Pensando bem, a primeira coisa que se deveria perguntar a um candidato é se ele, caso eleito, registraria em cartório o compromisso de não usar cueca durante o exercício do mandato....
Já seria um bom começo.
Este espaço não propõe defesa nem ataque a nenhum clube ou pessoa. Este espaço se destina à postagem de observações, idéias, fatos históricos, estatísticas e pesquisas sobre o mundo do futebol. As opiniões aqui postadas não têm o intuito de estabelecer verdades absolutas e devem ser vistas apenas como uma posição pessoal sujeita a revisão. Pois reconsiderar uma opinião não é sinal de fraqueza, mas sim da necessidade constante de acompanhar o dinamismo e mutabilidade da vida e das coisas.
Já seria um bom começo.
Para Jackie Stewart, lenda da Fórmula 1, cada piloto tem a sua "janela
temporal", não sendo corretas as comparações entre eras diferentes.
E o escocês justifica...
"Bati o Fangio e o Jim Clark e não fui melhor do que eles."
E então?
Foi ou não foi divertido assistir a goleada que o Potiguar sapecou no
Jacyobá, lá para as bandas de Arapiraca, nas Alagoas?
Lembre...
Perguntei sobre a goleada e não sobre o desempenho dos protagonistas em
campo.
Portanto, nada de confundir uma coisa com outra...
A goleada foi sensacional – 7 a 3 é pura diversão.
Já jogo...
Foi tecnicamente deplorável.
Afinal o que faz o Jacyobá na Série D?
Va lá que a quarta divisão seja o fundo do poço, mas o Jacyobá, brinca de
ser ruim...
A defesa é doída, o meio campo é lastimável e o ataque só marcou 3 gols
porque o Ferreira, goleiro do Potiguar entregou um, e os zagueiros mossoroenses sem nenhuma dúvida
não fariam feio vestindo a camisa do Jacyobá – quem sabe em 2021, estejam por
lá.
E o Potiguar?
Difícil, analisar.
Quando todos pensam: agora vai...
Não vai.
O time é muito irregular...
Oscila entre, o bom, o mais ou menos, o ruim e o péssimo.
Porém, diante de todos os problemas que o clube enfrentou este ano, chega
ser surpreendente a campanha dos mossoroenses...
Aos trancos e tropeções, por entre barrancos e valas, o Potiguar, ainda luta para conquistar uma das vagas para a fase seguinte da Série D.
Cada vez fica mais claro que o Globo pode ter todas as oportunidades
possíveis, mas ainda assim não irá conseguir sair do emaranhado em que se
meteu...
A equipe de Ceará-Mirim, neste sábado, em casa, recebeu o Floresta e só
conseguiu empatar.
O incrível é nem gol o Globo foi capaz de marcar...
Os dois gols foram assinalados pelos jogadores do Floresta; William
Goiano, contra, aos 33 minutos do primeiro tempo, e Renê, a favor, aos 42
minutos da etapa final.
Mesmo ainda tendo chances matemáticas de classificação, falta desejo e
empolgação...
O Globo é apático, burocrático, entra em campo por obrigação e só.
Khabib Nurmagomedov anunciou neste sábado que vai deixar do MMA...
O lutador russo, de 32 anos, venceu o norte-americano Justin Gaethje no
evento principal do UFC 254, manteve o cinturão de pesos leves (até 70 kg) e no
final do combate revelou que vai colocar um ponto final da carreira depois de o
pai, Abdulmanap, ter falecido no início de julho vítima da Covid-19.
"Obrigado às pessoas que estão comigo. Esta foi a minha última luta.
Não há condições para voltar aqui sem o meu pai. Quando o UFC me chamou para
lutar com o Justin, eu conversei com a minha mãe durante três dias e
prometi-lhe que era a minha última luta. Se dou a minha palavra, tenho de
cumprir", afirmou
Khabib, que encerra a carreira com um registo impressionante de 29 vitórias em
29 combates.
Em sua última apresentação, no octógono do Flash Forum, em Abu Dhabi, Khabib Nurmagomedov derrotou Justin Gaethje a 1 minuto e 34 segundos do segundo round.
Três meses antes da Copa de 1958, Nélson Rodrigues depois de assistir a
vitória do Santos por 5 a 3 sobre o América do Rio de Janeiro pelo Torneio
Rio-São Paulo escreveu sobre o autor de quatro dos gols santistas...
Seu nome?
Pelé.
Pensei em escrever eu mesmo sobre o aniversário de Pelé, mas lembrei que
Nélson Rodrigues, 62 anos antes, havia escrito um texto que muito mais do que
elogiar um jogador que tinha destacado naquele jogo, profetizou a chegada do
homem que mudaria para sempre o conceito de gênio com a bola nos pés...
Portanto, melhor Nélson que eu.
A realeza de Pelé, por Nelson Rodrigues
Manchete esportiva, 8 de março de 1958
Depois do jogo América x Santos, seria um crime não fazer de Pelé o meu
personagem da semana.
Grande figura, que o meu confrade (Albert Laurence chama de “o Domingos
da Guia do ataque”.)
Examino a ficha de Pelé e tomo um susto: — dezessete anos!
Há certas idades que são aberrantes, inverossímeis.
Uma delas é a de Pelé.
Eu, com mais de quarenta, custo a crer que alguém possa ter dezessete
anos, jamais.
Pois bem: — verdadeiro garoto, o meu personagem anda em campo com uma
dessas autoridades irresistíveis e fatais.
Dir-se-ia um rei, não sei se Lear, se imperador Jones, se etíope.
Racialmente perfeito, do seu peito parecem pender mantos invisíveis.
Em suma: — ponham-no em qualquer rancho e a sua majestade dinástica há de
ofuscar toda a corte em derredor.
O que nós chamamos de realeza é, acima de tudo, um estado de alma.
E Pelé leva sobre os demais jogadores uma vantagem considerável: — a de
se sentir rei, da cabeça aos pés.
Quando ele apanha a bola e dribla um adversário, é como quem enxota, quem
escorraça um plebeu ignaro e piolhento.
E o meu personagem tem uma tal sensação de superioridade que não faz
cerimônias.
Já lhe perguntaram: — “Quem é o maior meia do
mundo?”
Ele respondeu, com a ênfase das certezas eternas: — “Eu.”
Insistiram: — “Qual é o maior ponta do mundo?” E Pelé: — “Eu.”
Em outro qualquer, esse desplante faria rir ou sorrir.
Mas o fabuloso craque põe no que diz uma tal carga de convicção que
ninguém reage, e todos passam a admitir que ele seja, realmente, o maior de
todas as posições.
Nas pontas, nas meias e no centro, há de ser o mesmo, isto é, o
incomparável Pelé.
Vejam o que ele fez, outro dia, no já referido América x Santos.
Enfiou, e quase sempre pelo esforço pessoal, quatro gols em Pompeia.
Sozinho, liquidou a partida, liquidou o América, monopolizou o placar.
Ao meu lado, um americano doente estrebuchava: — “Vá jogar bem assim no
diabo que o carregue!”
De certa feita, foi até desmoralizante.
Ainda no primeiro tempo, ele recebe o couro no meio do campo.
Outro qualquer teria despachado.
Pelé, não.
Olha para a frente, e o caminho até o gol está entupido de adversários.
Mas o homem resolve fazer tudo sozinho.
Dribla o primeiro e o segundo.
Vem-lhe, ao encalço ferozmente, o terceiro, que Pelé corta
sensacionalmente.
Numa palavra: — sem passar a ninguém e sem ajuda de ninguém, ele promoveu
a destruição minuciosa e sádica da defesa rubra.
Até que chegou um momento em que não havia mais ninguém para driblar.
Não existia uma defesa. Ou por outra: — a defesa estava indefesa.
E, então, livre na área inimiga, Pele achou que era demais driblar
Pompeia e encaçapou de maneira genial e inapelável.
Ora, para fazer um gol assim não basta apenas o simples e puro futebol.
É preciso algo mais, ou seja, essa plenitude de confiança, de certeza, de
otimismo que faz de Pelé o craque imbatível.
Quero crer que a sua maior virtude é, justamente, a imodéstia absoluta.
Põe-se por cima de tudo e de todos.
E acaba intimidando a própria bola, que vem aos seus pés com uma lambida
docilidade de cadelinha.
Hoje, até uma cambaxirra sabe que Pelé é imprescindível na formação de
qualquer escrete.
Na Suécia, ele não tremerá de ninguém.
Há de olhar os húngaros, os ingleses, os russos de alto a baixo.
Não se inferiorizará diante de ninguém.
E é dessa atitude viril e, mesmo, insolente, que precisamos.
Sim, amigos: — aposto minha cabeça como Pelé vai achar todos os nossos
adversários uns pernas de pau.
Por que perdemos, na Suíça, para a Hungria?
Examinem a fotografia de um e outro time entrando em campo. Enquanto os
húngaros erguem o rosto, olham duro, empinam o peito, nós baixamos a cabeça e
quase babamos de humildade. Esse flagrante, por si só, antecipa e elucida a
derrota.
Com Pelé no time, e outros como ele, ninguém irá para a Suécia com a alma
dos vira-latas.
Os outros é que tremerão diante de nós.
Ícaro Carvalho, da Tribuna do Norte da rádio Jovem Pan, exibia orgulhoso –
com toda razão – matéria escrita por ele e publicada na Revista Placar deste
mês.
“No dia do Rei Pelé completa 80 anos, adquiri em uma banca, a edição deste
mês com uma reportagem minha falando sobre Marinho Chagas, que mostrou toda sua
irreverência no encontro com o Rei. Falo de Marinho, de sua história e do
legado do lateral da Copa de 1974.”
Mas, por que fiquei feliz e não surpreso?
Conheço Ícaro bem de perto...
Como coordenador do “Universidade do Esporte”, projeto de extensão da
Superintendência de Comunicação da UFRN, tive o prazer de tê-lo entre os alunos
que se juntaram à nós...
Foram esses alunos, que com sua dedicação, comprometimento e vontade de
aprender e fazer, tornaram o UDE um dos projetos mais exitosos da Comunica.
Bem, o assunto é Ícaro Carvalho...
Quem o conhece sabe do seu empenho na busca pelo saber, da sua dedicação,
do seu comprometimento, da sua curiosidade eterna e de sua lealdade.
Poderia escrever muitas e muitas páginas sobre esse jornalista que
conheci menino, tímido e inseguro, mas que soube aproveitar todas as
oportunidades que surgiram para crescer como pessoa e como profissional...
Portanto, compartilho com vocês a felicidade do Ícaro, a alegria de todos nós que fazemos o UDE e a certeza que é só o começo.
A campanha está sendo coordenada pela Dra. Judith Gates, esposa do ex-zagueiro do Middlesborough Bill Gates, e recebeu o apoio da viúva de Charlton, Pat, e do filho de Stiles, Rob, e da neta Caitlin.
Por causa da pandemia, time teve uma queda de 19% no faturamento.
Fonte: Máquina do Esporte
É incompreensível que uma equipe que começou arrasadora, marcando dois
gols com um intervalo de um minuto entre o primeiro e o segundo tenha esmorecido,
permitindo ao adversário diminuir a vantagem dez minutos depois e permitido o
empate quando restavam aos ponteiros do cronometro poucas voltas para o fim do
jogo.
É incrível, porém aconteceu...
Palominha abriu o marcador aos 3 minutos e Ketson, aos 5, fez com que
todos que estavam acompanhando a partida acreditarem que o caminho para a
classificação não era só um sonho.
Porém, cinco minuto depois, veio o susto...
William aos dez minutos diminuiu e devolveu ao Itabaiana ao jogo.
Entre a euforia, o susto e o final do primeiro tempo, o jogo teve altos e
baixos...
As equipes foram para o vestiário com a sensação de que nada estava
definido.
No segundo tempo, entre um lance lá e outro cá, o tempo foi passando e aumentando
a expectativa de que o Potiguar somaria três importantíssimos pontos...
Tudo ia bem e mesmo com um a menos – o zagueiro Nildo foi expulso – o Potiguar
ameaçou, chegando a botar uma bola trave, mas quando o jogo se encaminhava para
o fim, veio a decepção.
Aos 44 minutos, Thiago Fagundes pegou a sobra da defesa, após a cobrança
de uma falta a favor do Itabaiana e acertou um belo chute...
Resultado: bola na rede, placar igualado e o Potiguar deu adeus a chance de ficar mais perto da classificação.
Mais uma vez o sofrimento imperou...
Mas, não pelo poder de fogo do adversário.
Até o gol do Dione, marcado aos 16 minutos cobrando falta os rubros foram
bem...
Depois, a equipe começou a decair, cedeu espaço e subiu no salto alto.
Era tudo o que o Atlético precisava para tentar melhorar seu desempenho e
quem sabe beliscar um resultado melhor...
Deu certo.
Encolhido, o América acabou castigado...
No fim, bem no finzinho da primeira etapa, Vítor Paiva, se atrapalhou com
a bola recuada por Allyson Brand, permitindo que Diogo Peixoto dividisse com
ele e e a tocasse para o gol.
E lá se foram os americanos para o vestiário com aquele gosto amargo e uma grande sensação de frustração...
Alguma coisa precisava mudar.
A segunda etapa começou sem grandes promessas...
Porém, não demorou muito para que o panorama mudasse.
A expulsão de Jean Henrique – justa – aos 14 minutos ajudou muito...
O Atlético se perdeu e foi completamente dominado pelo América, numa
noite em que Elias fez a diferença.
As coisas melhoraram tanto, que Augusto, praticamente sumido na primeira
metade do jogo, apareceu em grande estilo, marcando dois gols, o primeiro aos
30 minutos e o segundo aos 48 minutos do segundo tempo...
Antes, Dione, na fase inicial e Elias 24 do período final, já haviam dado tranquilidade para a equipe de Paulinho Kobayashi deitar e rolar sobre um adversário que até buscou criar dificuldades, mas que desta fez não foi capaz de parar o América.
Mais uma vez o ABC sofreu diante do Freipaulistano...
Porém, é bom explicar, para que tudo fique bem entendido.
Quando uso a expressão “sofreu”, não estou dizendo que o alvinegro esteve
mal...
O que quero dizer é que a diferença de qualidade entre o elenco do ABC em
comparação ao Freipaulistano é enorme, e os que erros de passe e a quantidade
de gols perdidos são inadmissíveis.
Ontem, mais uma vitória magra, mais desgaste emocional desnecessário...
João Paulo, o último que restou do bom elenco montado pelo ABC no início do ano, salvou as aparências ao marcar aos 37 minutos o gol que garantiu a liderança provisória do grupo e um vexame que seria imperdoável.
O Globo perdeu mais uma...
Agora, de goleada.
O que aconteceu com aquele Globo que começou tão bem a Série D?
Difícil dizer...
Uma pena.
Ontem em Campina Grande, o Campinense ganhou como e quando quis, não foi
incomodado...
Por sinal, apatia é o que mais percebo na equipe de Ceará-Mirim.
O time não vibra, não tem gana...
Joga por jogar, por obrigação.
A classificação para a fase seguinte fica cada vez mais distante...
Ou acontece uma mudança radical – o que eu duvido – ou a Globo vai apenas cumprir tabela.
Qualquer pessoa que tente analisar racionalmente o futuro de América e
ABC na Série C, terá enorme dificuldade...
Afinal, como projetar o amanhã de equipes que sofrem para vencer
Freipaulistano e Atlético Cajazeiras?
Vejamos...
No momento o América é o que menos tem a temer em relação a sua
classificação para a fase em que os confrontos diretos em jogos de ida e volta
irão definir quem fica e quem sobe para a Série C.
Já o ABC periga...
O Grupo A4 está embolado, com o primeiro colocado a apenas 4 pontos de
distância de quem ocupa a sexta posição.
Se para o América, uma vitória e um empate, praticamente garantem sua
passagem para a fase seguinte da competição, para o ABC será preciso mais...
Vencer o Freipaulistano na próxima quarta-feira, em Frei Paulo é
fundamental, pois qualquer outro resultado encurtará distâncias e reduzirá em
muito a margem de manobra dos abecedistas.
Porém, a grande questão é...
E depois?
O que alvirrubros e alvinegros farão caso avancem?
Como confiar na possibilidade de acesso de América e ABC, se ao
enfrentarem adversários tão irregulares e tão frágeis, claudicaram tanto?
Essa é a grande questão.
Nesta segunda-feira, Jürgen Klopp foi questionado em uma coletiva de
imprensa sobre a situação do zagueiro holandês, que corre o risco não jogar
mais na atual temporada.
Fiel ao seu estilo o treinador respondeu com o bom-humor de sempre, mesmo
em se tratando de uma situação tão negativa...
"É sempre assim, os jogadores preferem ficar sozinhos em momentos
como este para lidar com a situação. Eu mesmo lesionei-me da mesma forma, tive
exatamente a mesma lesão, se não me engano. Não é num momento como este que
você passar tagarelar", disse Klopp no início da entrevista.
Em seguida, prosseguiu: "Estamos em contato. Estamos à
disposição dele e ele sabe disso. Vamos esperar, como uma boa esposa espera
quando o marido está na prisão. Enquanto isso, faremos tudo para tornar a
recuperação a mais fácil possível para ele"...
"Ficará fora durante um tempo, isso está claro. Para ser honesto, não queremos definir nenhum prazo, porque cada jogador é diferente e esses prazos variam muito. Virgil é Virgil e não queremos definir nada, mas ele ficará fora por um bom tempo. Essa é a situação", concluiu o treinador.
O lutador mexicano Luis Ángel Salazar, de 26 anos, mais conhecido como 'El Príncipe Aéreo' morreu durante uma apresentação na Arena San Juan Pantitlán após sofrer um ataque cardíaco depois que recebeu golpes no peito.
Aliás, não precisava se armar de forma tão cautelosa para encarar o Atlético
Cajazeiras.
Houve exagero nos cuidados...
Aliás, foi o excesso de respeito que proporcionou ao Atlético os
primeiros minutos de pressão na primeira etapa e o abafa no segundo tempo.
Mesmo assim, o América foi para intervalo à frente do marcador...
2 a 0.
No primeiro gol, Wallace Pernambucano apesar a performance ruim, enrolou
o apitador ao se jogar fingindo ter sido tocado pelo goleiro e ganhou um
pênalti de brinde...
No segundo, Wallace aproveita e a falha do goleiro atleticano e empurra a
bola para o gol.
Na etapa final depois que o cronometro começou a avançar, não demorou muito para que
ficasse perceptível que os rubros estavam satisfeitos com o resultado e que
iriam levar o segundo tempo no vai da valsa...
Não deu muito certo.
O Atlético acabou achando um gol e imaginou que encontraria outro, caso encurralasse
o América em seu próprio campo...
Poderia ter dado certo.
Mas, só não deu por uma única razão: o Atlético não tem uma jogada que seja digna de nota...
O "sufoco" foi por conta da decisão equivocada de Kobayashi em segurar o time e esperar o tempo passar.
O ABC fez sua melhor partida...
Quem viu as últimas três, concordará comigo, mesmo com um aperto no
coração.
Por que o aperto no coração?
Por quê mesmo vencendo, o time sofreu para conseguir derrotar o
Freipaulistano por 1 a 0 no Maria Lamas Farache.
Kesley (foto) finalmente marcou...
E, foi só.
O restante da partida pode ser resumido nas defesas que o goleiro Ígor
praticou e nas chances que Berguinho e João Paulo perderam...
Agora, é esperar pelo confronto da próxima quarta-feira às 21 horas, no Estádio Titão, em Frei Paulo, Sergipe.
Em Itabaiana o Potiguar perdeu por 4 a 1...
A goleada devolveu a equipe sergipana para a zona de classificação, agora
com 10 pontos ganhos e manteve os mossoroenses em quinto lugar, com pontos.
A surpresa ficou por conta da vitória do Central de Caruaru sobre o
Coruripe por 4 a 0...
O resultado embolou tudo.
A classificação ficou assim:
Vitória da Conquista 13 pontos
ABC 12
Coruripe 10
Itabaiana 10
Potiguar 9
Central 9
Freipaulistano 6
Jacyobá 3
O Vitória da Conquista, fora de casa, derrotou o Jacyobá por 3 a 2...
Péssimo para o ABC, que vai encarar o Freipaulistano pressionado por
todos os lados.
É vencer ou correr o risco de cair ainda mais...
Não creio que a equipe Pernambucana vá criar problemas, porém, não custa
nada ficar atento e não dar nenhuma chance para indesejadas surpresas.
Itabaiana x Potiguar
Lá em Sergipe, o Potiguar encara o Itabaiana...
Vai ser um jogo pegado.
Ambos precisam da vitória...
Mas os mossoroenses ainda podem com um empate fica bem na fita.
Uma derrota além de embolar o já embolado grupo, pode custar definitivamente
a liderança.
O Grupo A3 chega ao final do primeiro turno com a surpreendente
recuperação do Floresta e com quase todas as equipes podendo sonhar com a
classificação...
O Guarany de Sobral que vai mal das pernas e faz uma campanha muito ruim, vai ter a oportunidade de chegar aos 7 pontos, dar mais folga ao Floresta e aliviar a vida de América e Salgueiro, caso derrote o Afogados da Ingazeira, no Estádio do Junco, logo mais às 15:30.