terça-feira, junho 06, 2017

Girona FC... 87 anos depois de sua fundação, a equipe catalã chega a Primeira Divisão da Espanha.

Imagem: Arquivo


87 anos depois de sua fundação o Girona da Catalunha irá disputar a primeira divisão da Espanha...

A pequena equipe catalã assumiu a segunda posição na tabela da segunda divisão na 15ª rodada e não perdeu mais.

Terminaram a temporada com 70 pontos em 41 jogos disputados.

O clube tem sete mil sócios...

Suas partidas são disputadas no Estádio Motivili com capacidade para 9.286 lugares.

O Girona será o oitavo clube da Catalunha a jogar a primeira divisão...

Além do Barcelona e o Espanyol os outros que passaram pela primeira divisão foram Sabadell, CE Europa, Gimnàstic de Tarragona, Lleida e Condal.

Girona fica a cerca de 100 quilômetros de Barcelona e tem como seu principal acionista a TVSE, uma empresa francesa...

Some-se a isso, a parceria com o Manchester City.

Anastasiya Serdyukova do Uzbequistão... Jogos de Baku - Azerbaijão.

Imagem: Dan Mullan/Getty Images

Por que a América do Sul não terá uma superpotência como o Real Madrid...

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Por que a América do Sul não terá superpotência como o Real

Por Rodrigo Mattos

É rotina: a cada início de temporada em que um time brasileiro se destaca começam as comparações com superpotências europeias como Real Madrid, Bayern de Munique ou Barcelona.

Já aconteceu com Corinthians, Palmeiras, Flamengo.

A expectativa é de que o poderio econômico momentâneo desses clubes os tornasse dominante na América do Sul como ocorreu com o time espanhol e seus três títulos da Liga dos Campeões em quatro anos.

Mas isso não é realidade hoje e não deve acontecer no futuro.

Primeiro, vamos aos números históricos. Criadas na mesma época (década de 50 e 70), a Libertadores e a Liga dos Campeões têm uma distribuição de títulos diferentes.

Na Europa, o Real Madrid ganhou 12 títulos da competição com o título de 2016-2017, seguido pelo Milan com sete taças.

São 22 campeões no total.

Na América do Sul, o maior campeão Independiente tem sete títulos, seguido pelo Boca Juniores com seis.

Ambos estão fora da edição atual da Libertadores.

Foram 26 campeões.

Nesses números, percebe-se que os sul-americanos já são um pouco mais democráticos na distribuição de títulos.

Isso não impede que, no passado, tenham havido campeões surpresa na Europa.

O problema é que as zebras por lá tornaram-se quase impossíveis no momento atual, enquanto continuam a surgir por aqui.

É só ver que nos cinco anos a taça só foi para Real Madrid, Barcelona ou Bayern.

São coincidentemente os times mais ricos do continente ao lado do Manchester United.

Já na Libertadores foram cinco campeões diferentes, sendo que apenas o Corinthians (2012) era o mais rico do continente na época.

E por que?

Isso se explica porque as diferenças financeiras são significativas na América do Sul, mas contam menos no campo do que na Europa.

Flamengo e Palmeiras são mais ricos do que bolivianos e até argentinos, mas não o suficiente para contratar grandes jogadores em todas as posições que não permitam a competição.

Basta ver a eliminação rubro-negra na primeira fase.

Real Madrid, Barcelona e Bayern se tornaram potências globais cujos ganhos aumentaram exponencialmente com a exploração do mercado do mundo inteiro.

Foi a Ásia, EUA e até o Brasil que o enriqueceram nos últimos dez anos.

Antes, havia diferença para o mercado sul-americano, mas não no patamar atual.

Pior, aumentou o buraco entre os times europeus, o que está realmente preocupando a UEFA.

Uma medida tomada pela entidade foi limitar o tamanho de elencos.

Cada vez mais um time holandês ou português terá mais dificuldade para eliminar um dessas superpotências econômicas do continente.

Mais ricos da América do Sul, os clubes brasileiros melhoraram financeiramente e aumentaram o buraco.

Mas, por aqui, há um fator que é a revelação de jogadores, pois só com ela um time pode contar com um craque de primeira linha, ainda que por pouco tempo.

O Santos foi campeão da Libertadores em 2011 com Neymar, o Palmeiras campeão brasileira de 2016, rico, tinha em seu melhor jogador Gabriel Jesus, formado no clube.

Esse tipo de atleta, extraclasse no auge, está simplesmente fora do alcance econômico dos times sul-americanos.

Pode-se trazer um jogador de ótimo nível, como Pratto, Guerrero, Diego, etc.

Mas não será um astro mundial.

A desorganização da Libertadores é outro fator que contribui para o equilíbrio.

Não há padrão de gramado, de estádio, sequer de segurança na competição.

Isso significa que fatores extracampo interferem significativamente nos resultados finais, o que reduz o predomínio técnicos que certas equipes (neste caso, isso é uma bizarrice da competição a ser lamentada).

Mesmo internamente, o dinheiro deve passar a ter mais influência nos Brasileiros, mas haverá espaço para times que saibam administrar bem seus recursos, achar atletas em times menores ou fortalecer sua base.

Claro, clubes com mais recursos tendem a ganhar mais títulos.

Mas os sonhos de dominação dos times mais ricos do Brasil estão longe de se realizar.

segunda-feira, junho 05, 2017

Wayne Rooney...

Arte: Denis Gonchar

Os números do Paysandu, próximo adversário do ABC...

Estatísticas do Paysandu em 2017

Por Gabriel Leme Penteado, repórter do Universidade do Esporte da rádio 88,9 – FM Universitária

Adversário do ABC nesta terça-feira pode ser o mais ameaçador até o momento.

O bicolor do Pará é o líder da série B e foi campeão estadual, vencendo seu maior rival, o Remo.

No paraense 2017, o Paysandu fez uma ótima campanha na primeira fase: 20 pontos, com 6 vitórias, 2 empates e 2 derrotas.

As derrotas da equipe paraense foram fora de casa.

Contudo, a equipe de Chamusca venceu 3 partidas fora de casa, todas sem sofrer gols e com um 3 a 0 em 2 delas.

A campanha do rival, Remo, foi a melhor da primeira fase, com 22 pontos.

Mas o papão mostrou sua força na final e coroando o maior do Norte com mais um título estadual.

Na série B, o Paysandu é líder da competição, com 10 pontos em 4 jogos.

São 3 vitórias e apenas um empate. 

Um detalhe curioso do papão: a equipe ainda não sofreu gols na segundona e o goleiro Emerson vêm sendo muito elogiado pelas atuações.

O atacante Bérgson (autor dos dois gols que deram o título ao Bicolor contra o Remo) é a principal arma do Paysandu contra o ABC. Roger Andrade e Leandro Carvalho são apostas para o jogo.

A proposta de jogo do campeão paraense deve ser o 4-4-2 com muita movimentação no meio, explorando o fato de gol de Bérgson e o bom momento de Leandro.

Este jogo é crucial para o ABC respirar na competição, já que o mais querido perdeu para o Santa Cruz na última rodada e amarga a décima quinta posição na segundona, com 5 pontos.

Para o Paysandu, é a chance de disparar mais ainda na ponta e quebrar a invencibilidade da equipe de Natal: 33 jogos sem saber o gosto da derrota em casa.

Holstein Kiel... a mais dinamarquesa das equipes alemães.

Imagem: Autor Desconhecido

UEFA divulga os cabeças de chave da Champions League 2017/2018...

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A UEFA divulgou os cabeças de chave da Champions League da temporada 2017/18...

Os oito cabeças de chave da próxima temporada da Champions League serão os seguintes:

1. Real Madrid (atual campeão e campeão espanhol);
2. Bayern de Munique (campeão alemão);
3. Chelsea (campeão inglês);
4. Juventus (campeã italiana);
5. Monaco (campeão francês);
6. Spartak Moscou (campeão russo);
7. Benfica (campeão português);
8. Shakhtar Donetsk (campeão ucraniano).

Cruyff...

Imagem: Autor Desconhecido

Série D... O Globo é derrotado em Recife.

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O Globo foi a Recife e perdeu para o América, no estádio Ademir Cunha por 1 a 0...

Com a derrota a equipe de Ceará-Mirim caiu para a última posição no grupo pelo critério técnico – América e Guarani de Juazeiro somam 6 pontos e Parnahyba e Globo, 3.

Na próxima rodada o Globo recebe em casa o América...

Diante do nivelamento do grupo é possível que o Globo acabe conseguindo passar para a segunda fase.

West Ham FC... Centro de treinamento.

 Imagem: West Ham United via Getty Images


Imagem: West Ham United via Getty Images

Série D... Potiguar perde e está praticamente fora da competição.

Imagem: Arquivo


O Potiguar, em Açu, perdeu para o River do Piauí por 2 a 0...

A derrota deixa a equipe mossoroense com 2 pontos, na última colocação e esperando apenas o próximo jogo para se despedir matematicamente da competição.

Claro que se você meu caro leitor fizer parte daquele grupo que acredita em viradas espetaculares de equipes medíocres, dirá que o Potiguar ainda tem chance...

Basta vencer o River em Teresina, derrotar Maranhão e Guarany de Sobral, coisa que não fez no primeiro turno, e, torcer para que todas as combinações de resultados sejam a seu favor.

Mais alto que o adversário...


Imagem: Laurence Griffiths/Getty Images

A Pepsi premiou aqueles que valorizaram aquilo que toca o coração...

Marwin Hitz...

Imagem: Picture Alliance

Dos 12 estádios da Copa do Mundo, 10 estão sob suspeita...

Imagem: Autor Desconhecido


Dos 12 estádios da Copa do Mundo, apenas o Beira-Rio e a Arena da Baixada estão livres de suspeita de corrupção...

Todos os outros aparecem de forma recorrente nas investigações como instrumentos de que os envolvidos nas obras teriam lançado mão para favorecimento próprio, segundo matéria da Folha de São Paulo deste domingo.

Dez meses após o fim da Olimpíada, a Rio-2016 ainda se vê às voltas com uma dívida de R$ 114 milhões com fornecedores...

Imagem: Rio 2016

domingo, junho 04, 2017

Bobby Moore e a Jules Rimet - 1966...

Imagem: Popperfoto/Getty Image

Série B... ABC perde para o Santa Cruz por 2 a 1.



Apesar do bom primeiro tempo e da arbitragem confusa e prejudicial ao alvinegro, a vitória do Santa Cruz foi justa... 

Na segunda etapa nada funcionou e o 2 a 1 acabou ficando até razoável diante das inúmeras chances desperdiçadas pela tricolor pernambucano. 

O resultado deixou o ABC na décima quinta posição e muito próximo da zona de rebaixamento... 

Na terça-feira às 19 horas e 15 minutos, no estádio Maria Lamas Farache, o adversário será o Paysandu, líder da competição.

Ela e a bolinha...

Imagem: Maja Hitji/Getty Images

Champions League... O Real Madrid é imenso.



Um jogo como Juventus e Real, não se assiste, se aprecia...

Infelizmente o tempo corre, passa rápido. 

O Real Madrid é imenso, é maior que a Espanha... 

A Juventus foi guerreira, fez o seu melhor, fez o que pode. 

No primeiro tempo os italianos foram melhores... 

No segundo se curvaram e assistiram sem reação a bola se deixar seduzir por Marcelo, Cristiano Ronaldo e cia. 

No fim venceu o melhor... 

Só lamentei que Buffon estivesse vestindo a camisa errada.

Copa do Mundo de 1966... Eusebio marca o gol de Portugal na derrota por 2 a 1 para a Inglaterra na semifinal.

Imagem: PA

CR Vasco da Gama: Projeto de lei reconhece São Januário como de interesse histórico, cultural, desportivo e social...

Imagem: Autor Desconhecido


Os vereadores Renato Cinco e Tarciso Motta, apresentaram projeto de lei que propõe o reconhecimento do estádio de São Januário como “de interesse histórico, cultural, desportivo e social para o Município...

Os vereadores solicitaram ao jornalista Juca Kfouri sua colaboração na justificativa do projeto.

Abaixo o texto escrito por Juca Kfouri...

O Estádio de São Januário, inaugurado em 1927, é patrimônio histórico da cidade do Rio de Janeiro e um dos mais emblemáticos templos do futebol mundial.

De notável arquitetura neocolonial, palco de alguns dos mais importantes eventos esportivos, culturais e políticos do país durante o século XX, a casa do Club de Regatas Vasco da Gama é também um símbolo da luta contra o racismo no esporte e até hoje um exemplo de espaço popular de lazer no subúrbio carioca.
Sua construção remonta à perseguição que o Vasco da Gama sofreu após ser campeão carioca no ano de 1923 com uma equipe formada por atletas negros, mestiços e de origem humilde.

Na ocasião, o time bateu, logo em seu primeiro ano na primeira divisão, os clubes grandes da época, então formados por jovens de famílias ricas da cidade.

Para mascarar inconfessáveis ânimos racistas e elitistas, dirigentes que defendiam a exclusão imposta ao Vasco do campeonato alegaram para tanto, entre outras coisas, a falta de um estádio próprio.

Foi o que motivou uma histórica campanha de arrecadação que movimentou a capital federal e envolveu milhares de associados e torcedores.

Em tempo recorde, ao pé de uma colina no bairro de São Cristóvão, os vascaínos ergueram aquele que durante alguns anos foi o maior estádio de futebol das Américas – e que, para sempre, ficou como um monumento contra o preconceito e pela igualdade racial no país.

A partir de então, até a construção do Maracanã, em 1950, São Januário foi o principal estádio do Rio de Janeiro e testemunhou momentos marcantes do nosso esporte.

Além de receber jogos de grandes times brasileiros e estrangeiros, foi casa da Seleção Brasileira, que se sagrou ali campeã da Copa Roca de 1945, das Copas Rio Branco de 1947 e 1950, e do Campeonato Sul Americano (a atual Copa América) de 1949, vencido com seis jogadores vascaínos atuando como titulares na maior parte do torneio.

Em 1998, o Vasco da Gama fez em São Januário uma das partidas finais da Libertadores da América, principal competição de clubes do continente.

Em 2007, o atacante Romário marcou ali seu milésimo gol no futebol.

Vários grandes jogadores que defenderam o Brasil em Copas do Mundo foram formados ou se consagraram em São Januário.

Além do próprio Romário, nomes como Fausto, Leônidas da Silva, Russinho, Domingos da Guia, Barbosa, Augusto, Danilo Alvim, Ademir de Menezes, Chico, Heleno de Freitas, Maneca, Jair da Rosa Pinto, Friaça, Pinga, Vavá, Bellini, Orlando Peçanha, Roberto Dinamite, Mazinho, Bebeto, Edmundo, Mauro Galvão e Juninho Pernambucano, entre muitos outros, tiveram por lá momentos fundamentais de suas carreiras.

Nomes lendários que nunca tiveram a oportunidade de jogar um mundial pela seleção – caso de Jaguaré, Sabará, Walter Marciano, Ipojucã ou Dener, por exemplo – também escreveram sua história em São Januário.

Ídolos de nosso atletismo olímpico como Adhemar Ferreira da Silva adotaram o estádio como espaço de treinamento.

Até hoje o Vasco da Gama se notabiliza como clube revelador de grandes jogadores, mantendo nas dependências de São Januário um alojamento e um colégio para a formação dos adolescentes que vêm de diversos lugares do país e encontram no futebol uma oportunidade.

São Januário também testemunhou importantes momentos de nossa história política e cultural.

Nas décadas de 30 e 40, o presidente Getúlio Vargas costumava arrastar multidões para seus comícios no estádio.

Em um deles, no dia 1º de maio de 1940, anunciou a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), as primeiras leis trabalhistas do Brasil.

Naquele mesmo ano, a “Colina Histórica” – como também é conhecido o estádio – foi o palco da apresentação de um coral composto por mais de 40 mil estudantes e regido pelo maestro Heitor Villa-Lobos.

Cinco anos mais tarde, durante o processo de redemocratização do país, Luis Carlos Prestes reuniu mais de 100 mil pessoas em um comício que foi fundamental para trazer o Partido Comunista de volta à legalidade.

Também em 1945, o estádio recebeu o desfile das escolas de samba, vencido naquele ano pela Portela.
Percebe-se, portanto, a grande importância histórica, cultural, desportiva e social do Estádio de São Januário para o município do Rio de Janeiro.

Localizado na zona norte, em uma região que reúne espaços como a Feira de São Cristóvão, a Quinta da Boa Vista, o CADEG, a quadra da Estação Primeira de Mangueira e o Maracanã, São Januário possui até hoje grande centralidade na vida esportiva e cultural da cidade, sendo um dos principais destinos de lazer de cariocas de diferentes classes sociais.

Ao aprovar essa lei, a Câmara Municipal de Vereadores fará um justo reconhecimento e zelará pelo patrimônio do Rio de Janeiro.

A final da Champions League superou o Super Bowl...

Imagem: David Ramos/Getty Images


Superou Super Bowl: por que a final da Champions é o maior jogo do ano

Rodrigo Mattos

Por uma tradição europeia, a final da Liga dos Campeões é disputada em um jogo único.

O crescimento da competição em interesse global elevou a evento esportivo mais valioso do ano, superando até o Super Bowl (a final do futebol norte-americano).

Sua audiência é maior e mais global, e os valores envolvidos na decisão entre Real Madrid e Juventus, em Cardiff, se aproxima de R$ 300 milhões.

Não foi um caminho fácil. Quando a Liga dos Campeões foi formada, em 1992, seus direitos comerciais inteiros valiam € 8 milhões.

Nesta temporada, consideradas as três competições de clubes europeias, a Uefa vai arrecadar € 2,4 bilhões.

Há vários elementos envolvidos nesta evolução da Champions, como organização, uma cara fixa e promoção da competição, atração de jogadores de alto nível à Europa.

E o jogo único ajudou a atrair todas as atenções do mundo para o campeonato.

No ano passado, a final da Liga foi assistida por 160 milhões de pessoas, acima dos 145 milhões do Super Bowl.

Os números são da Uefa, mas outros indicadores pelo mundo confirmam que o jogo de futebol superou o esporte dos EUA (ainda que exista variações nos índices).

Também há uma maior abrangência da Liga dos Campeões que vai para 200 países, enquanto a decisão do futebol americano fica em 180.

E a maior parte da audiência do evento norte-americano é concentrado no próprio país.

Em palestra na CBF em maio, a chefe de operações comerciais da Uefa, Catalina Navarro, ressaltou essa característica:

''Foi o evento mais assistido, passando o Super Bowl. É um evento de nível global, não somente de interesse europeu.''

Por conta disso, os valores financeiros envolvidos na final têm crescido.

Só em premiações para os dois times pela participação na final são € 26,5 milhões, isto é, R$ 60,3 milhões.

O campeão fica com € 15,5 milhões, e o restante é do vice.

Fontes do mercado avaliam que os direitos de televisão apenas desse jogo valem US$ 15 milhões, o que representa quase R$ 50 milhões.

Há ainda valores indiretos envolvidos como os patrocínios que são para toda a competição, e comerciais pelo mundo inteiro para as redes de televisão, impossíveis de mensurar.

Como ocorre com o Super Bowl, há atualmente uma concorrência para sediar a final da Liga dos Campeões.

A cidade de Cardiff estima uma arrecadação de 40 milhões de libras (R$ 170 milhões) por ser a sede do jogo.

Esse tipo de mediação, claro, é impreciso.

Mas a previsão é de 170 mil turistas, mais do que o dobro da capacidade do estádio de Cardiff.

Certo é que a cidade de Gales se tornará o centro do mundo por duas horas, uma capacidade que antes só a Copa do Mundo e a Olimpíada tinham de produzir.

A Liga dos Campeões atrai menos atenção global do que esses dois eventos.

Mas seu crescimento exponencial parece não parece ter limites.

Argolas... Jogos de Baku, Azerbaijão.

Imagem: Jonathan Nackstrand/AFP/Getty Images

Hope Solo, goleira dos Estados Unidos bate forte em Messi e Neymar...

Imagem: Autor Desconhecido


A reação de Hope Solo diante da pergunta se há no futebol feminino jogadoras como Messi e Neymar...

- “Muitas vezes me perguntam se há jogadores como Messi ou Neymar no futebol feminino. Infelizmente não. Eu nunca ouvi falar de uma única jogadora com dinheiro suficiente para pensar em evadir impostos."

sexta-feira, junho 02, 2017

Pouso na caixa de areia...

Imagem: Autor Desconhecido

Cardiff está pronta para a final da Champions League... pronta e caríssima.

Imagem: Autor Desconhecido


Eu não vou estar em Cardiff no sábado...

Mesmo que quisesse estaria impedido pela dificuldade em encontrar lugar nos voos e pelos preços que estão sendo praticados na simpática capital de Gales.

Segundo a imprensa europeia se você conseguir achar uma poltrona livre numa aeronave, prepare-se...

O sobre-preço está na casa dos 600 euros.

Em Cardiff, um ingresso daqueles baratinhos custa 71 euros e os mais caros 460...

Lugar para ficar?

Bem, um dos últimos poucos hotéis disponíveis, o mais luxuoso da cidade, custava mais de 1.300 euros por noite...

As demais acomodações são casas a cerca de 5 quilômetros do estádio e que estão cobrando 3.900 euros para quartos com quatro pessoas.

Tottenham Hotspurs versus Aston Villa Birmingham nos anos 60...

 
Imagem: Popperfoto/Getty Images

O Palmeiras lidera a média de público na temporada...

Imagem: Autor Desconhecido



Palmeiras, Atlético Paranaense, Bahia, Remo e Itumbiara são os clubes com maior média de público das regiões Sudeste, Sul, Nordeste, Norte e Centro-Oeste, respectivamente...

Como era de se esperar os cinco também comandam o ranking de seus estados.

O Palmeira é o clube que ostenda a melhor média de público do Brasil...

A média é 31.205 pessoas em seus jogos.

Na região sul o Atlético Paranaense conta com uma média de 17.274 espectadores...

O Bahia soma 13.993, o Remo com 11.015 e o Itumbiara, recordista de Goiás e do Centro-Oeste, acumula média de 9.375 espectadores.

A baixo média de público pagante na temporada dos líderes de cada estado e do Distrito Federal:


Palmeiras-SP (31.205)

Flamengo-RJ (24.749)

Atlético Paranaense-PR (17.274)

Cruzeiro-MG (16.649)

Internacional-RS (16.513)

Bahia-BA (13.993)

Remo-PA (11.015)

Itumbiara-GO (9.375)

Sport-PE (8.314)

Ceará-CE (8.253)

CSA-AL (6.629)

Campinense-PB (6.179)

Avaí-SC (5.419)

ABC-RN (3.927)

Moto Club-MA (3.317)

Sergipe-SE (3.281)

Corumbaense-MS (2.969)

Gama-DF (2.747)

Sinop-MT (2.271)

Ríver-PI (1.613)

Sparta-TO (1.445)

Princesa do Solimões-AM (908)

Atlético Acreano-AC (770)

São Mateus-ES (743)

Ji-Paraná-RO (645)

São Raimundo-RR (322)

Trem-AP (192)

Dos seis piores, apenas o São Mateus do Espírito Santo não é do norte do país.

O salto nas sombras...

Imagem: Marco Bertorello/AFP/Getty Images

Chapecoense versus Cruzeiro... E lá se foi um pouco da utopia criada na Colômbia.

Heydar Aliyev Arena... Baku, Azerbaijão.

Imagem: Marco Bertorello/AFP/Getty Images

O Real Madrid se alimenta da aversão daqueles que o atacam.

Imagem: Autor Desconhecido


"O combustível do Real Madrid é ódio que muitos lhe dedicam... Os merengues se alimentam aversão gratuita dirigida contra ele."

quinta-feira, junho 01, 2017

O golpe que finalizou a luta...

 Imagem: Dan Mullan


Imagem: Jonathan Nackstrand/AFP/Getty Image

O desempenho do próximo adversário do ABC... o Santa Cruz.

Estatísticas Santa Cruz em 2017

Por Gabriel Leme Penteado

Próximo adversário do ABC na série B será o Santinha.

O clube disputou a Série A ano passado, mas não conseguiu se manter na elite do futebol brasileiro.

A equipe de Vinícius Eutrópio foi bem no estadual e na Copa do Nordeste (chegou até a semifinal).

Na Copa do Brasil a equipe chegou até as oitavas de final...

Ontem, o Santa Cruz acabou eliminado pelo Atlético Paranaense – (0 a 0 no Arruda e 2 a 0 na Baixada da Arena).

Na Série B, o Santinha venceu duas partidas e perdeu uma (1 vitória em casa, 1 fora e 1 derrota fora de casa, para o CRB).

A equipe de Vinícius Eutrópio, curiosamente (ou estrategicamente), vem jogando em duas formações: 4-5-1 e 4-3-3.

O último jogo, foi com a primeira formação.

Para jogos em casa, o técnico aposta em um time ofensivo, com boas peças nas pontas como William Barbio e Everton Santos (artilheiro do time no Pernambucano com 6 gols).

A referência do ataque é por conta de Halef Pitbull – artilheiro do Santa na Copa do Nordeste com 4 gols.

A equipe pernambucana pode jogar no 4-5-1.

O time deve usar o esquema tradicional na defesa: 2 zagueiros e 2 laterais e jogando com 5 meias, sendo 2 volantes, 2 alas e um meia armador.

Apenas Halef joga na frente.

Caso opte por jogar com o ABC na 4-3-3 (esquema que rende ao clube muitas oportunidades em velocidade), o Everton Santos, Ricardo Bueno e Halef podem ser as melhores opções para o duelo.

Ricardo Bueno, inclusive, estava acertado com o Guarani, mas acabou indo para o Santinha e garantiu a vitória da equipe duas rodadas atrás contra o quase ex-clube.

O duelo é decisivo para ambas as equipes e vale um lugar no G4.

O ABC, caso ganhe, pode chegar aos 8 pontos e até na liderança, pois as 4 equipes do grupo de acesso jogam fora de casa.

América x Paysandu, Oeste x CRB, Vila Nova x Guarani e Internacional x Juventude.

O duelo entre Santa Cruz e ABC está marcado para o próximo sábado, às 16:30, no Arruda.

Jogos de Baku...

Imagem: Benjamin Cremel/AFP/Getty Images

A onipresença de N'golo Kanté...

Imagem: Moz Life


A onipresença de Kanté

Por Gabriel Leme Penteado, repórter do Universidade do Esporte – 88,9 FM Universitária.

Pode parecer difícil de acreditar, mas o Futebolista do Ano, eleito pela associação de escritores ingleses, foi N’Golo Kanté.

O jogador do Chelsea (campeão pelo Leicester na temporada passada e novamente campeão pelos Blues) demonstrou uma grande qualidade atuando como volante na Premier League.

Não se trata de coincidência.

Pelo Leicester, o francês foi considerado o pilar do elenco, sendo o principal jogador do técnico Cláudio Ranieri.

O meia foi vendido posteriormente pela bagatela de 32 milhões de euros (valores que, nas atuais cifras do mercado europeu, são considerados uma pechincha – ainda mais para um jogador considerado a estrela de seu antigo clube).

Os rivais do clube londrino foram além dessas cifras por uma contratação (Xhaka e Pogba custaram 35 e 106 milhões de euros, respectivamente).

Ambos não terminaram a competição na zona de classificação para a Champions League, mas o United conquistou a Liga Europa e volta para a principal competição do planeta na próxima temporada.

Em números, Kanté reforça a eficiência que apresentou em 2016.

O meia jogou 35 jogos na Premier League, venceu 27, deu mais de 2.000 passes e jogou, aproximadamente, 3.000 minutos.

Não tomou um único cartão vermelho (para um volante de marcação, é um feito e tanto) e fez 79 interceptações – mais do que qualquer jogador dos Blues.

Não contente com esses números, o meia ainda se tornou o primeiro jogador a conquistar a Premier League duas vezes de forma consecutiva.

Durante os jogos, comentários e mais comentários sobre a inteligência e o papel tático do francês são feitos.

O camisa 7 do Chelsea parece ocupar o campo todo, durante os 90 minutos.

Cada bola adversária que passa pelo meio, encontra os pés de Kanté.

A onipresença foi atribuída por tais atuações e não à toa, o volante foi o grande destaque da campanha do título, junto à Eden Hazard.

O treinador dos Blues, Antonio Conte, ainda nos permite concluir a satisfação que tem com o jogador ao substituí-lo apenas uma vez nos 35 jogos em que Kanté foi titular.

Dado esses fatos, o prêmio é mais do que justo e o volante é a melhor representação da campanha do Chelsea, reforçando que coincidências não existem e que o raio cai mais de uma vez no mesmo lugar.

No Brasil até restos mortais desaparecem...

Arte: Bianco


Os restos mortais de Garrincha sumiram...

Desapareceram em meio ao descaso dos administradores do cemitério de Raiz da Serra, distrito de Magé, no Rio.

Segundo informaram, seus restos foram retirados da cova há dez anos para dar lugar a um outro...

E agora ninguém sabe onde está.

Petr Chec...

Imagem: Clive Mason/Getty Images

O Internacional não merecia passar por tamanha vergonha...

Arte: Nynno Tavares


Recorrer de uma punição considerada injusta, é justo...

Justíssimo.

Porém, se valer de documentos falsos para anular a justa decisão, é vil...

Fosse sério o Brasil, o Internacional de Porto Alegre seria afastado da Série B e do futebol por uns dois anos, seus dirigentes banidos e seus advogados punidos pela Ordem dos Advogados do Brasil.

Mas, como não somos...

Irão usar argumentos como exagero, desproporcionalidade e bom senso para justificar, um puxãozinho de orelha e deixa o resto para lá.

quarta-feira, maio 31, 2017

A paz em nome de Alá... a multinacional do Kuwait de telefonia celular Zain Telecom num anúncio especial para o Ramadã, promoveu tolerância...

Corpo a corpo...

Imagens: Christopher Lee/Getty Images

Os cinco clubes com melhor média de público - até o momento - em 2017...

Imagem: Autor Desconhecido


A surpresa entre os cinco clubes com melhor média de público em 2017 é o Clube Atlético Paranaense...

A equipe curitibana até aqui com 17 mil pagantes em média nos seus jogos.

Em primeiro lugar está o Palmeiras com média de 31 mil pagantes...

O São Paulo é o segundo com 29.500, e o Corinthians, o terceiro, com quase 28 mil.

Na quarta colocação está o Flamengo...

A média dos cariocas é 25 mil pagantes.

Pés que correm...

Imagem: Jonathan Nackstrand/AFP/Getty Images

Paulo Dybala... Um argentino que é fã do futebol brasileiro...

Imagem: Antonio Calanni/AP


Dybala: “O que há de errado em tentar ser decente?”

Fã de Gladiador, argentino revela admiração pelo futebol brasileiro, fala sobre perda do pai e explica comemoração característica

Por E. Audiso para o La Repubblica

Turim

O atacante da Juventus Paulo Dybala (Argentina, 1993) é o último substituto oficial de Maradona e Messi.

A nova geração.

Um bom rapaz.

Atento, antecipa tudo.

Não tem limites ou ideologias.

É um dos poucos argentinos que torcem pelo Brasil, o grande inimigo.

“Gosto da facilidade, da alegria com que se divertem com a bola. Sempre admirei Ronaldinho e a ideia de que o jogo seja magia e não sofrimento. A primeira Copa do Mundo que vi pela televisão foi a de 2002, a final entre Alemanha e Brasil. Estava com os três erres, Ronaldo e Rivaldo também. A diversidade deles era genial. Gosto de tudo que representa o oposto de mim. Por exemplo, Pirlo, Del Piero, Agüero e a frieza de Benzema. Os killers não me desagradam; os que agem resolutamente, os que não suam, os que matam sem ser barrocos. E sim, admito, não sei dançar tango”.

Tem quatro tatuagens, mas não são muito exageradas.

“Não gosto de valentões, de jogadores mal intencionados, dos que vivem de excessos, dos que pensam que se justifica fazer o que não é certo porque assim alguém falará deles, dos que querem ser diferentes a todo custo. Minha imagem é importante para mim. O que há de errado em tentar ser decente? Não me jogo na área, não procuro o pênalti. É possível fazer algo pelos outros sem ser um infeliz e nem estar furioso; sem cuspir para a vida. Não acredito nos belos malditos. Não é difícil evitar construir outros infernos. Entre a santidade e a indiferença há muitos caminhos intermediários. Eu gosto daqueles que têm estilo, como Federer e Bolt; das pessoas que te comovem, e também de Agassi pela forma como ele se antecipava com seus golpes, por determinados ângulos”, explica antes da final da Champions, no próximo sábado, 3 de junho, contra o Real Madrid.

O esboço do futuro ídolo foi obra do pai. Adolfo – jogador já falecido que dirigia um estabelecimento de apostas na cidadezinha – foi quem colocou Paulo atrás da bola.

Aos quatro anos, o menino já estava em campo.

Aos 15 anos, o jogo parou.

E também a respiração de Adolfo, que sempre o levava de carro aos treinos.

O pai morreu de um tumor no pâncreas.

Corria o ano de 2006. Paulo estava em crise e se mudou para a residência de jovens promessas do Instituto de Córdoba.

“Sem pai, sem família, à noite eu ia chorar no banheiro”.

Em 2012, através de uma bisavó, chegou a Palermo com passaporte italiano e lá começou a trabalhar seus pontos fracos.

“Sou canhoto. Até para escovar os dentes uso a esquerda. Então pegava uma caneta e tentava escrever, mas com o pé direito. Eu a colocava entre o dedão e o dedo seguinte. Praticava como um louco para ter mais sensibilidade e capacidade. Também treinava os olhos. Para ver mais além e em direções diferentes, para me antecipar aos adversários e intuir as trajetórias. Também comecei a ir muito à academia. Na Itália, aprendi a defender a bola. Para mim é importante. Se Cristiano Ronaldo ultrapassou os 360 gols é porque, sendo destro, também chuta com força com a esquerda. Com apenas um pé sou mais fácil de ser marcado. Na Itália, a defesa é coisa séria. Eles têm uma boa escola”.

A máscara de ‘Gladiador’

Paulo está em paz com as coisas que perdeu e que não voltarão.

“Quando era pequeno, meus amigos da escola faziam longas excursões e eu não podia ir por causa do futebol. Sofri, sim. Não por causa da discoteca, mas pela despreocupação, pela ligeireza que você compartilha com seus companheiros em uma idade em que você acha que não há nada que não possa ser adiado. Agora eu sei que os sacrifícios são necessários, que devemos ter cuidado com a alimentação, e que, no final, há recompensa. Mas também sei que o meu pai se foi, que ele não me viu crescer e ganhar, e essa dor me ensina que é preciso ter pressa. Por isso eu gostaria de ter filhos em breve. Assim eles terão mais tempo para me conhecer e estar comigo”. Sua namorada, Antonella Cavalieri, vive com ele desde a época de Palermo. “Ela faz com que eu não perca o controle. Tê-la por perto significa que não procuro distrações por aí, que eu não me deixo levar”.

Descobriu o Sul quando chegou a Turim.

“Ao chegar ao norte, à Juventus, percebi que há várias itálias diferentes.

Em Palermo eu morava em Mondello, andava de bicicleta, ia à praia, os vizinhos cuidavam de mim embora tivesse minha mãe, Alicia.

Para qualquer coisa que eu precisasse, eles estavam lá.

Turim é elegante e discreta; te deixa em paz.

Mas se você precisa de açúcar, é inútil bater na porta do vizinho.

É melhor ir diretamente ao supermercado.

Nós, argentinos, somos afetuosos, precisamos da família, não nos assustam as pessoas em grupo.

Assim, esse caráter reservado me pesa um pouco.

Aqui, quando vamos para o estádio de ônibus, cada um coloca seu fone de ouvido e ouve suas músicas.

Na Argentina eu estava acostumado com um aparelho gigantesco que fazia a música jorrar.

Estávamos todos no mesmo ritmo.

Talvez fossemos uns caipiras, mas era divertido”.

Quando marca um gol, faz o gesto da máscara.


“Nasceu de um erro, de um pênalti que perdi contra o Milan na final da Supercopa, em Doha. Não foi um momento alegre. Pelo contrário, eu me senti decepcionado, especialmente por mim mesmo, não conseguia me recompor. Quando olhava para os outros, me sentia culpado. Então publiquei a frase de Michael Jordan que diz que alcançou o sucesso porque falhou mil vezes na vida. A máscara é a de Gladiador, um filme que vi 30 vezes. Na vida você tem de voltar a se levantar e lutar, mas também entender que há guerras inúteis. No jogo das comparações, me comparam com Messi, mas eu não tenho de evitá-lo. Ele já fez; eu estou fazendo. Na seleção, quero ganhar com Messi, não no lugar dele. O jogo é estarmos juntos, nunca perder ninguém”.

O TSV 1860 München decepcionou os 62 mil torcedores presentes ao Allianz Arena... Caiu para a Terceira Divisão.

Imagem: Andres Gebert/DPA