terça-feira, maio 16, 2017

Justiça indefere pedido do Globo de Marcone Barreto e FNF apresenta documento provando que o seu presidente não é dono de igreja...

Recebi do jornalista Alan Oliveira as cinco páginas do processo referente a Ação de Obrigação de Fazer c/c Pedido de Tutela Antecipada...

As páginas recebidas estão resumidas no texto abaixo.

Justiça indefere pedido do Globo

O Juiz titular da 18ª Vara Cível da Comarca de Natal, Pedro Rodrigues Caldas Neto, indeferiu nesta segunda-feira (15) o pedido de tutela antecipada formulado pelo Globo Futebol Clube, em ação ajuizada contra a Federação-norte-rio-grandense de Futebol – FNF Processo nº. 0818222-90.2017.8.20.5001.

O Magistrado entendeu que a FNF cumpriu antecipadamente a exigência legal de feitura e publicização de suas contas, por intermédio de divulgação de balanço financeiro.

Além da informação acima, Alan Oliveira me mandou uma consulta realizada no Sistema Nacional de Registro de Empresas Mercantis – SINREM, que informa não existir em Alagoas nenhuma empresa registrada na junta comercial daquele Estado em nome de José Vanildo da Silva...

Explico:

A consulta se deu em virtude do prefeito de Ceará-Mirim, segundo, Alan Oliveira, ter afirmado que o presidente da FNF era “dono de uma igreja em Alagoas”...

É sério (risos).

Ao que parece a confusão se deu por serem homônimos, o pastor e o presidente da FNF...

Porém, uma segunda versão afirma que Marcone Barreto caiu numa brincadeira feita nas redes sociais com o fato dos nomes serem idênticos.

Mas, confesso...

Cheguei a imaginar José Vanildo num púlpito, cercado de fiéis completamente embevecidos ouvindo-o cantar as canções de Tim Maia - para quem não sabe, o presidente da FNF é um fã de Tim Maia e o imita muito bem.



O Vasco da Gama e a Série A... mais sofrimento.

Charge: Mário Alberto

O mais bonito gol contra...



Adrien Gulfo da equipe do Pully-Football marcou um golaço de bicicleta na partida contra o Rennens FC... 

O problema é que o gol foi contra. Para sorte de Adrien, sua equipe conseguiu empatar a partida em 3 a 3 e nos pênaltis, venceu por 4 a 3... 

O resultado levou o Pully-Football para a final da Copa do Cantão de Vaud, na Suíça – a Copa do Cantão é para clubes amadores.

White Hart Lane 1940... Tropas britânicas chegam para assistir Tottenham e Arsenal, antes de embarcar para frente de combate na França.

Imagem: H. F. Davis/Topical Press Agency/Hulton Archive/Getty Images

Juventus e Real Madrid, a história se repete...


Revivendo a final de Champions League de 1998 entre Juventus e Real Madrid...

A história se repete.

Por Oscar Cowley, repórter do programa "Universidade do Esporte" da rádio 88,9 - FM Universitária

Há dezenove anos, Juventus e Real Madrid disputavam uma final de Champions League como a que teremos a oportunidade de apreciar no dia 3 de junho, em Cardiff.

O cenário, porém, era diferente.

Se hoje temos como favorito o time espanhol, em 1998 os italianos eram o time mais prestigioso da Europa.

O palco desta vez fora o belo estádio do Ajax, o Amsterdam Arena, que recebeu 48,500 pessoas.

Zidane, agora técnico do Real, comandava a “escuadra” da Juventus junto com uma das maiores lendas do time, Alessandro Del Piero.

Jogadores como Inzaghi (aquele mesmo que depois jogou pelo Milan), Davids, Deschamps, Montero, Conte (hoje técnico do Chelsea), Di Livio e o goleiro Peruzzi (parece difícil de acreditar, mas Buffon ainda não era o goleiro naquela época) completavam um dos elencos mais poderosos da história da Vecchia Signora.

Por outro lado, os merengues buscavam ‘a sétima’ depois de 32 anos de jejum.

Não menos poderoso, o Real Raul, como era conhecido na época, contava com grandes nomes também, como Roberto Carlos, Hierro, Morientes, Seedorf, Mijatovic, Sanchís e, claro, Raul, nome mais que importante para a história ‘blanca’.

No banco de reservas, dois dos técnicos mais vitoriosos do futebol lideravam as equipes, pela Juventus, Marcello Lippi, e no Real, Jupp Heynckes.

Em Amsterdam, a Juventus disputou sua terceira final de Champions consecutiva depois de eliminar o Mônaco nas semifinais.

O confronto contra os franceses, assim como neste ano, ficou marcado pela superioridade mostrada em campo pelo time de Turim.

Além disso, tinham conquistado o campeonato italiano com cómoda vantagem, colocando medo no time espanhol que, por sua vez, atravessava uma fase horrível na liga chegando a disputa apenas na 4° colocação e fora da classificação para a próxima Liga dos Campeões.

Numa atmosfera contagiante, estimulada pela paixão que o povo holandês nutre pelo futebol, o jogo começou favorável para a Juventus que ainda nos primeiros minutos chegou ao gol de Illgner com um chute de fora da área de Deschamps.

Em seguida, com algumas aparições de Zidane, cujo estilo de jogo envolvia uma mistura de elegância e tranquilidade, o clube italiano começava a dominar a partida e criar ocasiões de gol.

Rapidamente, Heynckes notou a necessidade de anular o homem responsável pela maquinaria do time rival colocando Hierro e Redondo para marcar o francês, conseguindo rebaixar quase que de forma total sua autoridade dentro de campo.

A partir daí as chances para o Real começaram a chegar, sendo a mais clara dos pés de Raul que, após uma bela jogada do atacante Mijatovic, acabou finalizando para fora do gol. 

Durante o segundo tempo, a forte marcação sobre Zidane deixou clara a grande dependência que a Juventus sofria do jogador, uma vez que a zona de criação ficou praticamente anulada.

Deschamps e Di Livio, que deveriam complementar esse papel, não apareceram, de forma que a organização de jogo ficou sobre responsabilidade de David que, convenhamos, nunca foi um bom jogador com a bola nos pés (a não ser que isso significasse enfiar uma bomba de qualquer forma no gol).

No momento em que o jogo parecia mais equilibrado, a final sinalou quem seria seu herói da noite.

Chegávamos próximos aos 66’ do segundo tempo, quando o italiano Panucci lançou uma bola na área em busca do homem em quem os madridistas apostavam para decidir o confronto, Raul González.

Porém, o futebol funciona de maneira misteriosa e quiseram os deuses do esporte que o gol fosse marcado pelo jogador mais contestado do time.

Tendo falhado de chegar no espanhol, a bola sobrou para o lateral Roberto Carlos na frontal da área que não pensou duas vezes em rematar no gol com a força característica de sua perna esquerda.

A trajetória, contudo, foi cortada pela zaga da Juventus que, num raro momento de indefinição, deixou a esfera sobrar nos pés de Predrag Mijatovic que com muita tranquilidade tirou do goleiro e anotou o gol que daria o título da ‘sétima’ para o Real Madrid.

Sem dúvida, este foi um daqueles gols capazes de fazer esquecer todos os problemas de uma temporada problemática.

O jogador, nascido na antiga Iugoslávia, mais especificamente na região que hoje corresponde a Montenegro, ainda não tinha anotado um gol sequer na competição europeia e vinha sofrendo duras críticas da prensa espanhola.

Ainda, uma lesão na panturrilha quase o tira do jogo e, de fato, teria sido impedido de jogar pelo seu treinador caso o montenegrino não tivesse escondido a lesão.

Ao rever as imagens do treino antes do jogo, era possível ver como Mijatovic, com as meias bem levantadas, algo atípico no jogador durante essas sessões, tratava de evitar que Heynckes notasse que estava lesionado.

Finalmente o time espanhol conseguiu estar à altura da melhor equipe do momento, desbancando todo o favoritismo dado aos turinenses.

Uma situação parecida com a qual nos deparamos de cara a final deste ano, ainda que com uma inversão de papeis.

Desta vez, será o Real que disputará sua terceira final em apenas quatro anos saindo na frente nas casas de apostas para levar o título.

Porém, se algo podemos aprender com a história é que o jogo se vence no campo, pois no futebol nunca há uma certeza absoluta...

Gostam de coincidências?

Para não “zicar” nenhum dos dois times disponibilizarei uma para cada.

Desde 1989, quando o Milan bateu o Steua Bucaresti, há um campeão italiano há cada 7 anos: Milan (1989), Juventus (1996), Milan (2003), Inter de Milão (2010), e em 2017...

O confronto entre espanhóis e italianos é o que mais vezes ocorreu na decisão da Liga dos Campeões, a Espanha, entretanto, ganha de lavada: cinco títulos contra dois da Itália em sete decisões.

segunda-feira, maio 15, 2017

Parando a jogada por "atropelamento"...

Imagem: Richard Heathcote/Getty Images

Vida de repórter... uma tarde no Frasqueirão.



ABC e Paraná: estava tudo certo, mas deu errado e aí, pensei estou livre.... que nada, fui convocada, vou ao Frasqueirão.

Por Lígia Carvalho – repórter do TVU Esporte da TV Universitária

Segunda-feira, 08 de maio

Foi nesse dia que me ofereci pra cobrir o jogo do ABC na primeira rodada da série B 2017.

Não sei exatamente porque, mas gosto do clima do Frasqueirão.

Lá tem aquele cheiro de futebol raiz, torcida sentada na arquibancada de cimento, que só quem frequenta estádio sabe.

Passei a semana pesquisando e tentando achar algo diferente pra mostrar na matéria que eu ia fazer, afinal, voltar pra série B é uma grande conquista quando avaliamos os tamanhos dos times que temos por aqui.

Sexta, 12 de maio.

Vejo várias mensagens no grupo da tv no WhatsApp.

– “Não vai ter cinegrafista não”.

Não acredito que desperdicei tanto tempo pensando no que ia fazer pra nada.

Mas tem nada não, tenho um aniversário pra ir às 18h30, que eu ia me atrasar, tem UFC, dou um cochilinho à tarde e vou cumprir meus compromissos.

Sábado, 13 de maio, 11h.

-“Lígia, vai lá e faz uns vídeos pro nosso Facebook”, recebi de mensagem da produtora.

Lá vamos nós...

Chego no frasqueirão com meus colegas da tv e da rádio e encontro aquele clima já conhecido.

Torcedores sentados comendo churrasquinho e tomando cerveja, polícia dando baculejo nas organizadas, olhares que pensam “o que essas meninas tão fazendo aqui, sem ser com a camisa do ABC? ”

Sem cinegrafista, entramos e vamos acompanhar o jogo das cadeiras.

Ótimo.

Calor da torcida.

Só que não muito.

Nas cadeiras o clima é diferente...

Senhores, senhoras, não tem aquela animação e banhos de cerveja da arquibancada.

Ficamos ali, conversando algumas besteiras, analisando os jogadores no aquecimento e rindo de Binho, o meu colega da rádio, enquanto esperamos o jogo começar e comemos os salgadinhos do Frasqueirão.

Rola a bola.

Apoio meu pé na cadeira da frente e levo um susto com minha perna caindo.

Cochilei.

“Porra, que jogo modorrento” escuto Ana Clara comentar.

Eu que o diga, penso.

Olho no relógio, quinze minutos de partida.

A bola não sai do meio de campo, nenhum lance de emoção.

Fico ali, entre as pescadas do sono, e os comentários engraçados de Binho e Ana Clara nos meus momentos de lucidez.

Por vezes acordo assustada com gritos...

–“Gegê seu bosta!”, deferidos ao camisa 10 do alvinegro.

Ele não parece muito querido por aqui.

Acabou.

Mas ainda falta o segundo tempo.

Dou aquela despertada e falamos como o jogo está uma merda.

Começo a apostar no zero a zero e todos torcem pra que eu esteja errada.

Os times voltam a campo e logo que a rola bola o juiz para tudo.

Que merda é essa?

Escuto na rádio que um torcedor se acidentou e a ambulância precisou leva-lo ao hospital.

Sem ambulância, sem jogo.

Esperamos.

-“Quanto tempo vai demorar? ”

Olho no relógio e que merda, tá chegando a hora do aniversário que tenho que ir.

-“Vamos invadir esse campo e fazer todo mundo ir embora! ”

-“Marcos Neves tá na arquibancada, vamos brincar de procurar ele”

-“Olha lá Marcos!!! Com a famigerada camisa do Queen. ”

Acenamos e recebemos um aceno de volta.

O jogo recomeça vinte minutos depois.

Puta que pariu, o aniversário.

–“Gegê seu merda! ”.

O ABC tenta e a cada segundo que passa tenho mais certeza do empate sem gols.

 –“Gegê seu bosta! ”.

Geninho troca peças em campo e escuto um comentário na rádio:

“Geninho colocando todas as carnes na churrasqueira”.

Anoto pensando em usar pro resto da vida.

–“Vai pro América seu filho da puta”.

Merda, a aniversariante já chegou, vou perder o bolo e os salgadinhos.

Esse jogo que não acaba...

O juiz dá quatro minutos de acréscimo.

Eu só queria sair dali e ir para a festinha.

Acabou.

Vaias na torcida.

–“Esse Gegê é muito ruim. ”

–“Que saudade de Lucio Flavio”.

–“Falar que esse cara é o diamante negro da frasqueira? Quero o Jones Carioca de volta”.

Escuto atenta os comentários da torcida, afinal, eles com certeza entendem mais de ABC do que eu.

É.… tem que mudar.

O próximo é contra o internacional, fora de casa, que já ganhou de três no primeiro jogo.

Chego no aniversário.

Me esperaram pra cantar parabéns e partir o bolo.

Essa foi a maior felicidade do sábado de futebol.

Chelsea FC... Campeão da Inglaterra 2016/2017.

Imagem: Darren Walsh/Chelsea FC via Getty Images

O pênalti batido por Ryad Mahez foi anulado... dois toques.

Copa da Inglaterra de Futebol Feminino... Manchester City conquista o título.

Imagem: Ross Kinnaird/Getty Images

Futebol Feminino teve a presença da treinadora da seleção brasileira, Emilly Lima...

Imagem: Petras Furtado


Ontem, no Estádio Maria Lama Farache, a bola rolou pelo Campeonato Estadual Feminino...

Quem esteve presente foi a treinadora de seleção brasileira, Emilly Lima – na foto, ladeada por Ana Clara Dantas, comentarista e Amanda Porfírio, produtora e repórter do programa “TVU Esporte” da TV Universitária.

Na rodada dupla, o Cruzeiro de Macaíba venceu o Parnamirim por 4x0...  
                   
E, o Atheneu União derrotou o Alecrim por 5x0.

Os destaques do jogo entre União e Alecrim foram Mila, atacante do União que marcou dois gols e a goleira do Alecrim que evitou que a goleada fosse bem maior.

Middlesbrough, rebaixado...

Imagem: Tom Jenkins for The Guardian 

Grande Prêmio da Catalunha... A grande estrela foi Thomas, um francês de 6 anos.



O pequeno Thomas, de 6 anos, veio com seus pais, Jourdain e Coralice, de Amien, no Norte da França para assistir ao primeiro Grande Prêmio de Fórmula 1 todos em juntos... 

Coralice era a única que já havia assistido um, mas nem ela e nem Jourdain imaginavam que seriam, graças ao pequeno Thomas, uma atração mundial. 

Quando Kimi Raikkonen abandonou a prova, logo depois da largada, após choque com Max Verstappen, o garoto – todo vestido de Ferrari – chorou... 

A imagem rapidamente correu o mundo e Thomas comoveu quem viu.

Cardiff, no País de Gales, se prepara para a final da Champions League...

Imagem: Diário AS

Canindé Pereira e a TV Mecão...

Imagem: Autor Desconhecido


Ontem fui informado que a TV Mecão transmitiria a partida amistosa do América contra o Campinense em Campina Grande pelo YouTube...

Resolvi assistir.

Para minha surpresa, me vi diante de um imenso esforço que merece ser elogiado, mesmo que eu, não costume usar o blog para salamaleques, tenho que reconhecer quer gostei do que vi...

Não vi perfeição, mas gostei da coragem de enfrentar os riscos e fazer acontecer.

A ideia soube depois, partiu do assessor de imprensa do América, Canindé Pereira e, não me surpreendeu...

A vontade de Canindé e a força de Marcelo Montenegro, responsável pelas imagens, permitiram que a torcida do América pudesse acompanhar sua equipe em Campina Grande.

Canindé tem visão, sabe no que pode se transformar uma ideia assim, para o clube, se comprada por quem tenha condições de investir no projeto...

Não sou especialista no assunto, mas não tenho dúvida que plataformas como YouTube, Facebook, Instagram e tantos outros, não são o futuro, são o presente.

Ter seu próprio canal, contar com seus próprios profissionais, gerar suas próprias imagens, criar um conteúdo voltado para seus torcedores e ampliar imensamente a visibilidade de seus patrocinadores é o caminho, mesmo para equipes de menor porte...

Se algum dirigente duvidar, pergunte a quem entende do assunto – eu sou apenas um curioso que ficou feliz em pode ver um jogo que sem a transmissão de Canindé e Marcelo, via YouTube, não veria.

Portanto, não custa nada a direção do América levantar o preço dos equipamentos necessários para melhorar a qualidade das transmissões e começar a dizer para possíveis patrocinadores...

- “Temos nosso canal e espaço para sua marca é o que não vai faltar... topa? ”

Nadal...

Imagem: Pepe Andrés/Diário AS

Os ataques a Richarlyson mostram uma sociedade doente...

Imagem: Diário Popular


Opinião: Richarlyson, um homem exemplar numa sociedade doente

Homofobia prejudicou o jogador e, principalmente, os clubes que deixaram de contratá-lo. Melhor para o Guarani, que ganhou um reforço esportivo e moral

Por Luiz Felipe Castro para a revista VEJA

Um jogador talentoso, campeão nacional, da Libertadores, do Mundial de Clubes e com passagem pela seleção brasileira é apresentado sob bombas de protesto.

O outro, acusado de um crime bárbaro e ainda com problemas a resolver com a Justiça, é recebido com selfies e abraços de mulheres e crianças.

Pode ser exagero comparar o caso de Richarlyson ao do goleiro Bruno, pois a maioria da torcida e da opinião pública apoiou a chegada do primeiro ao Guarani e condenou o Boa Esporte pelo apoio ao arqueiro.

No entanto, a perseguição que sempre acompanhou a carreira do polivalente jogador com passagens por São Paulo e Atlético-MG evidencia o quão intolerante e irracional é a sociedade em que vivemos.

E o problema parece se agravar no futebol, um dos meios mais machistas e, principalmente, cínicos que existe.

Neste cenário, Richarlyson, ainda que sem querer, se tornou um símbolo de resistência extremamente importante. 

A moda (?) de chamar goleiros de “bicha” a cada tiro de meta, por exemplo, invadiu o futebol brasileiro nos últimos anos, vinda do México.

Nem mesmo o combate da Fifa, que já puniu a seleção brasileira com multas, foi capaz de erradicar a boçalidade nos estádios.

Os agressores defendem o argumento de que provocações fazem parte do esporte e que as arquibancadas possuem certas leis não escritas, nas quais preconceitos estão liberados sem que os responsáveis sejam considerados preconceituosos.

“Geração Nutella, frescura, mimimi”, são alguns dos “argumentos” usados.

O ponto é: orientação sexual é ofensa?

Não seria mais inteligente, por exemplo, gritar um quase pueril “frangueiro”?

Isso, sim, é um insulto para um goleiro.

Richarlyson, de 34 anos, conviveu com bobagens deste tipo desde o início de sua carreira, o que sempre rendeu mais assunto do que seu bom futebol.

A imprensa e as redes sociais também contribuíram para o atraso.

“A homofobia veste verde”, estampou uma organizada do Palmeiras numa semana em que sua chegada era especulada.

Anos antes, torcedores do São Paulo gritavam o nome de todos os seus jogadores, menos o de Richarlyson, apesar de todos os serviços prestados pelo jogador no Morumbi.

Certamente, vários clubes do país também se acovardaram e se negaram a procurar o atleta, com medo das reações dos fanáticos. Pior para eles, já que Richarlyson conseguiu vencer todas as dificuldades.

Ganhou muitos títulos e dinheiro e nunca se rendeu aos gritos dos ignorantes.

O Guarani, único clube do interior a conquistar um Campeonato Brasileiro, em 1978, também foi exemplar.

Fez jus a sua grandeza e apostou em Richarlyson, que estava afastado desde uma passagem pelo Goa FC, da Índia, no ano passado.

Sua chegada foi um pedido especial do treinador Oswaldo Alvarez, o Vadão, que recentemente se destacou dirigindo a seleção feminina – mais um sinal de que é um homem despido de preconceitos.

Imbecis montados em motocicletas jogaram bombas no estádio Brinco de Ouro da Princesa no dia da chegada de Richarlyson e um vereador ponte-pretano achou que seria engraçado dizer nas redes sociais que o volante era “o reforço certo no clube certo”.

Felizmente, os dirigentes e a imensa maioria dos torcedores do Guarani demonstraram apoio ao atleta e orgulho em contar com um reforço de peso mesmo em tempos difíceis – o time disputa a Série B do Brasileirão.

Pouco importa a orientação sexual de um jogador.

Aos intolerantes, nunca é tarde para refletir: seja inteligente, não homofóbico.

domingo, maio 14, 2017

Copa do Mundo de 1966... Bobby Charlton - Inglaterra 2x0 França.

Imagem: Trinity Mirror/Mirrorpix/Alamy Stock Photo

Série B... ABC e Paraná não joga nada e ficam no 0 a 0.

Imagem: Paraná Online


ABC e Paraná fizeram de tudo para desagradar os 3.214 cidadãos que foram assistir à estreia do alvinegro na Série B...

Não jogaram nada.

Mas, por falar em nada...

Não entendi o desinteresse dos torcedores do ABC.

Voltemos ao jogo...

Os ataques do Paraná e do ABC, neste jogo, não existiram e, por essa razão, as defesas sequer foram testadas de verdade.

Dois jogadores assistiram ao jogo sem que fossem incomodados...

Os goleiros Edson do ABC e Léo do Paraná.

Pois bem...

Resumindo: o 0 a 0 fez jus ao nada que ABC e Paraná mostraram.

Na próxima rodada, dia 20, o ABC vai a Porto Alegre encontrar com o Internacional...


Se o que se viu ontem, servir de parâmetro para o que se verá no próximo sábado, existem sérios motivos para preocupação.

Cardiff... Preparando o gramado para a final entre Juventus e Real Madrid.

 Diário AS

 Diário AS

Diário AS

América perde para o Campinense em amistoso na Paraíba...

Imagem: Autor Desconhecido/Manipulação: Fernando Amaral


O América foi a Campina Grande enfrentar o Campinense e perdeu...

Natural.

O América só agora começa a reorganizar a casa...

Muita gente que se foi, muita gente que chegou e ainda nem sabe direito onde guardar as chuteiras depois do treinamento.

Leandro Campos está na fase de encaixar peças – ela adora a palavra encaixe – apertar parafusos e colocar óleo nas partes que ainda rangem...

Portanto, o placar de 2 a 0 a favor do Campinense, não pode ser motivo de medo.


Afinal, na próxima semana, aí sim, começa a caminhada pelo terreno minado da apavorante série D...

Até lá, Leandro Campos vai dando acabamento à sua obra.

White Hart Lane

Imagem: The Guardian

Começou o futebol para valer... As Séries A, B e C, estão de volta.

E começou finalmente o Campeonato Brasileiro...

Enfim, livres dos campeonatos estaduais com seus jogos ruins, seus estádios vazios e seus regulamentos tronchos.

Ontem foi dada a partida...

Imagem: Globoesporte


Na Série A o Flamengo e Atlético Mineiro dois candidatos ao título fizeram um grande jogo – o empate em 1 a 1 acabou sendo um melhor para a equipe de Minas Gerais.

Em São Paulo a Chapecoense obteve um excelente resultado ao empatar em 1 a 1 com o Corinthians.

Imagem: 90Goals


Na Série B, o Internacional chegou, chegando...

Venceu em Londrina, no Paraná, o Londrina por 3 a 0.

Imagem: Globoesporte


Na Série C, no Grupo A, no clássico maranhense o Sampaio Correa derrotou o Moto Clube por 2 a 1...

No Grupo B, o Volta Redonda do treinador Felipe Surian, ex-América de Natal derrotou o Macaé por 3 a 1.

Nas outras partidas do grupo, o Bragantino empatou com o Botafogo de Ribeirão Preto, em 2 a 2, o Tombense empatou com o Tupi de Juiz de Fora, em 1 a 1 e o Mogi-Mirim empatou com o São Bento em 0 a 0.

As meninas do Grande Prêmio de Motociclismo de Espanha...

Imagem: Diário AS

A Umbro é a maior fornecedora de material esportivo dos clubes da Série A...

Imagem: Umbro


Fornecedoras de material esportivo dos times da Série A:

Umbro (7): Atlético Paranaense, Avaí, Bahia, Chapecoense, Cruzeiro, Grêmio e Vasco

Adidas (5): Coritiba, Flamengo, Palmeiras, Ponte Preta, Sport

Topper (3): Atlético Mineiro, Botafogo, Vitória**

Under Armour (2): São Paulo, Fluminense (a partir de 21/7) *

DryWorld (1): Fluminense (até 21/7) *

Kappa (1): Santos

Nike (1): Corinthians

Numer (1): Atlético Goianiense

Puma (1): Vitória**

*O Fluminense deixará de ser DryWorld em 21 de julho e passará a ter a Under Armour como fornecedora.

**O Vitória deixa de ser Puma para se tornar Topper neste início de Brasileirão.

sexta-feira, maio 12, 2017

Copa do Mundo de 1966: Os atores, Sean Connery, Yul Brynner e Vivienne Ventura recepcionam no Pinewood Studio a seleção da Inglaterra...

Imagem: Alamy Stock Photo/Pinewood Studio

FNF x Globo FC... Marcone Barreto diz que foi orientado a tratar a imprensa com jabá e a FNF diz que Marcone Barreto não prova nada do que diz.

Ontem no programa “Universidade do Esporte” – 88,9 FM Universitária –  mais uma vez, Marcone Barreto e José Vanildo, dono do Globo FC e presidente da FNF, respectivamente, foram destaque...

Desta vez, as ações judiciais eram o tema principal, mas a questão jabá, acabou fazendo parte da matéria do repórter Kevin Muniz.

Kevin Muniz, encarregado de acompanhar a ação movida pelo Globo contra a FNF e o auto de representação que a FNF informou ter apresentado ao Ministério Público Estadual, durante a apuração enfrentou um problema...

Conseguiu o número do protocolo da ação movida pelo Globo contra a FNF, rapidamente, mas, ainda ontem, mesmo tendo solicitado a FNF o registro do protocolo do auto de representação, no mesmo dia que manteve contato com a equipe de Ceará-Mirim, esperava uma resposta da FNF.

A solicitação dos números aconteceu na última terça-feira...

A Assessoria de Imprensa da FNF não soube informar e Alan Oliveira, o homem forte do marketing da federação também não desembaraçou o emaranhado em torno do tal número.

Conversando sobre o assunto, Kevin me informou que entraria em contato com Marcone Barreto, foi quando pedi que questionasse o dono do Globo FC sobre a declaração dada por ele ao programa “Os Donos da Bola” da Band Natal, sobre uma suposta orientação que teria recebido de José Vanildo sobre como tratar a imprensa e ser bem tratado por ela...

Assim foi feito.

Para minha surpresa, Marcone Barreto não mediu palavras...

Confirmou a declaração à Band Natal e com todas as letras disse ter sido orientado a usar do expediente do “jabá”, um “jabázinho”.

Com a confirmação, imediatamente pedi que Kevin entrasse contato com José Vanildo para que ele desse alguma declaração sobre a questão do número do protocolo e sobre a grave afirmação de Marcone Barreto...

Infelizmente o presidente se negou a falar sobre o assunto, alegando ser um assunto, segundo ele, “já batido”.

Insisti para que Kevin Muniz buscasse na FNF alguém para se pronunciar...

Kevin então entrou em contato com Alan Oliveira e, conseguimos gravar uma declaração que se contrapunha ao dito pelo dono do Globo FC.

No entanto, quando estávamos no meio do primeiro bloco do programa Universidade do Esporte, Alan Oliveira chegou...

Gentil e educado como sempre o é, Alan disse que preferiu comparecer aos estúdios da FM Universitária para responder todas as questões envolvendo o número do protocolo do auto de representação e as declarações de Marcone Barreto.

Pois bem...

Abaixo a sonora com Marcone Barreto confirmando que foi orientado a oferecer jabá e logo depois, a entrevista com Alan Oliveira.

Apesar do assunto espinhoso, o clima foi de respeitoso e cordial, mesmo quando a temperatura teve uma pequena elevação...

Agradeço aos companheiros de bancada, Marcos Neves Junior e Rafael Morais pela participação e faço questão de destacar a postura do jovem estudante de jornalismo, Kevin Muniz, que tem conquistado a confiança e o respeito de seus colegas e chefes pelo equilíbrio e pelo profissionalismo.

Atualização:

Verificamos o site do Globo e eles não disponibilizam nem estatuto, nem balanço financeiro...

Alan Oliveira, por volta das 22 horas entrou em contato comigo e me prometeu conseguir o número do protocolo hoje.


 


Massimiliano Allegri, treinador da Juventus de Turim...

Imagem: Diário AS

Mulheres indígenas no México fazem do futebol arma contra o machismo...

Imagem: El País


Futebol Feminino

Mazahuas, as comunidades indígenas que jogam contra o machismo

Grupo de mulheres usa o futebol como pretexto para fortalecer uma comunidade indígena do México assolada pelo machismo e pela violência de gênero

Diego Mancera de San Felipe del Progreso (Estado de México) para o El País

Guadalupe García deixava prontas as “tortillas” feitas com as próprias mãos.

A adolescente também devia varrer o quintal de casa para depois escapar e poder jogar futebol, uma atividade clandestina para mulheres das comunidades mazahuas.

O povo indígena do Estado do México se escandalizava se as meninas usavam shorts e jogavam bola, até que Lupita, como é conhecida, fundou o primeiro time de futebol mazahua.

“Os homens de minha comunidade diziam que eu estava ficando louca, que ia perder tempo. A comunidade te vigia. Assobiam, como se colocar um short fosse para agradá-los”, diz García, que nasceu em San Juan Coajomulco, uma comunidade no município de Jocotitlán, no Estado do México, atingido por um incontável número de feminicídios e agressões contra as mulheres.

García cresceu em meio à violência.

Um de seus avôs matou a mulher a pancadas.

Sua mãe se casou quando tinha apenas 14 anos e seu pai era alcoólatra; suas irmãs se casaram quando ainda estavam no segundo grau.

Esse ambiente a distanciou do futebol e a levou à Cidade do México como empregada doméstica.

Não lhe restava outra opção.
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“Decidi voltar a estudar, não gostava do modo como me tratavam. Fiz uma tese sobre a violência para com as mulheres em minha comunidade”, é assim que relata o começo de sua organização civil Mulheres, Luta e Direitos para Todas (Mulyd).

“O que fazemos é empoderar lideranças femininas, a partir do futebol, com meninas. Utilizamos o futebol como um meio para a promoção e defesa dos direitos humanos das meninas mazahuas”, explica enquanto planeja um jogo amistoso.

Ela, com outras duas mulheres, recruta meninas menores de 15 anos em sete municípios pertencentes à comunidade mazahua para os treinos.

Mónica García, uma das integrantes da seleção mazahua, aprendeu a jogar futebol graças a Elsa, sua mãe.

Ela a via jogar todo o fim de semana e ganhar as medalhas que estão penduradas em uma das paredes rosadas de sua casa.

“O diretor da minha escola me disse que como menina não deveria praticar muito esse esporte, e a orientadora também [me disse isso]”, lembra a garota de 14 anos, e acrescenta: “eu lhes disse que era assunto meu, que queria jogar e ninguém iria me impedir”.

Os costumes rígidos na cultura mazahua do México determinam que suas mulheres devem “obedecer, calar e aprender a fazer as coisas que nos indicam nas casas”.

No entanto, em cada uma das comunidades os contextos são diferentes e o nível de opressão da mulher varia.

“Conheço algumas garotas a quem não deixam jogar, dizem que não é para mulheres, que só servem para as tarefas da casa. Quando as veem jogando lhes dizem para ir lavar a roupa”, comenta Maye Álvarez, de 16 anos.

Maye tem fora de casa um gol rudimentar feito com dois troncos finos de madeira e uma corda que funciona como travessão.

Ali treina no alto de um morro no povoado de El Pintado.

Ela quer continuar no futebol e até jogar em uma equipe de nível nacional.

Enquanto fala pega com força sua mochila, onde está o seu tesouro: um par de tênis que seu pai lhe deu de presente.

Quando vai aos treinamentos da equipe mazahua são quatro horas de viagem, em dois ônibus, e gasta cerca de 100 pesos (cerca de 20 reais) todo fim de semana, o orçamento de toda uma semana para ir à escola.

As jogadoras mazahuas ganharam o reconhecimento de sua comunidade, o primeiro desafio em uma sociedade machista.

Quatro delas conseguiram bolsas de estudo e esportivas, como Yokary González, que por sua habilidade com uma bola pode estudar em Toluca, a capital do Estado do México.

“O projeto não causa impacto só nas meninas, mas também em suas famílias. Tornam-se uma referência de sucesso para toda a comunidade”, afirma Lupita García, e explica que sua organização se mantém com doações, o que tem impedido a expansão da equipe.

“Nosso objetivo é que as companheiras se mexam, sintam o suor, a adrenalina. Quando entram em campo são elas mesmas, aí se reconhecem como donas de seu corpo”, comenta a mulher que se rebelou.

As garotas mazahuas jogam futebol como um ato de protesto em um terreno com a grama queimada pelo sol.

Em lugar de cartazes de publicidade há uma coleção de grandes pedras e cactos espinhosos.

As representantes da Mulyd jogam contra um time do município de Jocotitlán.

O jogo é anárquico.

As pupilas de García vencem por 4x1, mas isso pouco importa, o que querem é ganhar o direito de chutar uma bola.

Enquanto os marmanjos se espancavam, a grid girl curtia um energético...

Imagem: Getty Images

Philippe Coutinho, Gini Wijnaldum e Dan, enfrentaram 30 jogadores da equipe Sub-9 do Liverpool...



O desafio foi muito “simples”... 

Philippe Coutinho, Gini Wijnaldum e o jovem goleiro Dan, enfrentaram 30 jogadores da equipe Sub-9 do Liverpool, incluindo dois goleiros – o sub-9 na Inglaterra corresponde ao que eles chamam de pré academia. 

Claro que tudo não passou de uma festa... 

No final o resultado foi 3 a 3 – confira no vídeo o clima de festa e os melhores momentos da “partida”.

quinta-feira, maio 11, 2017

West Bromwich Albion FC...

Imagem: Adam Fradgley/WBA FC via Getty Images 

Champions League... Depois do susto, Real Madrid marca um gol e vai enfrentar a Juventus em Cardiff.

Vai marcar ou não?

Imagem: Stu Forster/Getty Images

Buffon merece o prêmio "Bola de Ouro"...

Imagem: Autor Desconhecido


Se tivesse influência tentaria convencer ao que vão votar no prêmio “Bola de Ouro” da revista France Football a votarem em Gianluigi Buffon e não em Cristiano Ronaldo como é de se esperar...

Meu argumento seria um: Buffon fez por merecer.

Sua carreira é impecável e sua vida pessoal e familiar idem...

Por outro lado, o último goleiro a vencer o a ‘Bola de Ouro” foi Lev Yashin em 1963 – convenhamos é muito tempo sem que um goleiro seja homenageado.

Portanto, como esse texto descreve um sentimento pessoal, não vejo nenhum problema em dizer com todas as letras...

Dar o prêmio a Buffon seria um ato de justiça e uma homenagem mais que perfeita a quem honrou a posição, calou estádios, mas que também, por ser tão bom, triplicou a alegria daqueles que conseguiram fazer a bola chegar ao fundo das redes que o tinham à frente.

Chiclete...

Imagem: Dilip Vishwanat/AFP 

Conmebol pretende incluir Portugal e Espanha na Copa América...

Imagem: Autor Desconhecido


Em 2019, no Brasil, a Copa América poderá trazer novidades...

A Conmebol estuda incluir Espanha e Portugal, e mais quatro países.

A proposta pretende tornar a competição mais atrativa comercialmente e para que isso aconteça se pensou num formato com 16 equipes...

As dez seleções sul-americanas e seis convidadas.

No novo formato Estados Unidos, México, Espanha e Portugal, além de duas seleções da Ásia se juntariam aos dez países filiados a Conmebol...

A ideia foi discutida nas reuniões durante o Congresso da FIFA no Bahrein.

Apesar de compreender que interesses comerciais podem estar influindo na decisão de trazer asiáticos para a competição, imagino que o ideal fosse convidar nações com alguma ligação histórica com o continente...

Holanda e França, por exemplo.

quarta-feira, maio 10, 2017

Copa do Mundo de 1966... Bobby Charlton desembarca com a seleção inglesa no Royal Garden Holtel in Kensington.

Imagem: David Davies for The Observer

Champions League... Juventus de Turim é finalista.

O futebol brasileiro sendo o futebol brasileiro... risível se não fosse ridículo.

Imagem: Globoesporte


Futebol brasileiro sendo futebol brasileiro

Por Guilherme Amado para o blog do Lauro Jardim


Os dirigentes dos times do Amazonas assinaram o regulamento do campeonato do estado neste ano e honraram a fama de bagunça que, com razão, tem o futebol brasileiro.




Cláudio Nobre, dirigente do Fast Clube, o maior do estado, assinou o texto e, em seguida, a caneta, acrescentou: 

"Irei reler novamente o regulamento com calma".


O campeonato correu todo com base neste documento.

Seguro pelo calção e pela camisa...

Imagem: Stefano Rellandini/Reuters