sexta-feira, fevereiro 13, 2015

O ABC quase sambou no primeiro dia de carnaval e o Alecrim, venceu em ritmo de marchinha...



Mauro Beting diz com propriedade que no Brasil não existe gestão no futebol e sim, indigestão...

Tem razão.

Quem em sã consciência marcaria qualquer evento de caráter público na mesma época da maior festa de apelo popular do país?

Fora os insanos, só mesmo os dirigentes do nosso futebol...

Até mesmo os shopping, templos do consumismo, não abrirão suas lojas no domingo...

Mas, o futebol vai abrir estádios.

Aliás abriram hoje, sexta-feira 13...

Vão abrir amanhã, sábado e pasmem, tem jogo no domingo...

Depois querem convencer os grandes empresários a investir nesse modelo de gestão...

Tá bom.

ABC e Corintians de Caicó, jogaram para um público de 1.714 pessoas, no Maria Lamas Farache...

Todas essas apaixonadas pessoas saíram de lá irritadas.

Motivo?

O ABC empatou com o Corintians...

Logo o Corintians que dias antes da competição, não sabia se comprava uma bicicleta, dava um passeio de patins ou disputava o campeonato.

Mas, por incrível que possa parecer, não foi um mal resultado, diante da tragédia que por pouco não aconteceu...

O ABC que começou vencendo, tomou a virada, perdia de 2 a 1 e foi salvo pelo gongo...

Ou melhor, pelo gol de Anderson Paraíba aos minutos do segundo tempo.

O leitor mais curioso e ingênuo pode questionar...

O jogo foi bom?

Não, respondo.

O ABC como jogou?

Não jogou...

Só empatou em razão do time do Corintians ser muito, mais muito fraquinho.

E agora?

Não sei, não sou dirigente do clube...

Mas, a torcida no final gritou que queria jogador e os colegas de imprensa, desceram a mamona no treinador, Roberto Fonseca.

Porém,   bola também rolou no interior...

No Edgarzão, em Açu, o Alecrim enfrentou o Potiguar de Mossoró...

Os verdes venceram por 1 a 0 e esfriaram a crise que andou rondando o clube.

Já o Potiguar, que segundo dizem, não está muito satisfeito com o treinador Wassil Mendes, empacou nos três pontos e deve dispensar o seu comandante...

Afinal, como não dá mandar embora todo o time, manda-se embora o treinador.

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