segunda-feira, julho 29, 2013

Mesmo sem Copa do Mundo, as cidades holandesas permitem que as pessoas se movam com conforto...

 Imagem: Autor Desconhecido


Imagem: Autor Desconhecido


Já que ainda esperamos pelas tão propaladas obras de mobilidade prometidas pelos governos federal e estadual como legados importantes da Copa do Mundo de 2014...

Resolvi então, pesquisar sobre como essa tal mobilidade é enfrentada em algumas cidades, mundo afora.

Por sorte, Aaron Schain, um amigo do Facebook, mas que um dia espero conhecer ao vivo e a cores, postou na sua página, exatamente o que eu procurava...

Tramways...

Como disse Aaaron, onipresentes nas cidade holandesas.

Aaaron contou que esse simpático meio de transporte público é para os holandeses, tão comum quantos os canais que cortam a bela Amsterdam e os campos de tulipas que encantam turistas do mundo todo...

Mostrou como andar neles e quanto custa e como os tickets ou passes se integram aos ônibus e metrô.

Eis o que escreveu Aaron Schain.

Tão comum quanto os próprios canais, mais presentes que as tulipas.

O Tramway é uma mão na roda! 

Por isso a providência imediata é ter nas mãos o OV-Chipkaart. 

O Single Ticket custa € 2,80, para uso nos ônibus, tramways ou metrô.

Mas, o melhor, é comprar o cartão tipo smartcard, que você pode escolher por períodos e usar em qualquer tipo de transporte e a qualquer hora do dia, quantas vezes desejar.

O cartão é personalizado. E em caso de perda, um novo cartão é emitido.

24 hs (1 dia) € 7.50
48 hs (2 dias) € 12.00
72 hs (3 dias) € 16.50
96 hs (4 dias) € 21.00
120 hs (5 dias) € 26.00
144 hs (6 dias) € 29.50
168 hs (7 dias) € 32.00

Para turistas que pretendem circular por todo o país há o OV-Chipkaart Anonymous, que são vendidos em tabacarias, supermercados e estações de trem. 

Eles valem por 5 anos e você pode colocar até € 150,00 de créditos. 

A tarifa base é de € 0,86, economia boa quando comparada a tarifa normal. 

A desvantagem é que por não ser personalizado, se perder é prejuízo certo. 

E aí, pode sentar e chorar!

Ah, para meu amigo anônimo, tão patriótico e tão avesso as coisa além fronteira...

É na Europa sim, meu amigo.



domingo, julho 28, 2013

Estupidez no estilo francês... Torcida do Paris Saint Germain.

Imagem: AP/Michel Euler

ABC 3x0 Paysandu... Enfim, a primeira vitória... Ufa!!!



O Paysandu jogou no primeiro tempo todo fechado...

Saiu para o intervalo perdendo por 1 a 0...

Guto aos 24 minutos abriu o marcador e um sorriso no rosto dos alvinegros.

O ABC, melhor, mais uma vez pecou nas finalizações.

Na segunda etapa, Givanildo mandou o time para frente...

Pareceu que iria complicar, mas o tiro saiu pela culatra.

Com Pingo e Alvinho em campo, o ABC voltou a jogar melhor e aos 33 minutos, Pingo fez o segundo e aos 38, Bileu marcou o terceiro.

Daí para frente, o jogo quase virou um barraco...

O árbitro Almeida Filho, tirou Waldemar Lemos do sério, perdeu o controle disciplinar e certamente merecia ganhar o mico da rodada.

O ABC hoje, assim como o América ontem, teve momentos de bom futebol, mas assim como o América ontem, mostrou mais combatividade, mais comprometimento...

No entanto, o que importa é ter vencido...

Esses três pontos, não resolvem, mas mantém curta a distância do 16º colocado.

Eles perderam a bola, Casillas, não...

Imagem: Mundo Deportivo/Jose Antonio Garcia Sirvent

Dilma frequentou o Mineirão antes da sua inauguração...



Parece que é contagioso...

O antecessor também sofria do problema.

O caso é tão sério que saí no impulso...

Tipo, sem pensar...

Sai e pronto.

Vejamos:

A presidente Dilma Rousseff, em nota onde felicita o Atlético Mineiro pela conquista da Taça Libertadores da América afirmou que ainda criança, costumava ir com seu pai ao Mineirão assistir aos jogos do galo, seu time do coração...

Infelizmente, a presidente esqueceu uma data importa para ela e cometeu um equívoco...

O esquecimento: seu pai morreu em 1963, dois anos antes da inauguração do Mineirão...

O equívoco: Dilma nasceu em 1947 e, o Mineirão só foi inaugurado em 1965...

Dilma, não era criança, tinha 17 anos, era adolescente e, já não tinha seu pai.