Imagem: Peter Powell/EPA
Este espaço não propõe defesa nem ataque a nenhum clube ou pessoa. Este espaço se destina à postagem de observações, idéias, fatos históricos, estatísticas e pesquisas sobre o mundo do futebol. As opiniões aqui postadas não têm o intuito de estabelecer verdades absolutas e devem ser vistas apenas como uma posição pessoal sujeita a revisão. Pois reconsiderar uma opinião não é sinal de fraqueza, mas sim da necessidade constante de acompanhar o dinamismo e mutabilidade da vida e das coisas.
sexta-feira, abril 06, 2018
Flamengo dobra gastos no futebol e vence apenas um campeonato estadual...
Em 3 anos, Flamengo investiu R$ 157 milhões em contratações e dobrou gasto com futebol...
O resultado foi a conquista de um único título estadual.
Frase do jornalista Rodrigo Mattos
Cooperativa da alimento renova patrocínio com a Chapecoense...
4,6 milhões de reais foi o quanto a cooperativa de alimento Aurora pagou em 2017 para patrocinar o time da Chapecoense; o acordo foi renovado.
Fonte: Máquina do Esporte,
quinta-feira, abril 05, 2018
Poker lança luvas de goleiro "revolucionarias"...
Imagem: Divulgação
Mais usada que Nike e Adidas, Poker lança luvas “revolucionárias”
Marca gaúcha é líder do mercado e tem 60 goleiros nas Séries A e B do Brasileirão
Por Redação do Máquina do Esporte
A marca de luvas Poker anunciou nesta quarta-feira (4) o lançamento de seu novo produto, considerado por ela mesma como revolucionário.
Pela primeira vez, a Poker usa uma tecnologia inédita e inovadora, que faz com que o corte e o tecido das luvas se moldem a diferentes tipos de mãos.
Batizada de “Ergonomic Fit”, a tecnologia do novo modelo da marca gaúcha tem como principal objetivo proporcionar ainda mais conforto e segurança aos goleiros de todo o Brasil.
O modelo foi desenvolvido, assim como outros também comercializados pela empresa, após pesquisas com goleiros profissionais e consumidores comuns.
Líder do mercado no Brasil há 12 anos, a Poker tem, atualmente, 60 goleiros entre os times que vão jogar as Séries A e B do Campeonato Brasileiro.
Apenas entre os titulares, a marca tem uma fatia de 60%, bem à frente de gigantes como Nike e Adidas, as duas principais marcas esportivas do mundo.
Para se ter uma ideia do crescimento da marca no país, apenas no ano passado a Poker vendeu mais de 1 milhão de unidades.
As luvas, que custam entre R$ 50 e R$ 400, representam cerca de 30% do faturamento da empresa.
Para 2018, a meta de crescimento é de cerca de 20%, o que ultrapassaria a barreira dos 1,2 milhão de unidades vendidas.
Entre os principais goleiros do país que usam luvas Poker estão Jaílson e Weverton, do Palmeiras; Sidão, do São Paulo; Vanderlei, do Santos; Danilo Fernandes e Marcelo Lomba, do Internacional; e Paulo Victor, do Grêmio.
Fifa cria regra contra elefantes brancos na Copa...
Após Brasil-2014, Fifa cria regra contra elefantes brancos na Copa
Por Rodrigo Mattos
Após exigir estádios que se tornavam ociosos, a Fifa criou uma regra para impedir que países-sede usem arenas que vão se transformar em elefantes brancos após a Copa do Mundo.
O exemplo mais recente foi do Brasil-2014 que produziu quatro estádios para o evento que hoje têm pouquíssima utilização, fora outros com problemas.
Agora, um país-sede pode perder a chance de receber a Copa se seus planos indicarem arenas que futuramente estarão vazias.
Sempre foi prática da diretoria da Fifa exigir de países estádios dentro de seu alto padrão sem se importar como o que aconteceria depois.
Foi assim na África do Sul-2010, no Brasil-2014 e ocorre o mesmo na Rússia-2018. Possivelmente, o Qatar-2022 terá arenas ociosas se não as desmontar.
Para a escolha da sede de 2026 – os candidatos são EUA/México/Canadá e Marrocos -, a federação internacional criou um critério técnico para a avaliação dos candidatos.
As diretrizes das regras foram aprovadas pelo Conselho da Fifa em outubro de 2017.
A divulgação de seus detalhes só aconteceu agora em março de 2018.
Pois bem, pelas regras, a infraestrutura conta 70% na avaliação, sendo 35% apenas relacionado a estádios.
Cada projeto de estádio apresentado ganhará uma nota de 0 a 5, tendo de atingir a nota mínima de 2.
Sem a nota mínima, será eliminado antes da votação na assembleia da Fifa.
E um dos pontos mais relevantes é a possibilidade de subutilização da arena após o Mundial.
''Mais do que isso, a Fifa deseja evitar a ocorrência dos estádios ''elefantes brancos'' – referindo-se a projetos de estádios custosos (em termos de construção e manutenção) considerados desproporcionais para sua frequência e uso e valor de legado'', explica o documento da Fifa.
Há uma fórmula para calcular a possibilidade de um estádio virar elefante branco.
A Fifa contratou um estudo do instituto CIES que fez um levantamento na média de público em estádios europeus e fora da Europa.
A pesquisa incluiu o Brasileiro da Série A, além de outros cinco campeonatos não europeus.
Com esse estudo, foi constatado que o tamanho da população de uma cidade tem relação com a média de público.
Fora da Europa, um estádio só tem média de público de 19 mil se tiver mais de 5 milhões de pessoas na cidade.
Cidades com até 1 milhão de habitantes têm arenas com média de público em torno de 10 mil pessoas.
Diante desses números, se o estádio for 50% maior do que a média de público prevista pelo estudo, a autoridade da arena tem que explicar como vai gerar público.
E, sem justificativa plausível, a Fifa classificará aquele estádio como de alto risco para se tornar elefante branco e ele terá nota abaixo de 2, tendo grande chance de desclassificação.
Arena Amazônia, Arena Pantanal, Arena das Dunas e Mané Garrincha todos não passariam pelo novo critério da Fifa.
Na realidade, mesmo estádios como Arena Pernambuco, Fonte Nova, Mineirão e Maracanã também não atenderiam o critério, embora tivessem justificativas por conta de ter times importantes em suas sedes.
Pelo novo critério da Fifa, um terço dos estádios da Copa-2014 seria provavelmente excluído da competição, não teria sido construído e não iria gerar o prejuízo para o Estado.
Na época, o então secretário-geral da Fifa Jérôme Valcke pressionou o Brasil a realizar rápido os estádios no padrão da Fifa, embora a decisão por mais sedes tenha sido do país.
Valcke e o ex-presidente Joseph Blatter foram excluídos da entidade por receber pagamentos indevidos.
Na eleição, ganhou Gianni Infantino, que criou as novas regras.
Agora, não há também obrigação de garantia do governo, nem de isenção total de impostos como fez o Brasil.
Mas a Fifa recomenda que seja dado desconto nas taxas, o que vai melhorar a candidatura aos olhos dos eleitores da entidade.
Na prática, um alto nível de perdão de impostos deve ocorrer, embora talvez não de forma absoluta.
Neste novo critério da Fifa, os EUA, México e Canadá levam enorme vantagem sobre Marrocos.
Já têm estádios prontos (o que conta a favor) e têm atividade esportiva constante para suas arenas.
Há reclamações do país africano de ter sido prejudicado com as regras, segundo o site ''Inside World Football''.
Fato é que, no novo processo, o Brasil teria de passar por um escrutínio técnico para ter sua candidatura referendada, mesmo sendo única.
Em 2007, a CBF apresentou uma candidatura com dados errados, incompletos e com projeções completamente equivocadas (todos os estádios teriam investimento privado e seria gasto pouco mais de US$ 1 bilhão nas construções).
Mesmo assim, a Fifa aprovou sem questionar, com elogios.
O aumento do faturamento do Tottenham Hotspurs FC...
46% foi o aumento de faturamento do Tottenham na última temporada, quando o time retornou às disputas europeias.
Fonte: Máquina do Esporte
quarta-feira, abril 04, 2018
Hummel a empresa que acabou com as chuteiras pretas...
Imagem: Hummel
Hummel, a companhia que acabou com as chuteiras pretas
Por Miguel Lourenço Pereira para o site Futebol Magazine
Hoje as chuteiras pretas são uma espécie em via de extinção dos campos de futebol.
O arco-iris de mil cores que os jogadores utilizam nos pés, desde a maior estrela global ao mais jovem aspirante, engoliram décadas de histórica tradição hegemônica da cor preta nas chuteiras.
No entanto o principio do fim da era clássica das chuteiras começou há muito tempo.
Com a chancela de uma empresa alemã fadada a fazer história.
As chuteiras brancas do campeão do Mundo
Quando se pensa em Hummel a primeira imagem que vem à cabeça são os equipamentos coloridos e elegantes da Danish Dynamite.
No México 86 a aposta da empresa de roupa e calçado desportivo esteve perto de ser banida pela FIFA.
A queixa de então é que o equipamento podia provocar problemas para os telespectadores tal era o tom berrante e inovador das camisolas.
Foi uma polemica que durou pouco tempo (a Hummel fez pequenas alterações no modelo, incluindo calções de uma só tonalidade) mas que deixou claro que a marca germânica gostava de desafiar convenções estabelecidas.
Não tinha muitas alternativas.
Num meio, o do futebol europeu, onde dominavam os seus vizinhos da Adidas e Puma, ser diferente era o único caminho para sobreviver.
Uma lição que a Hummel tinha aprendido quinze anos antes quando decidiram colocar um ponto final ao monopólio da cor negra na chuteiras dos jogadores.
A evolução histórica das chuteiras faz parte da matriz emocional do futebol.
De velhas botas, quase em tons militares, foram tornando-se progressivamente no melhor aliado dos jogadores.
Elaboradas com cada vez mais precisão, menos peso e máxima aderência, a chuteira tornou-se tão importante como a bola em si.
Nos anos cinquenta a luta entre os irmãos Dassler permitiu um salto evolutivo imenso com a utilização de travas substituíveis e de modelos mais ortopédicos que facilitavam o controle de bola e a durabilidade das chuteiras nos enlameados campos do futebol europeu de então.
O que nunca ninguém se tinha atrevido a mudar era a cor.
O preto (ou o castanho escuro) tinham sido, desde o principio dos tempos, as tonalidades por excelência dos pés dos jogadores.
Um toque de sobriedade cultural face aos equipamentos coloridos que vinha desde os dias do jogo de amadores na Inglaterra vitoriana.
Foi precisamente em terreno sagrado que a história começou a entrar numa espiral de inovação incontrolável.
Na última final da FA Cup apenas dois jogadores subiram ao gramado com um par de chuteiras pretas nos pés.
A maioria estava rendida aos encantos dos sapatos multicoloridos que as multinacionais oferecem a jogadores e consumidor de forma voraz.
Em 8 de Agosto de 1970 o cenário era proporcionalmente inverso.
Nesse dia, pela primeira vez, um jogador rompeu as regras e subiu ao gramado de Wembley a sonhar com o futuro.
As chuteiras brancas do campeão do Mundo.
Campeão do Mundo em 1966, um dos melhores jogadores da sua geração, Alan Ball era um maverick dos relvados, um produto dos swinging sixties sem os exageros crônicos de figuras auto-destrutivas como George Best.
Era uma figura icônica e também um personagem que gostava de saborear o prazer do risco.
Duas semanas antes do Charity Shield de 1970, em que o Everton iria defrontar o Chelsea, o internacional inglês foi abordado por Brian Hewitt.
Empresario, Hewitt tinha sido agente comercial da popular Slazenger durante os anos sessenta.
Nesse Verão tinha sido abordado pela Hummel, empresa alemã a dar os primeiros passos no Reino Unido.
O objectivo era assaltar um pedaço importante do mercado e para isso era necessário fazer algo diferente.
Juntos, empresário e companhia chegaram à conclusão que a forma mais chamativa de captar a atenção do público dessa Inglaterra era apostar na cor como elemento original.
O branco, símbolo da paz que os Beatles predicavam na música que assaltava os charts de vendas, seria a sua cor.
O projeto foi estabelecido como de máxima prioridade mas mais do que ter a ideia e ter a chuteira, era preciso ter um embaixador de prestigio.
Ball foi o escolhido.
Aceitou a oferta da Hummel em ser o seu jogador estrela por um valor à volta das 2 mil libras.
E deixou-se encandear pela ideia de ser o primeiro futebolista a romper o tabu das chuteiras negras.
O problema surgiu cinco dias antes do duelo em Wembley.
Havia problemas na concepção das botas que Ball devia calçar, um problema nas provas de pés tomadas.
A Hummel não tinha botas preparadas a tempo e Ball não tinha tempo a perder.
Chegaram a um consenso.
O jogador utilizaria as suas habituais
Adidas mas pintariam as chuteiras totalmente de branco.
Nos lados foi colocado o logo da Hummel.
O trabalho foi feito em tempo recorde na fábrica da empresa no norte de Inglaterra e enviado por comboio de forma express na sexta-feira.
Só duas horas antes de começar a final, já a caminho do estádio do Wembley, Ball recebeu finalmente a encomenda que tanto esperava.
A experiência foi um sucesso.
A Hummel tinha avisado a BBC – que transmitia o jogo ao vivo – da novidade e durante o encontro a câmara focou diversos grandes planos das chuteiras à medida que o próprio Kenneth Wolstenholme fazia comentários sobre a evolução estética dos jogadores e do material desportivo.
Foi o assunto mais comentado da tarde.
Na semana seguinte o modelo foi colocado à venda e esgotou todos os exemplares.
A Hummel vendeu mais numa semana do que em todo o ano anterior.
Foi um sucesso absoluto.
Lotto, Diadora e os sucessores da herança Hummel.
A moda pegou imediatamente.
Durante essa temporada vários jogadores começaram a desafiar as convenções das chuteiras escuras.
Charlie George, a estrela do Arsenal, provou durante alguns meses chuteiras de cor vermelhas antes de voltar às brancas.
O modelo tornou-se popular ainda que pertencesse a um grupo extremamente reduzido de jogadores.
A maioria mantinha-se fiel à tradição.
Durante as duas décadas seguintes só os futebolistas considerados excêntricos apostavam em modelos de cores, a pesar da constante pressão das grandes marcas para explorar novos mercados.
Foram os anos noventa que, definitivamente, abriram uma nova vaga.
A entrada em força da norte-americana Nike no mundo do futebol trouxe consigo a mentalidade norte-americana e com ela os equipamentos multi-colores e as chuteiras de mil e uma tonalidades.
Paralelamente marcas como a Diadora ou Lotto também lançaram vários modelos populares de cores tão distintas como o azul, verde ou amarelo ao mercado.
Os agentes dos jogadores também jogaram o seu papel.
No pós-Lei Bosman tornou-se habitual os agentes patrocinarem chuteiras coloridas aos seus jogadores de forma a captar mais depressa a atenção dos espectadores e olheiros nos videos e transmissões televisivas.
A excepção passou a ser, rapidamente, a norma.
Mesmo as marcas mais tradicionais como a Puma e Adidas, as mais demoradas a entrar nesse jogo, começaram progressivamente a introduzir cores ao seu modelo convencional preto.
Hoje não há um novo modelo onde o preto seja, eminentemente, uma cor periférica na oferta ao público.
Nos campos de futebol profissionais ou nos torneios de rua as chuteiras pretas são cada vez mais raras.
Desde as chuteiras brancas de Alan Ball o mundo do calçado desportivo deu uma volta sobre si mesmo e a ideia peregrina da Hummel tornou-se na regra.
O torcedor do Palmeiras pagou caro para ver seu time vencer o Alianza Lima...
Imagem: Autor Desconhecido
Ontem, o torcedor do Palmeiras que foi assistir a vitória por 2 a 0, sobre o Alianza Lima, do Peru, em casa, na estreia do time na Libertadores da América, pagou pelo ingresso mais barato 180 reais...
O público presente foi 30.456 pagantes e a renda chegou aos R$ 2.903.370,96.
terça-feira, abril 03, 2018
ABC vai pegar o Santa Cruz nas oitavas de final da Copa do Nordeste...
Diante da possibilidade de enfrentar pelas oitavas de final da Copa do Nordeste, Bahia, Ceará ou Vitória, não se pode deixar de imaginar que pegar o Santa Cruz foi o "melhor"...
Em tese, o tricolor pernambucano, no momento, é entre aqueles que conquistaram o primeiro lugar em seus grupos, o mais frágil.
Entretanto é bom ter em mente, o seguinte...
A fragilidade do Santa Cruz não significa que o alvinegro já possa dar sua passagem para as quartas de final como favas contadas.
Léo Moura, do Grêmio desistiu de tentar um lugar na Câmara Federal em 2018...
Imagem: Autor Desconhecido
Léo Moura, ex-ídolo do Flamengo estava com tudo pronto para disputar uma vaga na Câmara Federal pelo PRB do Rio de Janeiro...
Porém, em cima da hora, desistiu.
A decisão foi uma grande decepção...
Os líderes do partido estavam apostando que o jogador seria muito bem votado.
Acontece que Léo resolveu permanecer no Grêmio, seu clube atual, e disputar a temporada de 2018 pelo clube...
Quem sabe numa outra oportunidade.
O Los Angeles Rams da NFL está investindo uma fortuna em seu novo estádio...
3 bilhões de dólares é o custo estimado do estádio do Los Angeles Rams, da NFL...
O local deve ser inaugurado em 2020 e poderá receber 100 mil pessoas.
Fonte Máquina do Esporte
segunda-feira, abril 02, 2018
Depois do marasmo dos estaduais, vai começar o futebol para valer... Vem aí o Campeonato Brasileiro das Séries A, B, C e D.
Os Campeonatos Brasileiros das Séries A, B, C e D, vão começar...
Finalmente.
A Série B é a primeira a dar a partida, a bola rola no dia 13 de abril...
Nas Séries A e C a disputa começa dia 15.
Já na Série D as equipes só vão dar os primeiros chutes no dia 22 de abril...
É tiro curto, termina em agosto.
Os clubes norte-rio-grandenses, ABC e Globo disputam a Série C...
América e ASSU vão jogar a Série D.
Na Série C, ABC e Globo estão inseridos no Grupo A...
Atlético Acriano; Botafogo da Paraíba; Confiança de Sergipe; Juazeirense da Bahia; Náutico de Pernambuco; Clube do Remo do Pará; Salgueiro e Santa Cruz, ambos de Pernambuco completam o grupo.
Na Série D, o ASSU está no Grupo A5...
Altos do Piauí; Sparta do Tocantins e Moto Clube do Maranhão são os adversários da equipe potiguar na fase de grupos.
E no Grupo A 6, o América enfrenta, Belo Jardim de Pernambuco, Guarani de Juazeiro e Imperatriz do Maranhão.
domingo, abril 01, 2018
Versinho das contratações que começam a chegar...
Montagem: Fernando Amaral
ABC e América seguem contratando...
Uns, conhecidos, outros, nem tanto.
Tem quem já passou por aqui e quem já jogou no adversário...
Quem vem por uma grana boa e quem aceitou vir por um baixo salário.
Tem quem vai correr muito para ver se ainda decola e tem quem não está nem um pouco preocupado em calçar o chinelinho, vestir o roupão e dar um tempo sem a bola...
O que não falta é nome.
Até a bola voltar a rolar, nome não vai faltar...
Nome que já foi famoso, que quase foi famoso e que nunca foi famoso e nem será.
Copa América 2019.... Como vai ser?
Conmebol tenta montar quebra-cabeça da Copa América no Brasil
Por Rodrigo Mattos para o UOL
A Conmebol tem se esforçado para montar o quebra-cabeça da Copa América do Brasil-2019, decidindo número de participantes e sedes.
Entre as dúvidas, haverá 12 ou 16 seleções participantes e se a competição ficará de fato restrita ao Sul e Sudeste do país.
A decisão deve sair no início de abril no próximo Congresso da confederação.
É certa a intenção da Conmebol de expandir o torneio além dos 10 times da América da Sul.
Por isso, existe a negociação com países da América do Norte e da Ásia.
No caso do continente americano, os alvos são México e EUA, podendo ser acrescentadas outras nações.
Na Ásia, o alvo é o Japão.
Por que a ideia da Conmebol de aumentar o torneio?
O projeto é uma expansão comercial do torneio que sofre com limitações financeiras para esta edição.
Explica-se: a maior parte dos direitos de países da América do Sul está preso em contratos antigos como é o caso do Brasil.
Sem expansão, terá de ser feita uma competição modesta com poucos recursos.
Há complicações: a Concacaf (Confederação da América do Norte) tem datas da Copa Ouro, sua competição, que podem coincidir com a Copa América.
E o mesmo pode ocorrer com o Japão, mas há uma esperança que os asiáticos se comprometam a trazer seu time A.
As decisões sobre número de equipes terão direto impacto no tamanho da competição no Brasil e no número de sedes.
A princípio, com uma competição modesta, seriam usadas apenas sedes no Sudeste e no Sul, incluindo dois estádios em São Paulo e um no Rio.
Se houver mais dinheiro, com a inclusão de novos mercados, será possível incluir talvez uma capital do Nordeste ou outro centro fora deste eixo.
A influência política também pode pesar no cenário.
Certo é que a Conmebol não tem tanto tempo por isso tem que definir tudo em abril.
A partir daí, teria pouco mais de um ano para vender a competição, cujos direitos serão negociados pela MP & Silva.
sábado, março 31, 2018
A entrada para as cavernas de Ogof e Daren Cilau, no País de Gales (Reino Unido)... Não aconselhável para claustrofóbicos.
A entrada para as cavernas de Ogof e Daren Cilau, no País de Gales (Reino Unido), se estende por 517 metros e é uma das mais complicadas do mundo...
Os por lá já passaram dizem que cruzar é equivalente a 1000 flexões em uma mão, acrescentando que isso é feito em água muito fria.
O pior são as 4 secções extremamente estreitas que a entrada possui...
O primeiro delas, chamada The Vice e não é aconselhavel para claustrofóbicos...
Sem duvida, o vídeo mostra que The Vice é um desafio gigantesco tanto físico como mental até para os espeleólogos mais experientes.
Bom, como sou claustrofóbico, apenas ver o vídeo já me causou um enorme desconforto...
Mas, valeu como desafio, consegui.
Ivan Savvidis, presidente do PAOK Salonika, que entrou armado em campo é multado e proibido de frequentar estádios por 3 anos...
Imagem: Autor Desconhecido
O presidente do PAOK Salonika, Ivan Savvidis, que ficou famoso após entrar em campo na partida entre sua equipe e o AEK, portanto o revolver na cintura, perseguir e ameaçar o árbitro, foi multado em 100 mil euros e está proibido de pisar em qualquer campo de futebol por 3 anos...
No dia seguinte diante da interrupção do campeonato pelo governo grego e pesadas críticas que recebeu, Savvidis chegou a pedir desculpas públicas e afirmou não ter tido nenhuma intenção de ferir ninguém.
Quem é Savvidis?
Rico, poderoso e amigo pessoal de Putin, nasceu em 1959 (58 anos) na república soviética da Geórgia, Savvidis é um dos multimilionários que nos últimos tempos proliferam na Rússia, dono de várias empresas ligadas ao tabaco, comércio de carnes e produtos agrícolas.
Foi membro da Duma (parlamento russo) e é muito próximo do presidente Vladimir Putin...
Fez parte do exército do país, onde chegou a ser major.
A fortuna ajudou-o a entrar no mundo do futebol; há seis anos comprou o PAOK, que estava falido, mas antes foi presidente de outros clubes na Rússia, como o Rostov, o SKA Rostov e o Viktor Ponedelnik...
Na Grécia é dono de uma grupo de comunicação, vários complexos hoteleiros, e em Salonika é considerado o homem mais poderoso da cidade.
Casado, pai de dois filhos, Savvidis tem licença de porte de arma...
Além disso, nunca anda sem seus bem armados guarda-costas.
Prefeitura de São Paulo reforma Pacaembu para vendê-lo depois...
Imagem: Autor Desconhecido
200 milhões de reais é o quanto a prefeitura de São Paulo estima que deverão ser investidos em reformas do Pacaembu, que será colocado à venda.
Fonte: Máquina do Esporte
sexta-feira, março 30, 2018
Sandro Meira Rici é o árbitro brasileiro na Copa de 2018
Imagem: Autor Desconhecido
Os árbitros selecionados para a Copa do Mundo 2018:
AFC
Fahad Al Mirdasi (Arábia Saudita);
Alireza Faghani (Irã);
Ravshan Irmatov (Uzbequistão);
Mohammed Mohamed (Emirados Árabes);
Ryuji Sato (Japão);
Nawaf Shukralla (Bahrein).
CAF
Mehdi Abid Charef (Argélia);
Malang Diedhiou (Senegal);
Bakary Gassama (Gâmbia);
Ghead Grisha (Egito);
Janny Sikazwe (Zâmbia);
Bamlak Tessema (Etiópia).
OFC
Mattew Conger (Nova Zelândia);
Norbert Hauata (Taiti).
CONCACAF
Joel Aguilar (El Salvador);
Mark Geiger (Estados Unidos);
Jair Marrufo (Estados Unidos);
Ricardo Montero (Costa Rica);
John Piiti (Panamá);
César Ramos (México).
CONMEBOL
Julio Bascuñán (Chile);
Enrique Cáceres (Paraguai);
Andrés Cunha (Uruguai);
Néstor Pitana (Argentina);
Sandro Meira Ricci (Brasil);
Wilmar Roldán (Colômbia).
UEFA
Felix Brych (Alemanha);
Cüneyt Çakır (Turquia);
Sergey Karasev (Rússia);
Björn Kuipers (Holanda);
Antonio Mateu Lahoz (Espanha);
Szymon Marciniak (Polônia);
Milorad Mažić (Sérvia);
Gianluca Rocchi (Itália);
Damir Skomina (Eslovênia);
Clémet Turpin (França).
Plano de Sampaoli para a Copa desmorona com a Argentina e abala a confiança no treinador...
Imagem: Francesco Seco/AP
Seleção Argentina
Plano de Sampaoli para a Copa desmorona com a Argentina
Goleada sofrida por 6 a 1 para a Espanha colocou sob dúvidas escolhas do treinador a frente da seleção
Por Juan I. Irigoyen de Madrid para o El País
Da incerteza que pairava sobre o prédio da AFA (Associação de Futebol da Argentina), em Buenos Aires, ao otimismo de Manchester, onde a seleção venceu a Itália por 2 a 0 e partiu sem escala ao desastre em Madri.
Jorge Sampaoli chegou com sua prancheta cheio de ideias na última rodada de amistosos antes da convocação final para a Copa do Mundo.
O treinador argentino partiu de Buenos Aires com dúvidas sobre o sistema que seus jogadores pediram para utilizar - passaram a jogar com uma linha de quatro atrás -, mas, sobretudo, sem ter clara a lista definitiva para a Rússia.
O triunfo frente a Itália iludiu a comissão, até que pisou no Wanda Metropolitano, onde a Espanha não teve piedade e goleou uma Argentina frágil e confusa por 6 a 1.
Na manhã desta quarta-feira (28) os jogadores começaram a deixar Madri.
Um dos primeiros a aparecer pelo lobby do hotel foi Javier Mascherano, às 6 da manhã.
No entanto, o ex-jogador do Barcelona voltou a subir.
Acabou sendo o último, quatro horas depois, ao mesmo tempo que Sampaoli e o resto da delegação que voltava a Buenos Aires.
O técnico driblou a imprensa que o esperava, saindo pela porta de trás, enquanto Mascherano pediu para não fazer declarações.
O vínculo do volante/zagueiro com a seleção argentina é grande, já que é o jogador com mais jogos pela seleção (141) convocado e fiel escudeiro de Messi.
Sua viagem à Rússia parecia assegurada.
Até o 6 a 1.
Sua condição de indiscutível é uma incógnita, da mesma maneira que a de Banega e a de Higuaín, presa preferida da feroz imprensa argentina.
“Tem que divulgar a convocação o quanto antes. Assim os jogadores já ficam tranquilos, sem a incerteza de se vão ou ir ou não à Copa do Mundo”, aconselhou César Luis Menotti, campeão na Argentina em 1978, a Sampaoli.
Sua conversa com o presidente da AFA, Claudio Tapia, no avião de volta, aconteceu em meio a um clima bem tenso.
Se após o duelo contra a Itália, o técnico da Albiceleste achava ter 80% da convocação para a Rússia decidida, hoje vive uma indecisão.
O fiasco no Wanda abateu os argentinos.
Sampaoli rompeu o protocolo (depois da partida falou primeiro Julen Lopetegui, treinador espanhol) e os jogadores passaram pela zona mista sem dizer nenhuma palavra.
Cabeça voltada ao chão, passos rápidos.
Não foi encenação.
Nem a conversa com Messi no intervalo e nem as palavras do capitão após o 6 a 1 levantaram o ânimo de uma equipe com a moral baixa.
No ônibus de volta ao hotel (sem Messi, que já viajava a Barcelona com Iniesta, Piqué e Jordi Alba) não voava nem uma mosca.
Também não no jantar no andar 29 do Eurostars Madrid Tower, onde concentrava a seleção argentina.
quarta-feira, março 28, 2018
A posição do América sobre a saída de Julio Terceiro e a comissão técnica...
Ontem, duas informações sobre o América circularam pela impresa e pelas redes sociais...
A primeira partiu do ex-jogador Julio Terceiro, que exercia a função de auxiliar técnico no clube, dando conta de sua demissão...
Segundo ele por imposição do novo treinador, Ney da Mata.
Julio num comunicado publicado em sua página do Facebook afirmou o seguinte: "O motivo de minha dispensa se deu pelo pelo fato do novo técnico contratado não ver a necessidade da presença de um auxiliar técnico"...
Volto logo a tratar do assunto.
A outra, dizia que Ney da Mata havia sacado de uma reunião entre ele e os membros da comissão técnica, pessoas que não faziam parte da mesma...
Depois de ler ambas informações, pensei cá com meus botões: Ney da Mata, chegou, chegando.
Pois bem, para aclarar minhas dúvidas fui ouvir o lado B...
Entrei em contato com pessoas do América em quem deposito confiança total e questionei a respeito das duas decisões.
Na primeira, confesso, que impactado pela simpatia que nutro por Julio Terceiro, perguntei se não havia na decisão certa precipitação do novo treinador...
Questionei também, se a direção do clube não teria sido injusta - afinal, Julio é um profissional que sempre se identificou com o clube e com a torcida.
Das pessoas com quem tentei falar, apenas duas concordaram em me dar as respostas que precisava, mas exigiram anonimato...
Concordei.
Minha primeira fonte me disse que a demissão de Julio Terceiro não teve nenhuma relação com a chegada de Ney da Mata...
Dispensar o auxiliar já estava previsto há algum tempo.
O motivo que me foi apresentado, segue, segundo minha fonte a lógica de toda empresa...
Julio não estava rendendo o esperado, e, portanto, seu contrato seria extinto.
"Ney da Mata nada tem a ver com a saída de Julio", insistiu meu contato.
Já sobre a tal reunião...
Minha segunda fonte riu e disse: "conhecendo o América como você conhece, é crível que alguém no primeiro dia chegue impondo condições nesse nível?"
"Aliás, Amaral, nem o Guardiola chegaria com essa marra toda, em lugar nenhum. Isso nunca aconteceu."
"A reunião que houve, se deu fora do América e estavam presentes, Eduardo Rocha, Eliel Tavares, Moura e Ney da Mata", concluiu.
Pois bem...
Foi isso que apurei.
Você leitor, já tinha conhecimento de um lado da questão, por isso, procurei fazer o que deve ser feito, ouvir o outro lado...
Em relação a preservação da identidade de minhas fontes, explico: é dever de todo aquele que lida com informação, preservar a identidade de quem exige anonimato - foi o que fiz.
John Fisher, o homem que caiu no mar durante a Volvo Ocean Race foi dado como perdido...
A organização da Volvo Ocean Race deu oficialmente como desaparecido o tripulante do barco Scallywag, da equipe Sun Hung Kai, John Fisher (foto), que caiu no mar na tarde da segunda-feira passada...
Após quase 24 horas de buscas, a organização e o Centro de Resgaste Marítimo, encarregados de coordenar as buscas, lhe deram como perdido, dadas a nulas possibilidades de ainda encontrá-lo vivo.
No momento em que a tripulação sentiu falta de Fisher à bordo, o vento soprava a uma velocidade de 35 nós, o mar estava muito agitado e temperatura da água naquele instante era de 9 graus centígrados...
Segundo o Centro de Resgate Marítimo do Chile, o corpo humano nessas condições só resiste entre 30 e 60 minutos, antes de perder a consciência.
Outro fato revelado é que durante a etapa 4, outro tripulante do Scallywag também ciu no mar...
Seu nome, Alex Gough.
O próprio Gough afirmou que caiu por imprudência e que por sorte a tripulação percebeu o exato momento de sua queda...
Além disso, as condições de vento e mar favoráveis permitiram que os tripulantes não o perdessem de vista, conseguindo recuperá-lo são e salvo.
O barco Scallywag nevegava 1.400 milhas náuticas do Cabo de Hornos, quando o acidente com Fisher aconteceu...
Após buscas desesperadas e sem exito, a tripulação se encontra desolada diante da perda de um companheiro de jornada e ainda não decidiu se prossegue na competição.
Garoto de 11 anos dá lição de desportividade...
Imagem: RFAF
Durante boa parte do primeiro tempo a torcida e o treinador do Vistahermosa CF, que enfrentava o Andalúcia Este, pela Quarta Divisão Alevín (crianças menores de 15 anos) de Sevilha, "atacaram" o árbitro com palavrões e todo o tipo de impropérios...
A situação ficou insuportável, obrigando o árbitro a expulsar o treinador aos 20 minutos do primeiro tempo.
Assim que a primeira etapa foi encerrada, Mario García Jaramillo (na foto com a braçadeira amarela), 11 anos, atleta do Vistahermosa, se dirigiu ao trio de arbitragem e falou com árbitro central...
"Senhor árbitro, não se deixe abater pelo disse meu treinador e nem pelo que estão dizendo nas arquibancadas. Continue assim, você está indo muito bem. Ânimo."
Imediatamente o jovem jogador recebeu o cartão verde e neste último fim de semana, a Federação de Futebol da Andaluzia lhe concedeu a braçadeira de 'Fair Play'...
Já o técnico desrespeitoso e boca suja, foi punido com uma suspensão por cinco jogos.
Juventus terá seu próprio hotel em Turim...
Em busca de novas receitas, Juventus terá próprio hotel em Turim
Hotel faz parte de investimento milionário do clube na região de Continassa
Por Redação do Máquina do Esporte
A Juventus está atrás de novas receitas e decidiu inovar na busca pelo objetivo, entrando, assim, de cabeça em um novo segmento.
O clube italiano está prestes a inaugurar seu próprio complexo hoteleiro, que fica ao lado do novo centro de treinamento e também do Allianz Stadium em Continassa, extremo norte de Turim.
O investimento total, entre CT e hotel, gira em torno de 350 milhões de euros.
Batizado de “J Hotel”, o complexo ocupa uma área de 11.200 m2.
Quatro estrelas, o hotel tem cerca de 138 quartos, um restaurante para 200 pessoas, um parque de mais de 2.100 m2 e contará com uma ala exclusiva para o time, que passará a usar o novo centro de treinamento a partir da próxima temporada.
“A abertura do J Hotel é mais um passo na requalificação de uma área da cidade que está abandonada há décadas. A Juventus tem sido o motor desta operação, considerando o Allianz Stadium, o novo centro de treinamento, o hotel e outras iniciativas comerciais ao redor do estádio”, afirmou o CEO e CFO do clube, Aldo Mazzia.
De acordo com o site da Vecchia Signora, a gestão do hotel será feita pela rede hoteleira Eden Travel Group, que embolsará 60% do faturamento.
A empresa possui e administra outros oito estabelecimentos no setor na Itália.
Além de ceder sua imagem, a Juventus poderá ficar com a receita restante.
Fonte: Máquina do Esporte
São Paulo espera faturar 25 milhões com o contrato firmado com a ADIDAS...
25 milhões de reais é o quanto o São Paulo almeja faturar no contrato firmado com a Adidas, que não prevê o pagamento de mínimo garantido.
Fonte: Máquina do Esporte
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