma lei excessivamente garantista e costurada com a habilidade de um estilista para amparar o criminoso e seus crimes.
O Brasil seria hilário, não fosse ridículo.
Nossas leis beiram a demência...
Manter em cativeiro um animal silvestre é crime inafiançável...
Tirar a vida de alguém num latrocínio, numa crise passional ou num assassinato encomendado, é perfeitamente afiançável...
Basta “fugir” do flagrante, ter residência fixa, um emprego qualquer e pelo menos uma vez por ano, frequentar a igreja do bairro.
Alguns advogados deixaram a muito de exercer sua profissão com o garbo, a cultura e o profundo saber jurídico que rendeu a profissão, a admiração e o respeito da sociedade.
Hoje, basta tornar-se um especialista em impetrar infindáveis recursos permitidos pela decrépita legislação ou, utilizar-se das artimanhas e filigranas para manter impune o cliente, até que o ilícito caia no esquecimento e prescreva em gavetas bolorentas.
Tudo dentro da mais perfeita legalidade...
Brilhante, mas, perdoe-me, imoral.
Diante disso e de outras coisinhas, fica fácil entender, por que em qualquer lugar, a luz do dia ou não, grupos de marmanjos, envergando o que arrogante e abusivamente chamam de “manto sagrado” – como se não fosse sacrilégio, sacralizar o profano – se deslocam até um aeroporto, um campo de treino ou um estádio, para uivar, berrar, xingar, explodir fogos de artifício ou tentar através de socos e pontapés, aplacar seus recalques e frustrações.
Creio que até o mais passivo dos homens, tem um limite.
Assim como também, creio que até a mais alienada e sonolenta das sociedades, tem seu despertar.
Basta de impunidade, basta de passar a mão na cabeça dos que acintosamente, riem da nossa complacência, tolerância e passividade...
Por fim, deixo humildemente uma sugestão ao Ministério Público e a Segunda Seção da Polícia Militar: investiguem detalhada e criteriosamente de onde partem os recursos que financiam esses grupos...
Quem é a mola que impulsiona um movimento basicamente formado por jovens desempregados e subempregados...
Chegando lá, denunciem, exponham a luz os financiadores.
Provavelmente, com a “torneira” fechada, essas facções morram de inanição, pois, se para um trabalhador, frequentar um estádio assiduamente é um enorme sacrifício, imaginem, para quem não trabalha ou se trabalha, ganha muito pouco para bancar ingressos, viagens, faixas, rojões, alimentação e etc.

  

SV Werder Bremen apresenta os novos uniformes para a temporada 2012/2013...


Imagem: Getty Images

A crise não vai afetar o Barcelona...



A crise econômica que vive a Espanha não afeta o Barcelona...

Para que o clube tenha problemas de ordem financeira, é preciso que Mediapro, Nike e Qatar Foundation tenham problemas, pois são eles que injetam dinheiro no clube.

Além disso, existem os turistas que visitam o museu do clube e compram toda sorte de produtos da marca Barcelona...

E, por fim, o enorme contingente de sócios que mesmo na crise, renovaram seus títulos e permanecem seguindo o Barcelona.

Essas foram as explicações de Sandro Rosell, presidente do Barcelona ao ser questionado sobre possíveis dificuldades do clube diante da crise econômica que assola o país.


Velocidade e chuva...


Imagem: AFP/Ronny Hartmann

Joseph Blatter no fio da navalha...



Joseph Blatter enfrenta seu pior momento...

A confirmação de que João Havelange e seu genro, Ricardo Teixeira recebiam propina, não encerra o caso, muito pelo contrário...

Todo o imbróglio respingou nele.

Encurralado por patrocinadores que não estão satisfeitos em ver o nome de suas empresas envolvidas num mar de lama e sob pressão do Parlamento Europeu para que renuncie, Blatter caminha no fio da navalha.


segunda-feira, julho 16, 2012

Jianxing, escola de futuros atletas chineses...

Imagem: AP

Baraúnas 3x1 Ypiranga de Pernambuco...



Índio, Paulinho Mossoró e Pedrinho marcaram os 3 gols da vitória do Baraúnas sobre o Ypiranga de Pernambuco pela Série D, Grupo A3...

Tomaz Anderson marcou o gol dos pernambucanos.

Com o resultado, o Baraúnas assumiu provisoriamente a liderança do grupo com 5 pontos.

No outro jogo do grupo, Horizonte do Ceará e Campinense da Paraíba empataram em 0x0.

Calssificação do Grupo A3
 
01 Baraúnas/RN: 05 pontos.
02 Horizonte/CE: 05 pontos.
03 Campinense/PB: 04 pontos.
04 Ypiranga/PE: 04 pontos.
05 Petrolina/PE: 02 pontos.


O pequeno herdeiro de Genghis Khan...

Imagem: AP/Andy Wong