sábado, agosto 18, 2012

O Futebol Olímpico do Brasil...




Por Alberto Murray.

O futebol olímpico do Brasil tem ido aos Jogos Olímpicos repleto de estrelas. 

Mas mesmo assim, empaca. 

Essa história tem se repetido e parece não haver meios de sair essa medalha de ouro. 

Quem sabe em casa, daqui quatro anos.

Aqueles que me acompanham sabem que afirmo que Jogos Olímpicos são uma competição diferente de todas as outras, inclusive a Copa do Mundo do Futebol. 

Olimpíada tem história, um peso diferente, intangível, que só mesmo quem vivencia isso é capaz de compreender.

Eu tenho a impressão que os nossos profissionais do futebol, muito bons em seus clubes, vão aos Jogos Olímpicos sem saber bem o que aquilo significa. 

Não experimentam a essência do olimpismo. 

Não ficam na Vila Olímpica, apenas visitam-na como se aquilo fosse um simples passeio a um parque de diversões. 

Isolam-se em hotéis, concentrações. 

Jogam em outras cidades que não exclusivamente a sede olímpica.

Encarar a Olimpíada somente como mais uma competição importante é o primeiro passo para fracassar. 

Enquanto nosso futebol fica alijado do espírito olímpico, as demais equipes, compostas por atletas mais modestos, engajam-se de corpo e alma na competição. 

O convívio diário na Vila Olímpica, a mistura com atletas de outros países e de outras modalidades, sem dúvida que são um estímulo. 

E é isso que experimentam os adversários do futebol brasileiro nos certames olímpicos. 

Então o Brasil enfrenta times que captam a essência do Olimpismo e levam isso para dentro do campo. 

E se os nossos adversários são, ao menos em teoria, tecnicamente piores, suprem essa deficiência levando para o campo de jogo o sentimento de honra por estar participando de uma Olimpíada.

Antigamente o futebol olímpico do Brasil ficava na Vila Olímpica e não tinha conversa. 

E em duas ocasiões ganhamos a medalha de prata, em Los Angeles 84 e Seoul 88. (em Seoul, note-se, o Brasil foi flagrantemente roubado na final por um juiz francês sem vergonha. 

Não interessava aos futuros mandatários da CBF, que assumiriam a Confederação no ano seguinte, que o futebol ganhasse aquela medalha de ouro. 

O sucesso da então atual gestão da CBF poderia atrapalhar os planos dos que queriam assumi-la.

Talvez seja uma boa coisa dar ao nosso futebol olímpico uma educação olímpica. 

Fazê-los compreender o que representam os Jogos, que os adversários não medirão esforços para serem campeões olímpicos. 

Os atletas e a comissão técnica do futebol também deveriam ficar alojados na Vila Olímpica, para entrar no clima. 

Não entendo porque o Neymar não poderia interagir com o Phelps, ou porque o José Roberto Guimarães seria diferente do Mano Menezes. 

Estrelas olímpicas por estrelas olímpicas, o voleibol feminino do Brasil representa muito mais, naquele cenário, do que qualquer jogador do futebol.

Ou seja, tem que fazer o futebol olímpico do Brasil entrar no clima da competição. 

Muito melhor do que ficar encastelado em concentrações chatas e desnecessárias.



sexta-feira, agosto 17, 2012

Ullevi Stadion de Gotemburgo na Suécia: não era só o Machadão que exibia sinuosas curvas...

Imagem: Autor Desconhecido

O óbvio ululante difícil de entender no Brasil...


"Façamos um exercício de suposição. Imagine que o Brasil fosse 4º ou 5º colocado em todas as provas olímpicas. Nenhuma medalha. Seriamos um fracasso olímpico, mas seríamos uma potência esportiva, senão a maior, com atletas de alto nível em todas as modalidades”.

“Um país que contaria com uma política de esportes saudável, eficiente, sem ser eficaz talvez, mas invejável”.

Everaldo Marciano, geólogo brasileiro que reside em Heidelberg na Alemanha.


Soco, cabeçada e pontapé...

Imagem: World Soccer

Copa do Mundo de 2022 no inverno...



O príncipe jordaniano Ali bin Al Hussein, um dos vice-presidentes da FIFA, advogou que a Copa do Mundo de 2022 que será disputada no Qatar, seja jogada durante o inverno no hemisfério norte.

Segundo Al Hussein, esta seria uma forma de se evitar as temperaturas extremas nos meses de junho, julho e agosto no emirado.

Nesta época a média é de 41 graus centigrados, com máximas que chegam aos 59 graus.

Al Hussein, disse ao jornal alemão “Tagespiegel” que em Doha, capital do Qatar, em janeiro a temperatura oscila entre os 12 e os 21 graus centigrados.

No entanto, existe um problema...

O calendário europeu teria que sofrer modificações.

Desde sua escolha como sede da Copa do Mundo de 2012, o Qatar vem sofrendo severas criticas em função de sua escassa tradição no futebol, seu clima pouco compatível com a prática de atividades esportivas e a imensa necessidade de melhorias em sua infraestrutura.



Por pouco não foi pior...

Imagem: Reuters/Grigory Dukor


Imagem: Pictures Alliance

O legado dos grandes eventos são os estádios-fantasma que ficam...



Grandes eventos desportivos espalham estádios-fantasma pelo mundo afora...


Este é o título da matéria de Paulo Cutado do jornal Público de Lisboa que pincei do blog de Juca Kfouri e compartilho com s leitores do Fernando Amaral FC.

O texto é o original – isto é, escrito como se escreve em Portugal.


Por Paulo Cutado,

Jornal PÚBLICO, de Lisboa.


Os recintos de Aveiro, Leiria e Algarve são dos maiores exemplos de desperdício de dinheiros públicos na construção de equipamentos desportivos.

O Mundial 2006, pelo contrário, é um exemplo a seguir.

Ainda não são conhecidos os números oficiais finais do investimento britânico nos Jogos de Londres, mas dificilmente se aproximarão dos 32 mil milhões de euros de Pequim 2008.

Uma soma astronómica para um evento que dura pouco mais de duas semanas.

Neste oceano financeiro, surgem mitigados os 381 milhões de euros despendidos no “Ninho de Pássaro”, o Estádio Olímpico que se transformou na bandeira do evento.

Hoje é uma atracção turística, mas com os seus 90 mil lugares desertos grande parte do ano, apesar dos nove milhões de euros de custos de manutenção.

É um dos “elefantes brancos” que os mega-eventos desportivos espalharam pelo mundo, com Portugal a ter um lugar de destaque.

São projectos muitas vezes efémeros, quase sempre megalómanos, ávidos sorvedouros das receitas dos contribuintes.

São estas as conclusões de um relatório do Instituto Dinamarquês de Estudos Desportivos (IDED), publicado recentemente, que alerta para o peso dos legados das grandes organizações desportivas, construídos sem racionalidade ou planos de sustentabilidade.

O Euro 2004 e parte da sua herança material, fardos atrofiantes para algumas autarquias, é visto como caso exemplar de desperdício de fundos.

O estudo estima que a organização nacional da prova da UEFA tenha implicado um investimento público na ordem dos mil milhões de euros, entre os valores assumidos por autarquias e Governo.

O dobro da verba despendida, em conjunto, pela Áustria e Suíça, no Euro 2008.

“Vários dos estádios construídos ou renovados constituíram uma herança problemática”, refere o documento, apontando os casos dos estádios de Aveiro, Leiria (Dr. Magalhães Pessoa) e Faro-Loulé (Algarve), que registam baixos índices de ocupação anual.

Um cenário desolador, mas perfeitamente previsível para este centro independente de investigação.

A falta de um plano racional e sustentável dos equipamentos a prazo, que poderia ter passado por uma diminuição da lotação, após o fim do Euro 2004, para reduzir os custos de manutenção e adaptar os recintos às realidades futebolísticas locais, explica as dificuldades actuais.

Os três estádios custaram aproximadamente 218 milhões de euros (e juntos disponibilizam 84 mil lugares), segundo números divulgados por uma auditoria do Tribunal de Contas, em 2005.

Montante sem IVA e que inclui o estacionamento e as acessibilidades. A factura mais pesada do trio foi paga pela Câmara de Leiria: 83,2 milhões de euros. Seguiram-se a de Aveiro, com 68,1 milhões, e as de Faro e Loulé, com 66,4.

“A experiência portuguesa é ilustrativa para desmontar o lema “se construirmos estádios os espectadores aparecerão”. Esta não é uma solução fiável. Alguns estádios foram postos à venda e a maioria regista fraquíssimos índices de assistência”, refere o estudo, em que participou o investigador da Universidade de Coimbra (UC) Francisco Pinheiro.

Mas os portugueses não estão isolados na forma irracional como avançaram para a construção de muitos dos equipamentos.

Numa lista que engloba Jogos Olímpicos de Verão e Inverno, Mundiais da FIFA, Europeus da UEFA, Taça das Nações Africanas, Jogos Pan-Africanos, Jogos Pan-Americanos, Jogos Asiáticos e Jogos da Commonwealth, num total de 65 estádios, em 20 países e seis continentes, o desperdício de verbas públicas é, quase sempre, transversal.

Do Japão, surge o caso do Estádio Olímpico de Nagano, uma memória pálida dos Jogos Olímpicos de Inverno de 1998.

Com uma capacidade de 30 mil lugares, custou 87 milhões de euros. Durante o ano de 2010, todos os espectadores somados ocupariam pouco mais de metade dos lugares.

Em Inglaterra, ainda a viverem a ressaca dos Jogos, os contribuintes olham com apreensão para este passado de esbanjamento, enquanto especulam sobre o destino do Estádio Olímpico, onde investiram 590 milhões de euros.

O seu futuro, que tem sofrido avanços e recuos nos últimos meses, continua incerto.

À partida, o projecto arquitectónico deixou aberta a possibilidade de adaptações, como a redução dos 80 mil lugares para 25 mil, através da remoção do anel superior.

Neste momento existem alguns clubes candidatos à utilização do recinto, destacando-se o West Ham.

Bom exemplo alemão

Apesar do cenário global negativo, o estudo do IDED também apresenta casos de sucesso.

O maior deles é à organização alemã do Mundial de 2006.

Aqui, a maioria dos estádios envolvidos na prova, construídos de raiz ou remodelados, registou um crescimento considerável da afluência de público, após o evento.

A explicação é simples: “A forte tradição que o futebol tem por estas paragens, associada à competitividade da Bundesliga, traduz-se num dos maiores índices médios de espectadores nos estádios a nível mundial.”

Um oásis num deserto de desperdícios.

“Este estudo pretende ser uma espécie de memorando com um elenco dos erros que ciclicamente são cometidos em particular algo que raramente é feito, como perspectivar o futuro dos equipamentos construídos e promover a criação de um plano de actividades, pelo menos para a década seguinte”, sintetizou ao PÚBLICO Francisco Pinheiro.

“Acredito que, nas próximas décadas, os países que optarem por uma racionalidade do ponto de vista financeiro, dificilmente irão candidatar-se a receber mega-organizações destas”, prevê.

Apesar de tudo, não têm faltado candidatos endinheirados à organização dos grandes eventos.

A 2 de Dezembro de 2010, a FIFA atribuiu à Rússia a organização do Mundial de 2018 e ao Qatar a de 2022.

Para vencer a corrida, os dois países comprometeram-se a construir mais de 20 novos estádios.

“Nem a Rússia nem o Qatar têm uma infra-estrutura de equipamentos desportivos para uma prática satisfatória de futebol, conforme é exigido pela FIFA, nomeadamente no que se refere à capacidade dos estádios”, aponta o estudo.

Para obedecer aos regulamentos, os russos fixaram um orçamento oficial de três mil milhões de euros para a construção de estádios.

Já o Qatar (país com 1,8 milhões de habitantes) vai investir 2,4 mil milhões de euros.


quinta-feira, agosto 16, 2012

O dia do Touro: sequencia do ataque ao toureiro Fernando Cruz... Cruz está internado em estado grave.

 Imagem: EFE


 Imagem: EFE


 Imagem: EFE


 Imagem: EFE

Imagem: EFE

Verdade verdadeira e cruel...



Mensagem enviada ao blog do jornalista José Cruz...

Zé, eu moro na República Tcheca, um país com pouco mais de 10 milhões de habitantes. 

Eles ganharam este ano 10 medalhas no total, sendo quatro de ouros, portanto, ficando à frente do Brasil na contagem final. 

Hoje estava comentando isso com a minha sogra que disse o seguinte:

“É, vocês podem ter mais medalhas que a gente, mas vocês participam de muito mais provas do que nós, vocês têm uma população 20 vezes maior do que a nossa e mesmo assim não conseguiram algo muito melhor do que nós”.

Imagine a minha cara como ficou depois dessa…

Abraços, André Munhoz.

Do blog:

Um comentário simples, sucinto e cirúrgico...

Foi assim que a sábia senhora “varreu” porta a fora o orgulho dos patriotas de plantão.


Venha aqui sua traidora...

Imagem: AP/Darryl Dyck

Dura constatação...



Em 1952 em Helsinque na Finlândia, o Brasil ganhou uma medalha de ouro no salto triplo com Adhemar Ferreira da Silva.

Em Londres, ganhamos três medalhas de ouro...

Levamos 60 anos para triplicar a conquista. 

Que tal?

José Cruz, jornalista.

Olímpiada de Berlim, 1936... Peru x Áustria.

Imagem: COI

Eleições: o cômico e o trágico...



Às vezes me frustra minha pouca capacidade intelectual e meu nenhum pendor literário...

Queria ser mais capaz e assim, poder descrever com algum brilho, as coisas que vejo e ouço na minha caminhada em direção a eternidade.

Ontem, por voltadas 18h30min, um dos candidatos à prefeitura da cidade do Natal, fez uma movimentação aqui na Vila de Ponta Negra.

Não creio ser necessário descrever detalhes – afinal, as movimentações nos bairros nas campanhas politicas são como desfile de escola de samba e corredor de micareta: sempre a mesma coisa...

No entanto não me canso de observar e rir cá com meus botões.

Politico e povo, juntos e misturados naquilo que ambos mais têm em comum: a falsidade.

Os políticos da ocasião estampam seu sorriso de anuncio de creme dental, e o povo, banguela, sorri para ele como sorri para qualquer outro que venha com sua trupe fingir e pedir.

Para ambos, o importante é pedir...

O politico pede o voto e o povo, qualquer coisa.

Hoje, foi engraçado ver “noiados”, pulando e pedindo uns trocados para logo a seguir, correr numa das muitas bocas e comprar suas pedrinhas diárias de crack...

Foi hilário, ver traficantes conhecidos – em Ponta Negra eles não se escondem, ao contrário, passeiam pelas ruas da Vila como os janotas desfilam pela Avenida Paulista – tendo suas mãos apertadas...

Garotas de programa mal amanhadas sendo procuradas pela trupe para receber santinhos dos candidatos a vereador.

Imperdível a cena dos abraços nos bêbados...

Enfim, um espetáculo digno de Dante Alighieri.

Mas uma coisa me chamou a atenção: num dos carros de som que conduzia a manada, um locutor gritava a plenos pulmões...

“Eu já disse, vou repetir, é o bacurau que manda aqui”...

Manda?

E por que não?

Levando em consideração que ele – o locutor – foi orientado para fazê-lo, posso perfeitamente chegar à conclusão que é essa a visão que eles, os donos da cidade e do Estado e seus marqueteiros têm de todos nós...

Para eles, somos subalternos e eles sabem o quanto gastar para nos manter assim.


Alguém pode me explicar o que diabos esse goleiro quis fazer...

Imagem: AP/Darryl Dyck

Empresários de jogadores de futebol...



STJ mantém ação de Lavagem de Dinheiro contra Kia Joorabchian e iraniano não pode mais entrar no Brasil.

Denunciados por Lavagem de Dinheiro, cometidas durante a parceria entre MSI e Corinthians, o réus Kia Joorabchian e Nojan Bedroud tiveram Habeas-Corpus negado pela Quinta Turma do STJ.

O processo seguirá agora seu curso normal, em primeira instância.

Vale lembrar que a proximidade do “empresário” ligado a Boris Berezovsky, acusado de ser mafioso Russo, com Andres Sanches, diretor de Seleções da CBF, antes escondida, está agora escancarada.

Demonstrando claramente como funcionam as coisas no futebol brasileiro.

Segundo a denúncia do MPF, todos os valores que o iraniano investiu no Corinthians teriam origem em crimes cometidos contra a administração pública da Rússia e de outros países.

Berezovsky e Kia também são investigados por ação criminosa na Suíça.

Com a negativa do pedido pelo STJ, Kia Joorabchian, que tinha prisão decretada no Brasil, será preso se voltar a pisar em solo nacional.

Fonte: blog do Paulinho.

E pensar que foi a gente ligada a essa gente, que entregaram sem o menor pudor o destino do atacante Wallyson que hoje, joga no Cruzeiro de Minas Gerais.


quarta-feira, agosto 15, 2012

Rema remadora...

Imagem: Getty Images

Criciúma 4x3 América... A virada da virada.





Um gol sofrido aos seis minutos através de Giovanni Augusto assustou...

O América não esperava...

Sentiu o golpe e claudicou.

O Criciúma vestiu o salto alto, arrefeceu, mas dominou.

O que já era ruim ficou pior com a expulsão de Márcio Passos...

Mas ainda assim, o América foi à luta.

No final do segundo tempo, três chances claras surgiram, mas por azar, incompetência ou ansiedade, acabaram desperdiçadas.

Na volta o América entrou no jogo e forçou...

Aos 14 minutos, Pingo empatou.

Passados mais 14 minutos, Pingo novamente... 

América 2x1.

Um jogador a menos e uma virada sensacional.

Porém, ainda cabia mais alegria e aos 32 minutos, Pingo marcou o terceiro gol.

Os gols que pingaram um a um, fizeram os corações rubros transbordar.

Pelas crinas dos cavalos dos cavaleiros do forró, iuhuuuu, vitória, vitória!

Bem, agora era segurar e esperar o tempo fluir...

Faltavam apenas míseros 17 minutos para confirmar uma virada épica, consagradora, inesquecível.

Durante sete minutos sorrisos, abraços, vibração e um imenso contentamento tomaram conta da torcida do América...

No entanto, Gilmar fez o segundo gol do Criciúma.

O cronometro marcava 39 minutos.

Aperto no peito, mas ainda dava...

Faltava pouco...

Bastava ter calma e segurar a bola.

Aos 42 minutos, Lucca igualou o marcador... 3x3.

Lá se foram três preciosos pontos...

Ok, tudo bem...

Calma!

Um pontinho fora de casa contra o líder não é um negócio tão ruim assim.

Logo acaba essa agonia.

Não acabou...

Gilmar aos 46 minutos marcou o quarto gol e Criciúma virou sobre a virada do América... 

4x3 no placar.

Espanto, frio na espinha, boca seca, olhar perdido e a sensação de que o mundo havia desabado.

Como algo assim pode ter acontecido?

Explicações não vão explicar...

Justificativas não vão justificar...

Nada vai apagar uma vitória que se transformou numa derrota contundente, deprimente e inquestionável.


Está tudo bem... por enquanto.

Imagem: AFP/Marwan Naaman

ABC 0x2 América Mineiro...





A última vitória do América de Minas Gerais aconteceu na décima primeira rodada, quando derrotou o Guaratinguetá por 2x1...

Depois disso, um empate e quatro derrotas se somaram e, os mineiros despencaram na tabela.

Esse histórico criou a expectativa de uma vitória alvinegra.

Ficamos na expectativa.

Durante o desenrolar da partida, o América foi melhor e o ABC patinou sem conseguir esboçar uma reação convincente.

A derrota veio no segundo tempo...

Thiago Humberto aos 17 minutos e Thiaguinho aos 39 minutos da etapa final, selaram uma derrota que talvez pudesse ter sido evitada...

Para quem dizia estar desejoso de dar início a uma arrancada rumo a posições mais elevadas na tabela, o desempenho apresentado não confirmou o desejo.

O maior problema do ABC está na inconstância.



Cansaço...

Imagem: Picture Alliance

Uma longa e triste noite no Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel



O texto abaixo foi pinçado do Facebook...

Seu autor é um jovem médico cujo nome é Irami Araújo Filho.

Não o conheço, e jamais havia ouvido falar dele até me deparar seu texto e lhe escrever uma mensagem pedindo sua autorização para publicá-lo aqui no Fernando Amaral FC.

O Dr. Irami conta os fatos que ocorrido em seu plantão noturno no último dia 13 e, o que ele conta é estarrecedor.

Diante do que li, fico me perguntado até quando este país e seus gestores vão insistir em mentir...

Até quando, a população vai permanecer impávida e alienada como se se os fatos contados pelo médico fosse algo distante e só capaz de acontecer com o outro.

Por fim, o que li me fez refletir sobre o absurdo de ver tantos tentando abrir os cofres públicos para abocanhar recursos cuja finalidade é financiar estádios e patrocinar clubes de futebol.

Tomara todos estes defensores da irrelevância, tenham verba suficiente para chegar ao Sírio Libanês ou ao Albert Einstein...



Plantão do Dr. Irami Araújo Filho na noite de 13 de agosto no Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel em Natal, Rio Grande do Norte.



Aos colegas Cirurgiões do HWG, segue o que sofremos, nós e os pacientes no plantão de ontem, 13/08/2012 – Noturno.

Início com apenas 01 ortopedista de plantão e mais de 20 pacientes na fila do setor de ortopedia.

O único ortopedista de plantão possuía três fraturas expostas para operar e, indagado sobre os demais, nos informou que estava só naquele momento...

Um dos ortopedistas estava afastado, um estava de férias (férias??? não estão suspensas???), outro de licença e um outro ainda não havia chegado. 

Enfim, só vi um ortopedista à noite toda no plantão, sozinho para tudo.

Esse que vos fala, estava operado de cirurgia dentária, com sutura e dor, mas trabalhando para não desfalcar a equipe da Cirurgia Geral.

Houve vários atendimentos de pacientes gravíssimos, que necessitaram de intubação orotraquel ou cricotiroidostomia... 

Metade das intubações foi feitas às cegas ou quase, pois estávamos sem aspirador funcionando e faltavam respiradores suficientes... 

Grande parte dessas intubações feitas no chão, devido à falta de macas altas.

No pátio, oito ou nove ambulâncias do SAMU, retidas, sem condições de sair, macas presas e chegando mais.

Só havia tubos traqueais 7 ou 9 Fr, ou seja, ou ficava muito frouxo ou muito apertado, dificultando a intubação dos pacientes graves e a ventilação a posterior.

A tomografia não parou; nem raio X e USG.

Não havia dreno de tórax... 

Acreditem, dreno de tórax. 

Lastimável!!!!

Devido ao esforço em intubar pacientes no chão, eis que começo a sangrar pela cirurgia dentária.

Então, literalmente senti o gosto de sangue, já que o odor do mesmo e de outros fluídos e excrementos humanos já habitavam meu olfato desde o início do plantão.

Corredores lotados, aliás, não havia mais corredores, eram depósitos de pessoas, os chamados na atualidade de clientes do SUS, pela tão propagada política de humanização da saúde. 

Com certeza não eram mais nem clientes ou pacientes, naquela situação assumiam papel de qualquer "coisa", menos de pessoas que necessitavam de cuidados.

Nós, profissionais de saúde, naquele momento, também éramos qualquer "coisa" e estávamos perdendo a batalha, por falta de munição. 

Dreno de tórax??? 

Era o de menos...

E assim fui até o raiar do dia; gosto de sangue na boca, cansado, desiludido, sem esperança, abandonado...

Todos nós... 

Eu, meus colegas e os pacientes... ou qualquer "coisa" que os senhores queiram denominar.

Para terminar, quero fazer um comentário sobre os que dizem ser a Medicina um sacerdócio...

Pois bem, ontem mais do que nunca, os Padres foram massacrados, surrados e os fiéis pisoteados.

Mais uma vez, faltou pão, vinho e hóstia na "Igreja de Monsenhor Walfredo" e a paróquia de Parnamirim não quis fazer parte da novena, não colaborou com um só coroinha, não recebia fiel algum, só encaminhava e nós, os "Padres do Walfredo" seguimos junto aos fiéis, sem fé, sem férias, sem nada.

Abandonados literalmente pelos Gestores que nos tratam como "qualquer coisa"...

Nós os profissionais de saúde, ainda assim, cultivamos a esperança um dia podermos viver num Rio Grande do Norte melhor. 

Santa ilusão!!!!!!!!!!!


Socorro Conselho Regional de Medicina/RN; Socorro Monsenhor Walfredo Gurgel, Deus e todos os Santos. 

Amém!

Irami Araújo Filho.

Depois de ontem, "qualquer coisa".


terça-feira, agosto 14, 2012

Em segundos o trabalho de 4 anos...

AP/Charlie Riedel

América: momento de decisão...



Os próximos dias serão importantes para a saúde financeira do América...
 
Permanecer em Goianinha evita um enorme prejuízo...

Ir para Garanhuns implica num rombo bastante difícil de tapar.

Porém, as próximas seis rodadas serão decisivas para as pretensões do América em relação a um possível retorno a Série A...

Criciúma e América Mineiro em Santa Catarina e Minas Gerais...

ABC em Goianinha...

Goiás em Goiânia.

Vitória em só Deus sabe aonde – por enquanto e Avaí em Florianópolis...

São 18 pontos em disputa...

Ganhar menos que 9 ou 10 pontos é bastante preocupante.



Federica Pellegrini, a diva da natação italiana...

Imagem: Autor Desconhecido

Podres poderes...



A prefeitura de São Paulo mantém silencio em relação as desapropriações na área do Itaquerão...

O que parece desatenção é na verdade uma estratégia cruel: evitar que os moradores se mobilizem com tempo hábil para causar problemas na justiça.


Perfeita sincronia...

Imagem: Thomas Coex

Talentos perdidos...



33 milhões de estudantes…

Todo esse potencial perdido por três razões básicas:

A falta de um trabalho conjunto entre os Ministérios dos Esportes, Educação e Saúde.

O nenhum aparelhamento das escolas e completo descompromisso com a valorização dos professores de educação física.


Admiravel mundo novo...





Ele pesa 425 kg...

Suas dimensões são as seguintes: 3 metros de comprimento, 1, 75 metros de largura e 1.63 metros de altura...

É capaz de transportar até seis pessoas.

Este é o QBEAK, o carro elétrico montado na Dinamarca pela ECOmove.

O QBEAK foi pensado para as cidades...

A ideia é facilitar os deslocamentos e reduzir os problemas com estacionamento.

Com um motor de 90CV o QBEAK atinge a velocidade máxima de 120 km/h e tem uma autonomia de até 300 quilômetros com uma só carga.

A produção em massa está prevista para o final do ano.


segunda-feira, agosto 13, 2012

Cavalos rebeldes - Parte 1...

Imagem: Getty Images

Frase de Ricardo Silva, radialista, repórter e narrador da Rádio Globo de Natal...



 “Os novos dirigentes estão vivendo como os velhos. Aprenderam tudo direitinho. Só os nomes mudaram”.


Cavalos rebeldes - Parte 2...

Imagem: AP/David Goldman

América pode reverter situação...



Alguns bloques informam que existe a possibilidade de reversão da decisão de levar os jogos cujo mando de campo pertençem ao América para fora do território do Rio Grande do Norte em função da não adequação do estádio Nazarenão em Goianinha as exigências da CBF.

Tomara seja verdade...

Não apaga a falta de visão empresarial em relação ao negócio futebol e nem minimiza a exposição da imaturidade dos dirigentes em um assunto cujo equilíbrio, a ponderação e o bom senso eram predicados fundamentais, mas atenua os prejuízos do América, mantém as possibilidades de investimento do clube e por consequência, suas chances de continuar lutando por uma classificação para a Série A, voltam ao patamar anterior à crise.

Curiosamente, a reviravolta acontece logo após a entrevista do presidente Alex Sandro Ferreira de Melo, cuja repercussão foi a pior possível...

Bem, pelo visto, uma dose de “chantagem” emocional ainda funciona.

Tomara funcione mesmo.

Aproveitando o temam, torço para que a situação seja revertida e que aconteça uma reação em cadeia contra um suposto privilégio ao América por parte da CBF...

Desejo que a grande maioria dos clubes brasileiros aproveite este momento e se rebele contra essa absurda exigência de do número mínimo de espectadores nos estádios.

O Brasil apesar de ter suas “ilhas com padrão belga de vida”, ainda convive em grande parte de seu território e de sua economia com padrões bolivianos...

No futebol essa divisão é clara.

Querer impor estádios com número mínimo de 10 mil pessoas é algo absurdo e que além esconder a ideia de apartamento entre Estados e clubes economicamente fortes, daqueles economicamente mais frágeis, expõem o pouco ou nenhum conhecimento da realidade econômica da maioria absoluta dos municípios do país.

Penso que ao invés de exigir capacidade de público, a CBF deveria exigir, conforto, segurança, qualidade dos serviços oferecidos, mobilidade e tudo aquilo que envolvesse o bem estar de seus frequentadores.

A FIFA nunca exigiu aos seus filiados estádios com capacidade mínima para os jogos eliminatórios de seus torneios...

Idem a UEFA.

O principado de Liechtenstein acolhe jogos das eliminatórias da Copa do Mundo, da Eurocopa, das fases classificatórias da Liga dos Campeões e da Liga da UEFA, sem maiores problemas.

O Rheinpark Stadion tem capacidade para 6.127 torcedores sentados.

As Ilhas Faroer, da mesma forma, recebe em Thorshavn, no estádio Tórsvøllur com capacidade para 6.000 pessoas, Alemanha, Itália, Inglaterra, Espanha e etc.

Em Reykjavík capital da Islândia, estádio Laugardalsvöllur, tem capacidade para 9.800 pessoas.

A Sereníssima República de San Marino, pequenino estado incrustado dentro território italiano, manda seus jogos no estádio Olímpico de Serravalle, cuja capacidade é de 7.000 pessoas.

Esses são exemplos europeus, mas existem centenas de outros por todo o planeta.

Se a ideia da FIFA e da UEFA fosse excluir, certamente esses países não participariam de nada, pois nenhum deles iria investir milhões em estádios maiores por inúmeras razões, mas a principal delas é que alguns correriam o risco de construir um estádio com capacidade maior que o número de habitantes do país.

San Marino: 30.000 habitantes.
Ilhas Faroer: 48.917 habitantes.
Liechtenstein: 34.521 habitantes.
Islândia: 403.367 habitantes.


Charme e suavidade...

Imagem: Getty Images

Luisão agride árbitro alemão durante um amistoso e deverá ser processado penalmente pelo agredido e julgado pela UEFA... Ficou ruim a situação.


Pouso forçado...

Imagem: AP/Matt Dunham

Baraúnas quase lá... 3x1 no Petrolina.



Em Petrolina, o Baraúnas conquistou três importantes pontos ao vencer os donos da casa por 3x1 e assumiu a liderança isolada do Grupo A3 da Série D do Campeonato Brasileiro com 14 pontos.

Fabinho Cambalhota, Gilmar e Paulinho Mossoró, marcaram os gols que praticamente garantem a passagem da equipe potiguar para a fase seguinte da competição.

Nau marcou o gol do Petrolina.


sábado, agosto 11, 2012

Lá vou eu...

Imagem: AP/Charlie Riedel

O América vai jogar o returno da Série B em Pernambuco...



A quebra da “rebinboca da parafuseta” acabou expondo o Rio Grande do Norte para a região, o país e quiçá o mundo – afinal, Natal será uma das cidades sede da Copa do Mundo de 2014 – ao ridículo...

A dura realidade é de que por aqui, enquanto à tarde cai em Paris, Londres e Berlin, nós ainda estamos em 1960...

Nosso provincianismo foi escancarado sem dó e piedade...

Nossa pequenez agigantou-se de tal maneira que poderemos ser percebidos nos confins do pacifico sul...

Enfim, o mundo saberá quem somos e por que continuamos a ser o que somos.

Não vou entrar no mérito das entrevistas coletivas concedidas pelo senhor Alex Sandro Ferreira de Melo, presidente do América e do senhor Rubens Guilherme Dantas e Paiva Torres, respectivamente, presidente e conselheiro do ABC FC...

Farei apenas algumas observações...

Apesar de tentar manter um tom de voz calmo, Alex Sandro Ferreira de Melo estava profundamente abalado – sua expressão no vídeo postado no blog do Gringo e no blog do Diego Breno mostra claramente um rosto marcado pela emoção, pela decepção e pela certeza do enorme problema de ordem financeira que enfrentará...

Pareceu-me sincero.

Quando afirmou ter entendido como chantagem uma proposta feita segundo ele pelo conselheiro Paiva Torres do ABC para aproveitar o momento e tentar conseguir mais recursos financeiros do governo estadual e da CBF, citou o presidente da FNF, José Vanildo e dois assessores do deputado federal Henrique Eduardo Alves como testemunhas de suas palavras.

Na parte da tarde, Rubens Guilherme Dantas e Paiva Torres, reuniram a imprensa para responder as acusações feitas por Alex Sandro Ferreira de Melo.

Não foram tão longos em seu pronunciamento quanto foi Alex Sandro, mas como era de se esperar, negaram tudo o que havia sido dito pelo presidente do América.

Entretanto, me causou certo espanto quando Paiva Torres ao encerrar a entrevista afirmou que não interpelaria judicialmente o presidente do América por afirmar que ele, Paiva Torres, teria feito uma sugestão que Alex Sandro considerou como chantagem.

Porém uma afirmação feita pelo presidente do ABC durante a entrevista causou forte reação e por mais estranho que pareça, a reação veio de dentro do próprio ABC...

A declaração de Rubens foi a seguinte:

“O ABC tem um conselho que foi ouvido e recusou a proposta de aluguel".

Logo em seguida, o conselheiro do ABC, Gláucio Uchoa, em seu Twitter, declarou que o presidente Rubens Guilherme havia mentido, pois segundo o conselheiro tal recusa por parte do conselho, jamais existiu.

Abaixo, o print do Twitter de Glaucio Uchoa.



Bem, como sempre, a primeira coisa que acontece depois de um desastre é a busca pelo culpado ou pelos culpados...

Responsabilizar é preciso.

Neste caso, por mais curioso que pareça, não há culpados, pois todos são algozes e todos são vitimas.

Para aqueles que adoram a primazia em tudo, conquistamos mais uma...

Somos o primeiro Estado do Brasil e quem sabe do mundo, a ter um clube de futebol jogando fora de seu território na disputa de um campeonato nacional.

Quem sabe os estranhos nos tratem melhor que nós mesmos nos tratamos...

Quem sabe, tenha sido este vexame o ponto de partida para que a mediocridade seja substituída pela maturidade e pela competência.


sexta-feira, agosto 10, 2012

Nado sincronizado e sexy...

Imagem: AFP/Martin Bureau

Orgulho verde e amarelo...



Frase do Diretor Geral da Rio-2016, Leonardo Gryner, ao ser questionado por jornalistas ingleses sobre a possibilidade de mudança do nome do estádio João Havelange, conhecido popularmente como Engenhão:

”Não, não haverá. Ele é um ícone histórico do esporte brasileiro, já foi punido, já pagou” e completou: “Nós, da Rio-2016, eu, temos muito orgulho de estarmos associados a João Havelange.”

Pensando bem, no Brasil, esse tipo da associação causa mesmo orgulho...

Não é mesmo senhores políticos?

As mascotes do waterpolo feminino da Grã Bretranha...

Imagem: AP/Julio Cortez

Não é derrotismo e nem pessimismo, é só um alerta.



Para quem anda cantando em prosa e verso que em 2016 haverá uma invasão de turistas torcedores loucos para ver as disputas olímpicas em terras brasileiras, um alerta:

Na Inglaterra esperavam 500 mil pessoas, só pareceram pouco mais de 100 mil.


O número é 41, deu para ver agora?

Imagem: EFE/Felipe Trueba

América on the road...



Havia uma pequena chance de dar certo, mas não deu.

O América tentou até o último momento o consentimento do ABC para poder jogar o segundo turno da Série B em Natal.

Porém, na manhã de ontem o presidente do América, Alex Sandro Ferreira de Melo ouviu de Rubens Guilherme, presidente do ABC que não haveria acordo.

Rubens Guilherme justificou a negativa alegando que os membros do conselho deliberativo do alvinegro não concordavam com o aluguel do estádio Maria Lamas Farache.

O fracasso das negociações foi um duro golpe, mesmo que os dirigentes rubros tentem demonstrar serenidade.

Como não existe no Rio Grande do Norte nenhum outro estádio em condições de atender as exigências da CBF, o destino deve ser mesmo a Paraíba, ainda que o Estado de Pernambuco não esteja descartado.

Hoje, pela manhã Alex Sandro Ferreira de Melo vai receber a imprensa para informar se já existe uma decisão sobre o local onde o América mandará seus jogos e o que a direção americana pretende fazer para minorar os prejuízos que por certo virão.

Por mais que as pessoas cujo bom senso e racionalidade tivessem torcido por um sim, o não era esperado.

Resta um fio de esperança...

Quem sabe se nas últimas horas, algum argumento desesperado, venha a convencer a CBF a estender para o segundo turno, a permissão dada para que o América disputasse em Goianinha as partidas do primeiro turno sob a condição de serem efetuadas reformas que acabaram não acontecendo no estádio Nazarenão.

Caso contrário, o América jogará no segundo turno apenas uma vez no Rio Grande do Norte...

No Maria Lamas Farache, diante do ABC na última rodada do returno.



Juliana Silva abraçou o fotógrafo...

Imagem: AP/Dave Martin

Venham por favor...



Recebi da assessoria de imprensa do ABC um e-mail informando que para o jogo da próxima terça-feira (14), contra o América Mineiro, haverá um promoção denominada de “ingresso social”.

Cheguei a imaginar que o alvinegro iria colocar a disposição de seus torcedores mais humildes ingressos a preços menos salgados...

Mas ao continuar lendo, percebi que a promoção “ingresso social” não era dirigida aos mais pobres e sim, aos sócios que estejam em dia com suas mensalidades.

Funciona assim:

Os sócios adimplentes poderão comprar até o dia do jogo, dois ingressos para arquibancada pelo valor de dez reais cada um...

A ideia é colocar gente no estádio.

Em outras palavras, o “ingresso social” é apenas um eufemismo... 

Na verdade a coisa é a seguinte: baixamos os preços, será que agora vocês virão?



1936 Olímpiada de Berlim... Itália 2x1 Áustria.

Imagem: COI

Os Estados Unidos são o país do futebol feminino...



Cinco Olimpíadas, quatro medalhas de ouro e uma de prata...

Sete Copas do Mundo, dois títulos, um vice e três terceiro lugares.

Este é o histórico da seleção de futebol feminino dos Estados Unidos da América.

Ainda há dúvidas sobre que é o país do futebol jogado pelas mulheres?

Apenas dois países sentiram o gosto de derrotar as americanas em uma final...

As norueguesas nas Olímpiadas de Sydney em 2000 e as japonesas na Copa do Mundo da Alemanha em 2011.

Ontem as japonesas voltaram a enfrentar as americanas pela disputada da medalha de ouro dos Jogos Olímpicos de Londres no estádio de Wembley diante de 80.203 espectadores...

Perderam por 2x1.